Esse episódio estava até legal, mas o trecho final dele me embrulhou o estômago. Não que eu já não esperasse por algo daquele tipo, mas há uma diferença abissal entre não guardar rancor por alguém e ser cúmplice. Na verdade, que ela continuasse amando o “monstro” que ele se tornou, até aí tudo bem, pois isso é algo meio “complicado” de evitar, mas “passar a mão na cabeça” de um louco não é amor – ao menos eu não vejo como tal. Enfim, é hora de comentar o Projeto Alicization no Anime21!

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Poxa, gostei bastante desse episódio, se duvidar até mais que dos anteriores. Não que ele não tenha tido problemas – é SAO, sempre terá problemas –, mas dessa vez a Asuna buscou tomar as rédeas da situação e a mudança de cenário me dará a oportunidade de comentar outras coisas interessantes. A volta do Kirito não está longe e vale a pena esperar se for para entender melhor o Projeto Alicization.

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Como esperado do Kirito, ele superou os obstáculos postos à sua frente e salvou o dia mais uma vez! Isso é o normal para o herói de qualquer história, sem dúvidas, então não vou reclamar disso, mesmo tendo achado que os personagens secundários poderiam ter sido melhor utilizados. O importante foi que essa primeira fase acabou bem, ainda que com certas ressalvas. É hora de SAO aqui no Anime21!

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Um episódio mais equilibrado que os anteriores, apesar de ainda ter sido bem calmo na maior parte do tempo. O cliffhanger encaixou bem com o que vinha sendo desenvolvido e reforçou a “moda” da temporada de outono de 2018. Goblins estão em alta! Vai é sobrar para o Kirito se ele não se cuidar!

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Sword Art Online é uma franquia que despensa apresentações não somente por seu enorme sucesso, mas também devido a frequência com a qual saem projetos relacionados a ela em várias mídias, tudo para manter a série na mente do público e conquistar ainda mais fãs. Essa terceira temporada tem o que é preciso para fazer tanto sucesso quanto suas predecessoras? Leia a seguir para descobrir isso!

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Balas para todo lado, corpos espalhados pelo chão, tudo isso faz parte de um cenário desolador de um jogo como o Gun Gale Online, vulgo GGO. Entretanto, nada muda o fato de que é somente um jogo online de realidade virtual, cujo personagens, de modo geral, não sofrem risco, por mais que sofram uma “morte” horrível dentro do jogo. Todavia, isso não significa que não dá para se divertir com combates existentes no anime. A direção, através de vários tipos de recursos, que vão desde o uso da trilha sonora (OST) ao uso do bullet time (técnica que consiste em diminuir a velocidade de objetos que não seriam perceptíveis para o espectador numa velocidade normal. No caso dessa obra, tem algumas cenas que dá para ver balas em câmera lenta), se esforça para promover combates tão empolgantes como num combate “real”.

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Devido ao sucesso da primeira parte, aqui vos apresento uma continuação com mais animes do gênero – e no final, um apanhado de alguns que ainda estão para ser lançados. Alguns não são consideradas isekai por todo mundo (apesar de ser). De qualquer forma, vamos a lista!

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Para um anime de ação, esse episódio foi quase perfeito, tendo um ou outro detalhe que me incomodaram. Enfim, pergunto-me se os fãs da franquia estão gostando ou não desse spin-off. Até agora ele tem sido melhor do que os piores momentos da série principal, mas tem sido inferior em relação ao que SAO pode oferecer de melhor.

Esse novo arco começou bem, iniciando um novo conflito e mostrando como a protagonista evoluiu em relação aos seus problemas pessoais. Agora tivemos um episódio digno de um anime de ação. Porém, confesso que não sou muito bom em comentar animes que tenham combates a todo instante, sem foco em personagens e em seus dramas.

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Jogos onlines são bons meios de entretenimento que se tornaram populares, principalmente, entre as pessoas mais jovens. Para algumas pessoas um simples jogo não é apenas um mera forma de se distrair, mas sim uma forma de escapismo da realidade. Isso também é válido para qualquer forma de entretenimento, como livros, filmes, animes, entre outros meios.

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