Didn’t I Say to Make My Abilities Average in the Next Life?! — Watashi, Nouryoku wa Heikinchi de tte Itta yo ne! —, que traduzindo fica algo como “Eu Não Disse Para Tornar Minhas Habilidades Medianas na Próxima Vida!”; é uma light novel escrita por FUNA e ilustrada por Itsuki Akata.

A obra tem anime marcado para a temporada de outono de 2019 e eu não poderia deixar de escrever minhas primeiras impressões sobre o original, né? Sem mais delongas, vamos falar de uma loli medianamente apelona?!

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The Hero Is Overpowered but Overly Cautious — Kono Yuusha ga Ore TUEEE Kuse ni Shinchou sugiru —; que traduzindo fica algo como “O Herói é Extremamente Poderoso, mas Extremamente Cauteloso”; é uma light novel escrita por Light Tuchichi e ilustrada por Saori Toyota.

A obra tem anime marcado para a temporada de outono de 2019 e é exatamente por este motivo que me adiantei e trouxe as primeiras impressões de sua light novel. Um isekai “típico” de forte tom cômico e um herói “peculiar”.

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Death Note: L change the WorLd é outra light novel do universo de Death Note, mas diferente de Death Note: Another Note ela se passa em uma espécie de universo alternativo no qual o maior investigador do mundo, L, consegue desmascarar o assassino em massa, Kira, só que ele e Watari, seu fiel escudeiro, acabam sendo pegos no fogo cruzado, ou seria melhor dizer, em um ataque cardíaco?

A verdade é que M, quem quer que seja, faz jus a uma franquia tão icônica ao não só adaptar o filme original, mas também acrescentar trechos inéditos, mudando um ou outro detalhe, e, principalmente, tornar ainda mais apaixonante um dos personagens mais icônicos da cultura pop japonesa. É hora de L no Anime21!

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Morte é uma light novel escrita por Keika Hanada e ilustrada por Yone Kazuki. A obra possui apenas três volumes e no seguinte momento está sendo publicada no Brasil pela editora New Pop.

O que posso comentar de Morte sem dar spoilers? Não muita coisa, então sim, em algum momento do texto darei alguns spoilers mais pesados, mas pode ficar tranquilo que avisarei antes.

O que posso adiantar sobre o primeiro volume da série? Ele é ótimo, a escrita de Keika prende o leitor, o que resulta em uma leitura para lá de satisfatória, que não se apoia em vícios de escrita comuns no meio otaku.

Aliás, pelo menos esse primeiro volume, que conclui um arco da história, é uma indicação mais que acertada tanto para quem costuma ler light novels, quanto para quem não tem esse hábito.

Sem mais rodeios, vamos a sinopse de Morte!

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Miyamoto Sakura é fofa. Sabe por quê? Ela é fofa. O modo como a expressão dela muda constantemente é fofo. O modo como ela se anima tão facilmente é fofo. Ainda se lembrar da promessa que fizemos quando éramos pequenos é fofo. Seus sei** são surpreendentemente grandes.

…Veja, contando com tudo isso, como ela poderia não ser fofa? E assim esse romance existe para admirá-la. O romance mais puro do mundo… ou era isso o que eu esperava ler, mas não foi bem assim.

Porém, mesmo não entregando exatamente o que promete, e tendo uma penca de outros problemas, por que indicaria a leitura da light novel escrita por Daisuke Suzuki e magistralmente ilustrada por rurudo? Apenas uma história sobre Miyamoto Sakura sendo fofa, tradução livre do título, é um caso bem peculiar de obra que só existe devido a um fator, o moe, e ainda assim o usa de um jeito estranho.

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Shakugan no Shana me surpreendeu positivamente em seu primeiro volume, não à toa mal esperei ter o segundo em mãos e já parti para ler, o que me levou a trazer este artigo dele o quanto antes. Okay, a light novel saiu faz um tempinho em comparação ao artigo, é que eu moro no Nordeste e as light novels demoram um pouco a chegar onde eu compro. Sem mais demora, é hora de Shana no Anime21!

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Purple Haze Feedback é uma light novel de autoria de Kadano Kouhei e ilustrações de Araki Hirohiko. Sim, o autor de Jojo. A obra se trata de um spin-off que narra eventos que se passam seis meses após a conclusão do arco Vento Aureo, mas tem como protagonista não Giorno Giovanna e sim Fugo Pannacotta, personagem subutilizado na quinta parte.

A novel conta com apenas um volume e seu lançamento fez parte da comemoração dos 25 anos da franquia, para o qual três livros foram lançados, sendo “Over Heaven” e “Jorge Joestar” os outros dois. Feedback é um trabalho autêntico que possui mais pontos positivos que negativos e funciona como um ótimo epílogo para a saga dourada do nosso GioGio.

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No.6 é uma leitura tão prazerosa para mim que acabou sendo a primeira obra a ter seu segundo volume coberto aqui no blog.

Ainda não decidi quais outras séries terão esse privilégio, mas uma coisa é certa, nem que precise comprar os volumes americanos garanto que a história de Shion e Nezumi será coberta até o fim por mim.

Fique a vontade para conferir meu artigo sobre o primeiro volume caso ainda não tenha lido e vamos desmascarar essa utopia juntos!

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Taimadou Gakuen 35 Shiken Shoutai é uma light novel de autoria de Touki Yanagami e ilustrações de Kippu. A obra já se encontra finalizada com 13 volumes, teve adaptações para mangá e uma adaptação para anime de 12 episódios feita pelo estúdio Silver Link.

Foi justamente pelo anime que conheci a obra, me apaixonei por sua abertura e encerramento, principalmente esse último, que é cantado pela Itou Kanako; mas também me apaixonei pela história e seus personagens. Que guilty pleasure que nada, Taimadou é bom sim e reforço essa minha opinião após ler o primeiro volume do material original. Vamos nessa!

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Ler é importante. Quando se refere a cultura otaku existem dois tipos de mídias que são consumidas por meio da leitura: o mangá e a light novel. O primeiro é quadrinho, o segundo é livro. Ambos são o que os otakus consomem antes, durante ou depois – e várias vezes até sem relação alguma -, do anime.

Todas têm o mesmo propósito, contar histórias, mas um apelo diferente, principalmente em um país como o Brasil – conhecido por ter um baixo número de leitores e uma má distribuição de renda. Com pouco dinheiro, pouco é gasto com o que é considerado lazer, e ler sempre fica em segundo plano em relação a coisas como o cinema ou a TV.

Mas ainda assim há um mercado de mangás no Brasil. Não é tão sólido e grande como eu gostaria, mas é consolidado em comparação ao mercado de light novels, um que teve formação tardia e ainda está dando os primeiros passos rumo a prosperidade.

Com esse artigo pretendo não repetir o chavão do “compre para apoiar, senão o mercado não sobrevive”, mas contextualizar melhor esse pensamento e explicar porque acho que ler, e ler light novels, é essencial!

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