Ler é importante. Quando se refere a cultura otaku existem dois tipos de mídias que são consumidas por meio da leitura: o mangá e a light novel. O primeiro é quadrinho, o segundo é livro. Ambos são o que os otakus consomem antes, durante ou depois – e várias vezes até sem relação alguma -, do anime.

Todas têm o mesmo propósito, contar histórias, mas um apelo diferente, principalmente em um país como o Brasil – conhecido por ter um baixo número de leitores e uma má distribuição de renda. Com pouco dinheiro, pouco é gasto com o que é considerado lazer, e ler sempre fica em segundo plano em relação a coisas como o cinema ou a TV.

Mas ainda assim há um mercado de mangás no Brasil. Não é tão sólido e grande como eu gostaria, mas é consolidado em comparação ao mercado de light novels, um que teve formação tardia e ainda está dando os primeiros passos rumo a prosperidade.

Com esse artigo pretendo não repetir o chavão do “compre para apoiar, senão o mercado não sobrevive”, mas contextualizar melhor esse pensamento e explicar porque acho que ler, e ler light novels, é essencial!

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Arifureta é uma light novel escrita por Ryo Shirakome e ilustrada por Takayaki. A obra tem adaptação em mangá e seu anime estreia na temporada de verão de 2019. É mais um isekai com protagonista overpower, e quem sabe um harém? Deve ser mais ou menos por aí, mas isso não é necessariamente ruim. Enfim, vamos a mais uma resenha de volume de light novel isekai no Anime21!

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Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka – ou também Dungeon, ou DanMachi – é uma light novel de autoria de Fujino Ohmori e ilustrações de Suzuhito Yasuda. A obra já passou a casa das 12 milhões de cópias no Japão.

Além de jogos, segunda temporada anunciada para julho de 2019 e adaptação para mangá, a obra também conta com vários spin-offs, inclusive o principal deles já teve sua própria temporada de anime, e um filme que saiu faz pouco no Japão, mas ainda não deu as caras no ocidente.

Dungeon é uma franquia consolidada e é sobre seu início que escreverei agora!

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No. 6 é uma light novel de Asano Atsuko, mesma autora de Battery. A obra não tem ilustrações e isso em nada atrapalha a experiência em comparação a outras light novels, pois sua narrativa é excelente.

Ao leitor é apresentada uma história instigante com protagonistas cativantes, e uma escrita dinâmica que faz muito com pouco. O primeiro livro possui apenas 160 páginas no total. A obra tem 9 volumes e seu mangá de 9 volumes foi lançado na íntegra no Brasil – também pela editora New Pop, a mesma casa da light novel.

Porém, parece que a light novel não vendeu tão bem, empacando no volume 5, e por isso precisa de mais leitores para ao menos finalizar a sua publicação. Como blogueiro, o máximo que posso fazer é indicá-la a você, caro(a) leitor(a), e é exatamente isso que eu farei no texto abaixo!

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Shakugan no Shana é uma light novel de autoria de Yashichiro Takahashi e ilustrações de Noizi Itou. A obra se encontra finalizada com 22 volumes, teve bom número de spin-offs e foi adaptada tanto para anime, quanto para mangá. Inclusive, o mangá também está sendo lançado no Brasil pela New Pop. E o que retrata a história de Shana e Yuji? Um mundo cuja realidade é pintada pelo vermelho escarlate.

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Uchi no Musume no Tame naraba, Ore wa Moshikashitara Maou mo Taoseru kamo Shirenai – traduzi e assim ficou mais legal, não achou? –, é uma light novel escrita por CHIROLU e ilustrada por Truffle.

A obra terá anime na temporada de verão de 2019, mas já tem adaptação em mangá, e como seu título indica, trata-se da história de um pai que ama muito sua filha.

Mas não me refiro a uma família típica, nem a um cenário como o do nosso mundo – há Rei Demônio no título, né, remete a fantasia –, e sim de uma história de adoção, lotada de amor e gentileza. Vai me acompanhar nessa história de família?

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Kawaikereba Hentai demo Suki ni Natte Kuremasu ka? – a tradução adaptada, bem mais legal para o título de um artigo, você lê acima – é uma light novel escrita por Tomo Hanama e ilustrada por sune.

Uma comédia romântica que segundo sua premissa foge aos padrões e isso é verdade, mas também não o é.

Na história acompanhamos Keiki Kiryuu – sim, fazem um trocadilho com a palavra cake, que significa bolo em inglês, na obra –, um adolescente comum que está pronto para viver uma saudável história de amor após receber uma carta de sua “Cinderela”, mas ao invés do sapatinho de cristal, ela deixou cair a calcinha – o que dá início a uma comédia romântica em que quase nada é o que parece.

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Dez dias após o dia das mães – que neste ano coincidentemente foi no mesmo dia do aniversário da minha mãe – e aqui está meu “artigo especial” sobre uma narrativa em que as mães têm os holofotes!

Tsuujou Kougeki ga Zentai Kougeki de 2-kai Kougeki no Okaasan wa Suki desu ka? – a tradução você confere no título – é uma light novel de autoria de Dachima Inaka e ilustrações de Iida Pochi.

A série é lançada desde 2017 e até ganhou um prêmio importante que ajudou a expandir sua popularidade, assim trazendo à tona um tema que costuma ser bem explorado pela ficção, mas em aventura não é comum que seja o central: a relação de uma mãe com seu filho. Que belo tema a explorar, não acha?

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Suzumiya Haruhi é uma série de light novels escrita por Nagaru Tanigawa e ilustrada por Noizi Itou. A obra vendeu horrores e teve duas temporadas de um anime super popular que catapultou o sucesso, tornando-a não só uma referência no meio das light novels, como também um fenômeno cultural e o clássico incontestável que é.

Porém, a publicação da série de livros foi parada pelo autor e sem prazo confirmado para a volta. Restando aos fãs o desejo de que não acabe no limbo. No artigo comentarei minhas impressões do primeiro volume, A Melancolia de Suzumiya Haruhi, que dá nome a animação.

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The Akiba Labyrinth: A Little Trip with My Little Big é uma light novel de autoria de Maho, ilustrações de Chiwawa Iwasaki e que, tal como Alice’s Tale e Whether It Rains or Shines Tomorrow, tem poucas páginas para o padrão das novels e foi lançada no ocidente em uma iniciativa da Conyac, empresa de tradução colaborativa sediada no Japão. Você é o little ou big de alguém? Vamos sair desse labirinto?

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