Análise FOFA (ou análise SWOT, como resolveram deixar na versão em português, já que, se traduzissem, ou ninguém entenderia, ou ninguém levaria a sério) nada mais é que o estudo de forças, oportunidades, fraquezas e ameaças à cerca de produto, empresas, etc. No caso do anime, Shiratori decidiu trazer à tona a ideia de fazerem uma bebida que tenha como base cebolinha e gengibre.

Considerando-se os gostos estranhos de Shiratori para bebida, talvez ele tenha achado que seria uma boa ideia, porém trabalhar com análise de produto requer muito pensamento crítico e muitas informações, separando até uma equipe para isso. No caso, os cinco membros do time de Badminton da Sunlight se reuniram para ir a uma viagem de negócios para reunir isso tudo.

A maior palhaçada foi ver que Shiratori é um zero à esquerda em se tratando de trabalho de escritório. Ele não sabe fazer nada: nem trabalhar em equipe, muito menos digitar rápido. Quando é coisa de trabalho, só lhe vem Badiminton na cabeça. Ainda bem que tudo terminou acertado, com direito a um pouco de fanservice e de Mikoto entregando os colegas de trabalho na cara dura depois de muita bebedeira.

Claro que resolvi colocar a ideia geral do episódio 3 logo acima para depois citar como foram os jogos. Antes mesmo do jogo principal começar, que era a terceira partida da Sunlight, Shiratori e Mizusawa foram até uma fazenda onde a principal fonte de renda é a cebolinha. Havia uma enorme plantação dela, e Mikoto descobriu da pior forma que não se deve consumi-la crua.

O sabor da cebolinha sozinha e crua é péssimo

Cebolinha é algo que deve ser preparado com cuidado, mas aprendemos que pode ser feita de diversas formas. Pondo em prática na culinária brasileira (a gente é brasileiro, né, gente, não vou lembrar nada da comida japonesa), se for fazer com arroz, é importante colocar apenas ao final do cozimento para não perder as suas propriedades, além de não queimar o “tempero“. Ela também tem gosto e cheiro ardidos, mas traz diversos benefícios para o corpo.

As diversas formas que a cebolinha é utilizada na culinária japonesa

Depois de todas as considerações sobre os trabalhos a serem feitos, que inclusive o representante do setor de qualidade da Sunrise fez o favor de saber sobre os detalhes (é o serviço dele mesmo), o jogo contra a equipe que a empresa nunca havia vencido antes começou.

Acredito que as partidas tenham sido rápidas demais, assim como foram no segundo episódio, mas conseguiram dar um destaque legal sobre os traumas do passado de Takeda e Shiratori. As partes que resolveram animar tiveram bastante movimento, mas boa parte das vezes resolveram pular muitas cenas.

Parece que resolveram trocar as duplas do time adversário: a primeira é formada por um que já estava acostumado a jogar mesmo e outro da última dupla, isso para dar espaço para o antigo colega de equipe de Shiratori jogar. Claro que isso deu alguns gatilhos no protagonista, mas nada que o impedisse 100% de jogar.

Jogando contra a equipe da empresa Tomari

O jogo começou e, como o time adversário tem uma torcida muito ferrenha, que é o que acontece em muitos animes de esporte mesmo, fez com que o trauma de público de Takeda aflorasse. A situação que ele passou foi altamente angustiante e amedrontadora, e isso acontece até hoje. Mesmo já tendo outras partidas, é algo que Koki não está acostumado com torcidas.

E se declarar na frente do colégio todo por causa de um pitaco errado dos amigos (que inclusive até se sentiram mal por isso) foi um ato corajoso que lhe rendeu uma dor tremenda. Nisso, sua dupla perdeu o jogo. Pode parecer algo extremamente tosco para algumas pessoas, mas para outras é algo real. Infelizmente, como dizem: “anime não tem psicólogo”, e só apenas com o esporte ele consegue resolver o que está sofrendo.

Imagine-se no lugar dele

O que foi o caso de Shiratori que, depois de pular para cima de seu antigo colega de equipe, fazer com que caísse no chão e piorasse o problema que já tinha no cotovelo, começou a ter trauma de pular para trás. Pelo que entendi, o problema foi que Azuma parecia ser o único que não entrou no colégio por causa de indicação, e sim, por estudo, então resolveu se exceder demais no esporte, principalmente com levantamento de peso, e isso facilitou com que o ligamento se rompesse.

Nem sempre se forçar a ser igual aos outros é algo bom

Como Shiratori não sabia de nada disso, nada mais comum que pensar que a culpa havia sido toda dele, a ponto de se sentir culpado o suficiente de nem conseguir visitar Azuma no hospital. Este até pensou que teria sido melhor se nunca o tivesse conhecido, mas com ajuda de Mizusawa, Mikoto conseguiu dar a voltar por cima e a dupla ganhou.

Ele finalmente conseguiu!

Saeki Souta, que jogou antes de Shiratori e Mizusawa, também venceu o seu jogo, mas parece que ele tem outro tipo de problema. Pode não ser um trauma que o pessoal conheça, mas o treinador sabe que tem coisa aí. Este até perguntou se ele gostava de jogar badminton, mas respondeu com uma voz diferente. Parece que não gosta tanto assim e está ali porque foi obrigado, ou algo parecido.

Ele diz que sim, mas está claro que não

O jogo terminou e ambas as equipes foram beber juntas. Parece que a outra tem muitos personagens singulares: enquanto um é completamente egocêntrico, um outro só liga para músculos, e assim vai. Terminou que Shiratori só conseguiu se desculpar com Azuma depois de ter bebido muito, mas foi tudo resolvido (depois de anos ele conseguiu  mas, por mais que estivesse bêbado, foi de coração).

Depois da bebedeira e de ser bastante sincero, desmaiou

O quinto episódio terminou com a seguinte questão na cabeça de Mizusawa: a aposentadoria. Como ele já está velho para continuar trabalhando como jogador de badminton, Tasuku estava prestes a sair do esporte, quando Shiratori começou a ser sua dupla. Este o tem ajudado muito, mas em algum momento precisará deixar de jogar. Até quando vai continuar?

Muito obrigada por acompanhar este artigo até o final! o/

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