O passeio pelo bar de jazz e o incentivo para compor fez o Takt se questionar, “para quem eu vou compor?”, e na falta de sua amiga de infância/crush, estava na cara que o anime investiria nisso, nessa, vamos dizer assim, crise de identidade, em meio a D2s e a revelação do vilão.

Não que nós já não soubéssemos quem era, mas é que, por mais óbvio que essas coisas sejam, não tem como desconsiderar o momento em que são confirmadas, né? E foi bom ou ruim a revelação? Para mim não quis dizer nada. Felizmente, há mais o que falar sobre esse episódio.

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Os dois últimos episódios de Komi-san focaram nela, a nossa querida deusa. Pegando o final do verão e a volta às aulas, Tadano, Komi e cia se divertiram muito, tendo novas experiências.

O verão de Komi pode ser facilmente classificado como ótimo. Saiu com seus amigos, se divertiu, teve novas experiências e por fim, ficou com o amargo gosto de quero mais.

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Podemos ignorar os seis minutos iniciais e a esquete da deusa? Podemos, mas só para não passar batido, por que essa insistência com a mãe quando já tem três garotas doidinhas pelo protagonista? É algo que dá uma avacalhada quando o anime até tenta falar sério.

E em momentos distintos a tentativa foi essa, com a Maha abrindo o jogo com o Lugh e com a reflexão dele acerca de seu primeiro serviço. Esse anime certamente não é um primor, mas é inegável que dá o devido peso as suas escolhas. A mãe é a exceção, (in)felizmente.

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Uma noite normal e calma como qualquer outra, até que criaturas em procissão começam a rodear carros em movimento enquanto seus motoristas amedrontados nada podem fazer. Acidentes, acidentes e mais acidentes acontecem nessas circunstâncias misteriosas.

E de fato, o episódio já começa bastante misterioso, com uma premissa quase sem sentido, mas que na verdade escondia uma explicação bastante simples. E se me permitem a sinceridade, até engraçada.

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Ao longo de três temporadas e cerca de 93 episódios – até o presente momento -, o anime se concentrou em mostrar como os protagonistas se viravam para dar conta de crescer como lutadores da Border, enquanto encaravam suas próprias fraquezas pessoais, por vezes as superando e por vezes não.

Entre evoluções e estagnações, Osamu e Chika jogam como dá, mas diante dos grandes sonhos que os dois alimentam, fica difícil se manter no mesmo passo lento, quando a urgência te pede que caminhe mais rápido ou corra – especialmente no caso dela. Será que com o confronto direto que sofreu agora, a pequena atiradora finalmente vai se tornar a ameaça que nasceu para ser?

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Estou vivendo um sonho ou esse episódio foi realmente muito bom? De cara logo vimos dois exemplos de independência das heroínas, Tarte e Maha, em aspectos parecidos no quesito “se defender sozinha”, mas diferentes, afinal, uma foi testar sua lança, a outra o tino para os negócios.

Ambas, em certo nível, ganharam alguma independência do protagonista, ainda que, obviamente, tudo que façam continue atrelado a eles. Mas o que mais me fez gostar desse episódio nem foi isso e sim algumas reflexões que ele me provocou e a decisão óbvia o Lugh. Seguimos?

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Esse foi o episódio do anime que menos me agradou pelo quão vazio ele pareceu tematicamente, ainda que não tenha sido inútil se pensarmos na apresentação do comandante-chefe e no quão claro é que ele tem um plano que deve ser no mínimo questionável, senão não o esconderia.

Além disso, teve animação boa, mas quando esse anime não tem? Às vezes tenho a impressão de que takt é mais sakuga que roteiro, até pelo quão clichês e rasos são os personagens, principalmente os novos. Walkure e Inferno não salvaram o episódio, mas a música salvará o anime?

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