Do trio principal de digimons todos já haviam conseguido as suas evoluções, sendo o Angoramon a única exceção. Sem falar que só o Gammamon já havia recebido quatro evoluções distintas. Quatro! E o pobre Angoramon nem mesmo uma única. Não mais, pois nesse episódio ele finalmente teve essa honra.

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O que comentar sobre esse episódio? Ele nada mais é do que a repetição daquilo que há de melhor nos episódios anteriores. Se o anime vinha numa ascendente, então vimos o cume de tudo aquilo que essa guerra poderia proporcionar. E se o último episódio estava cheio de reviravoltas, então esse também teve as suas.

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Sabe aquele clichê do shonen clássico que muitos autores não sabem usar? Então, Sabikui Bisco conseguiu trazer isso de forma assertiva sem estragar o episódio. Foi o melhor dos três até o momento e, seguindo a regra dos três primeiros episódios, será que é um anime em que vale a pena investir?

Sem enrolações, é bom deixar claro desde já que sim. É um ótimo anime! Tem um grande potencial e ideias bem únicas, mas que faz questão de manter aquele clichezinho clássico que todo mundo ama.

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Ao não se ressentir do Mukaido pelo que ele fez (o que também seria ridículo), o Mirai está começando a entender melhor outros pontos de vista, o que é necessário, pois mesmo o seu não estando exatamente errado, ele também não é blindado de críticas e questionamentos.

Aliás, em artigos anteriores havia escrito que não iria mais parar para me importar com o Mirai e sua ideologia furada de felicidade, né? A diferença agora é que não temos mais Metropoliman, não temos mais um referencial de vilania na trama, então tudo está meio que em aberto.

Mas sim, também é verdade que o anime já falhou demais na construção do protagonista e que a essa altura ele ainda se manter tão convicto é sinal de que não vai mudar, e em um cenário ainda pior, não será forçado a isso, coisa que o vilão pelo menos tentava, mas ele morreu, então…

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Souma e o reino conquistaram uma grande vitória contra Amidônia. Derrotaram o invasor, trouxeram a estabilidade política que o reino necessitava e conseguiram ótimos acordos políticos e econômicos.

Podemos afirmar que ele fez o que desejou nesse conflito. E até mesmo por conta dos acontecimentos que tivemos nesses dois episódios, o ritmo foi bem calmo e tranquilo, do tipo que não agrada qualquer um.

Mas querendo ou não faz parte da proposta da obra, que seria ter uma estrutura mais realista em torno de seu “herói”. Enfim, de qualquer forma temos muito o que comentar sobre tudo o que ocorreu.

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Apesar de ter recusado a troca de chocolates no Dia dos Namorados com Sasaki, Miyano se sente um pouco afoito sobre se deveria ou não dar algo a ele de “Dia Branco” (ou “White Day”, que vem um mês após ao recebimento dos chocolates de Dia dos Namorados no Japão. Esta é a data na qual as pessoas que ganharam uma guloseima dá um presente em troca. Inclusive, esse tipo de coisa está entrando em declínio com o passar dos anos).

Em se tratando de Dia dos Namorados, no qual geralmente são as meninas que entregam os chocolates, há alguns anos já começaram vários protestos contra essa data, já que é puramente comercial, assim como no Brasil, e que, muitas vezes, acaba sendo algo unilateral, pois grande parte das pessoas não recebem nada em troca no “Dia Branco”, além do gasto que muitas vezes é desnecessário. Inclusive, várias pessoas preferem comprar chocolates a si mesmas por saber disso.

No caso de Sasaki to Miyano, houve a troca depois do calouro pensar tanto, e foi um mangá BL que deu um empurrãozinho, apesar de que ele rejeite inicialmente qualquer experiência do tipo em sua vida. Mas é com algumas reflexões que o menino percebe que as coisas não podem ficar assim.

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