Ao não se ressentir do Mukaido pelo que ele fez (o que também seria ridículo), o Mirai está começando a entender melhor outros pontos de vista, o que é necessário, pois mesmo o seu não estando exatamente errado, ele também não é blindado de críticas e questionamentos.

Aliás, em artigos anteriores havia escrito que não iria mais parar para me importar com o Mirai e sua ideologia furada de felicidade, né? A diferença agora é que não temos mais Metropoliman, não temos mais um referencial de vilania na trama, então tudo está meio que em aberto.

Mas sim, também é verdade que o anime já falhou demais na construção do protagonista e que a essa altura ele ainda se manter tão convicto é sinal de que não vai mudar, e em um cenário ainda pior, não será forçado a isso, coisa que o vilão pelo menos tentava, mas ele morreu, então…

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Souma e o reino conquistaram uma grande vitória contra Amidônia. Derrotaram o invasor, trouxeram a estabilidade política que o reino necessitava e conseguiram ótimos acordos políticos e econômicos.

Podemos afirmar que ele fez o que desejou nesse conflito. E até mesmo por conta dos acontecimentos que tivemos nesses dois episódios, o ritmo foi bem calmo e tranquilo, do tipo que não agrada qualquer um.

Mas querendo ou não faz parte da proposta da obra, que seria ter uma estrutura mais realista em torno de seu “herói”. Enfim, de qualquer forma temos muito o que comentar sobre tudo o que ocorreu.

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Apesar de ter recusado a troca de chocolates no Dia dos Namorados com Sasaki, Miyano se sente um pouco afoito sobre se deveria ou não dar algo a ele de “Dia Branco” (ou “White Day”, que vem um mês após ao recebimento dos chocolates de Dia dos Namorados no Japão. Esta é a data na qual as pessoas que ganharam uma guloseima dá um presente em troca. Inclusive, esse tipo de coisa está entrando em declínio com o passar dos anos).

Em se tratando de Dia dos Namorados, no qual geralmente são as meninas que entregam os chocolates, há alguns anos já começaram vários protestos contra essa data, já que é puramente comercial, assim como no Brasil, e que, muitas vezes, acaba sendo algo unilateral, pois grande parte das pessoas não recebem nada em troca no “Dia Branco”, além do gasto que muitas vezes é desnecessário. Inclusive, várias pessoas preferem comprar chocolates a si mesmas por saber disso.

No caso de Sasaki to Miyano, houve a troca depois do calouro pensar tanto, e foi um mangá BL que deu um empurrãozinho, apesar de que ele rejeite inicialmente qualquer experiência do tipo em sua vida. Mas é com algumas reflexões que o menino percebe que as coisas não podem ficar assim.

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Nesse episódio vimos o quanto a Cayna ainda se sente ligada ao mundo no qual vivia antes. É como se ela procurasse pessoas que conhecia a fim de se situar no jogo, mas estivesse perdendo de vista que os NPCs de outra hora não são mais isso e sim pessoas reais, de carne e osso.

Felizmente, não é nem que ela teve exatamente um problema com os nativos de Leadale, mas acredito que depois de seu período depressivo se atente para esse fato, de que sua vida agora é essa, não a de uma humana em um jogo, mais de uma elfa superior em um mundo de fantasia.

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Vanitas, Noé e cia voltaram para mais 12 episódios em busca da salvação dos vampiros (ou talvez de outro alguém). Aliás, antes de mais nada precisamos dar uma revisada no que aconteceu até aqui, certo?

Bom, se você não viu a primeira parte de Vanitas, existem duas opções: assistir o recap ou os 12 episódios. Acho que não preciso “dizer” que assistir os 12 episódios vai ser uma experiência bem melhor, né?

Mas a recapitulação não passa vergonha e consegue levantar todos os principais acontecimentos da primeira parte.

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É só impressão minha ou a Nezuko fazendo cara de sádica fica ainda mais linda? É uma pena que ela conseguir luta signifique justamente ceder ao seu lado oni, que ela tenta conter o tempo todo e de toda forma, senão a preferiria sempre em posse desse poder, literalmente empoderada.

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