Que episódio do caralho, hein? Tenho no máximo uma ou outra ressalva a fazer, mas no geral curti bastante o passado do Shigaraki e como, mesmo achando que o pai contribuiu mais que todos os outros para a tragédia, ainda assim, não consigo achar alguém para botar a culpa. Foi uma soma de fatores, todos infelizes, que levaram o mãozinha a se tornar o que ele é, um vilão, o porta bandeira do mal no Japão.

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Que episódio do caralho, hein? Tenho no máximo uma ou outra ressalva a fazer, mas no geral curti bastante o passado do Shigaraki e como, mesmo achando que o pai contribuiu mais que todos os outros para a tragédia, ainda assim, não consigo achar alguém para botar a culpa. Foi uma soma de fatores, todos infelizes, que levaram o mãozinha a se tornar o que ele é, um vilão, o porta bandeira do mal no Japão.

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Twice sendo pintado como anti-herói, pode isso Arnaldo? Pode, e não gosto muito, mas ao mesmo tempo entendo apelar para essa construção de vilania mais “amena” com a galera da União, ainda mais se pensarmos em seu líder, Shigaraki, e o passado complexo que ele carrega. Quanto ao Twice, ao ver a m*rda ser jogada no ventilador é claro que ele reagiria, dobrando as dificuldades que se amontoavam ao seu redor.

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Dane-se o Exército da Liberação, meu foco será a União, que arrasou nesse episódio com os momentos de destaque de alguns de seus integrantes. Aliás, de um grande momento da vilã Toga. Mas antes de falar dela, posso falar mal do Re-Destro? Ele quer ser o sabichão, mas mal sabe que Nomu não falta, o que falta é o “Maozinha” se provar, mas como ele está é impossível parar o homi. É hora de matar NPC no Anime21!

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My Villain Academia estreou e confesso estar um pouco dividido sobre o que achei do início do arco, pois se por um lado tenho a convicção de que ele foi jogado para o momento certo (o segundo cour da temporada), por outro temo pela adaptação, já que só seis episódios dificilmente darão conta de adaptar tão bem a história. É só impressão minha ou os 19 episódios anteriores poderiam ter sido 13 ou 14? Enfim, vamo nessa?

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Infelizmente, esse não foi um episódio sobre o amor platônico da Uraraka pelo Deku. Sei que BokuAca não é romance e que a questão abordada nesse episódio é realmente pertinente, mas não consigo não pensar que a história apresentada foi meio descartável. Eu não diria ruim, afinal, nós vimos o Aizawa, e ele é um personagem importante, chorar e revelar um pouco do que o impactou na sua formação como herói, mas…

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Se heróis como os de BokuAca existissem na nossa sociedade, você apostaria quanto que haveriam trocentos stalkers de heróis? E pior, sendo alguns deles verdadeiros vilões malucos que querem ser mortos pelos tão poderosos heróis. Só por isso que desconto a construção feita nesse episódio porque o tal do “Ending” não me agradou em nada, realmente foi um mero meio para um fim, esse já bem mais satisfatório para mim.

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Perdão é algo que acho razoável qualquer que seja o caso, mas não a reconciliação, e no caso da família Todoroki tinha uma certa resistência em ver uma reconciliação entre o patriarca, Endeavor, e seus filhos, principalmente o Shoto, um dos co-protagonistas dessa história. Com o tempo mudei de opinião e acho que seria sim legal vê-lo perdoando o pai, mas quando ele vai estar pronto para isso que é a pergunta de 1 milhão de dólares.

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Vi muita gente falando que quem apareceu no final desse episódio é o vilão do terceiro filme (confesso que nem dou muita bola para eles) e que isso era ruim e blábláblá, mas, honestamente, o público quer o que, que adaptem religiosamente o mangá e percam dinheiro? Aliás, nem acho o caso de terem feito besteira ao inverter os arcos, ao menos se o arco seguinte não for massacrado pelo número de episódios que deve ter.

Sem mais delongas, vamos falar do episódio de praia que não morreu nela!

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