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Se na primeira temporada Makishima questionava a capacidade e legitimidade de Sibyl para julgar o destino de cada pessoa, nessa segunda temporada Kamui questiona a imutabilidade de seus julgamentos. Makishima não se importava se as pessoas eram más ou não, ele apenas não acreditava que fosse justo uma entidade decidir isso sumariamente baseado em um mero diagnóstico das pessoas, sem que elas houvessem efetivamente cometido crimes. Kamui parece acreditar que qualquer pessoa pode mudar, mesmo aquelas dadas como perdidas pelo sistema, e tenta usa um maníaco para provar o seu ponto. Ainda é cedo para eu próprio ter certeza disso que estou dizendo, mas é o que absorvi do primeiro arco, introdutório. E como toda introdução está cheia de informações, confesso que ainda não sei como encaixar tudo o que acho que entendi. Então vou apenas explicar ponto a ponto, e esse texto deve ficar mais desconexo que a média dos meus demais artigos. Me desculpe, me aguente e me acompanhe.

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