A vida de Narumi não está muito fácil, muito menos a de Shirogane e Masaru. Narumi agora está em outro país e ficou fora de perigo de morrer com o tratamento que recebeu, Shirogane e Masaru ainda continuam no circo, sendo que o menino ainda continua sendo perseguido por onde vai.

O lutador de artes marciais agora tem uma nova missão: enfrentar automatas, já que alguns fazem parte do chamado “Circo da Meia-noite”, o qual espalha a Síndrome de Zonapha, e por isso várias crianças correm risco de morrer ou de “virar zumbis” por causa da doença, e o Circo Nakamichi conseguiu mais uma nova integrante.

Narumi, o lutador de artes marciais, conseguiu um tratamento estupendo em um hospital dos Estados Unidos. Foi usado um elemento chamado: Aqua Vitae. É um elixir criado por um alquimista que permite que todos os cortes, outros ataques e doenças sejam curados em uma velocidade surpreendente. Quem vê o anime/lê o mangá sabe o quanto de sangue ele perdeu depois dos ataques da mansão do tio de Masaru.

O grande problema é que toda a Aqua Vitae do hospital, que foi usada para curá-lo, acabou, e esse elixir cura principalmente a tão conhecida Síndrome de Zonapha. E o pior de tudo é que Narumi foi parar justamente em um hospital em que crianças com essa síndrome estão internadas. Não é à toa que médicos e enfermeiras se lotem de medicamentos para mantê-los sãos enquanto vão tratá-las. Não é fácil manter um sorriso enquanto se vê indivíduos tão pequenos sofrendo.

Tentando manter o desespero sob controle.

E também não é muito fácil saber que crianças são tratadas como criminosas para fins de pesquisas. Lucyle pergunta sobre o Circo da Meia-noite a elas como se fosse a última coisa a se fazer (e é, já que a cura para a síndrome acabou). E não é à toa que várias crianças são acometidas, porque geralmente são elas que gostam de circo, porém a atração principal é a coisa mais cruel que se pode acontecer com alguém.

A fase final da doença, em que as crianças “não morrem”.

Para completar o desespero, além de ver algumas crianças praticamente morrendo com a Síndrome de Zonapha e outras “virando zumbis” por causa dela, Narumi ainda tem que lutar contra diversos automatas que estavam querendo entrar no hospital. A luta foi tão violenta para os pequenos que a maioria ficou com medo, além disso, o lutador de artes marciais teve que sair de lá e aceitar a escolta de Guy, um shirogane Francês. Narumi, para proteger todas as crianças, decidiu se tornar um shirogane, nem que ele próprio se torne uma marionete, dizendo que fará de tudo para conseguir Aqua Vitae para elas.

A máscara que esconde toda tristeza de seu coração e não deixará que mais ninguém sofra.

Enquanto isso, os integrantes do Circo Nakamichi estão se desdobrando para arrecadar dinheiro. Os irmãos estão fazendo obras em uma construção civil e a Shirogane, fazendo bicos em um parque de diversão, vestindo-se como uma palhaça e fazendo o que sabe de melhor: acrobacias. Vilma se vê interessada nela (essa mulher, inclusive, é a primeira personagem lésbica de Kazuhiro Fujita que vejo, e a acho espetacular) e começa a desafiá-la. Além disso, ela havia recebido a missão de matar o Masaru.

Vilma se torna amiga de Shirogane rapidamente, principalmente depois de saber que ambas “conheceram (porque Shitogane não sabe que Narumi não morreu, mas o irmão de Vilma morreu na sua frente) pessoas com a Síndrome de Zonapha”. Shirogane, enquanto estava fora para pegar algo que esqueceu, deixou Masaru sozinho, e no meio disso, Vilma resolveu atacá-lo.

Vilma, a mulher contratada para matar Masaru. Também se candidatou para ser lançadora de espadas no Circo Nakamichi.

O sétimo episódio foi bom para descobrir (pelo menos para quem não leu esta parte no mangá antes) que Shirogane também fez uso do Aqua Vitae, e por isso conseguiu se manter firme diante de todos os ataques de Vilma. Eu estava com medo de que corressem demais com estas partes, e foi exatamente isso o que aconteceu. Porém, percebi que deu bastante certo pelo que estava pensando. Conseguiram juntar as duas cenas corretamente, mostrando que Shirogane, Masaru e Narumi estão conseguindo viver em situações bem diferentes (e não posso me esquecer que Narumi perdeu sua memória e nem se lembra deles dois).

Muito obrigada por ler este artigo até o final, nos vemos no próximo! o/

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    Como estava esperando esta análise de “Karakuri Circus”, pois foi o que havia pensado: por a ver dois núcleos de personagens que vão juntar mais perto do final, eles iam ter de focar em cada um, só me enganei que o 7° ep ia continuar no Narumi e só aí focar novamente em Masaru e Shirogane,mesmo assim, devem fazer este rodízio de dois em dois ou em um e meio pra cada um. É esperar pra ver os resultados, quanto a acelerar, respiro aliviada que não vai ser como “Houshin Engi”, porque aquilo foi uma vergonha que fizeram: na segunda versão do anime desta obra, simplesmente rusharam a obra até a parte mais importante e ficou demasiado confuso o roteiro em si, nem eu aguentei e desisti após os dois primeiros episódios. Sorte que o Fugita e o pessoal da produção estão envolvidos na animação e deve ficar menos corrido que o esperado.

    Este sexto episódio foi tenso demais, poder saber mais das sequelas da Síndrome de Zonapha nas crianças e no pessoal do hospital ter de usar medicamentos neles mesmos pra manter os semblantes alegres doeu em mim; tem um momento da luta do Narumi no ep 7 que numa das caras me fez lembrar do Tora de “Ushio to Tora” e se for pra pensar, ter o mesmo dublador funciona muito bem. O sétimo foi legal também e mostrar um pouco da rotina do circo pra arrecadar fundos, mostra que num primeiro momento, Masaru e Shirogane vão ter paz até quando as coisas apertarem; fora que a Vilma é uma personagem de personalidade forte e mesmo a princípio sendo mais uma pra matar o garoto, acaba o Masaru a perdoando e por tudo, ela entrar no circo foi uma forma de compensar por tudo.
    Desde que sigam uma linha narrativa que não caia na armadilha de rushar demais, o anime siga esta vibe que tem sido. Até mais!!!

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