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Sei que eu demorei pra escrever sobre estes episódios, mas não é porque eu não queria mais escrever e sim porque eu não sabia o que escrever. Sério eu acho que tive um bloqueio onde não sabia expressar na escrita sobre os dois episódios. No quarto ep nem tanto, mas no quinto, aquilo foi bizarro demais. Então como não tenho muito a dizer sobre esse ultimo ep que teve, misturarei os dois aqui mostrando meu ponto de vista sobre os personagens e os acontecimentos.

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Vamos começar pelo Governador (que eu acho que é uma mulher). No ep 3 foi dito que ele não se importava muito com as pessoas ali, e que queria na verdade era aparecer. De fato isso mostrava um pouco, mas parece que ele(a) quer mesmo sair daquela ilha com todas as outras, e acha que o caminho seria montando uma sociedade regrada onde demonstra que aquelas meninas poderiam ser inseridas de volta ao mundo delas. Único problema dessa sociedade é da maneira como ela é regida. As garotas que tem potencial liberators e exters podem entrar num patamar mais alto como cavaleiro e viver tranquilamente, mas agora as que não despertam isso só podem continuar no castelo e para serem “protegidas”, em troca elas são rebaixadas a viverem do jeito que as regras mandam. É como se fosse um reino, onde elas são as camponesas, e sempre tendo que abaixar a cabeça para quem tá um grau a cima. Minha teoria sobre o Governador Akira: É uma mulher, só que para manter todas controladas, se finge de homem para as meninas solitárias terem algum príncipe para sonhar a noite, como a Tokonome fez quando o conheceu. E isso eu entenderia, já que parece que nem todas têm parceiras, e sonham com um casamento e um bom marido. Depois, não sei se será nesse artigo, vou falar sobre esse tal casamento obrigatório na ilha.

Sem título 356

Outra figura importante que apareceu nesses dois episódios foi a Charlotte. Mano, que garotinha irritante, se acha a dona da cocada preta, quer mandar e desmandar em todo mundo, até mesmo em quem está no mesmo patamar que ela (comandante Kasumi). Mais uma vez com sua truculenta superioridade, quis separar duas pessoas que se gostavam, que seriam essas duas novas meninas desse ultimo episódio. Charlotte é uma que prova o porquê que essa sociedade não consegue dar certo. Utiliza da sua autoridade para conseguir o quer, não importando como. E já sabemos bem o que ela quer né Mirei? Mas parece que a mesma não dá muita bola para ela. Não seja tão tsundere, quem sabe algum dia, com jeitinho, ela não vira sua parceira liberator para que você consiga virar uma arma! Falando sobre armas, queria entender esse negócio de como um grupo de soldados consegue virar o mesmo tipo de arma de fogo.

Outra coisa parece que as exters podem se transformar sozinhas, o problema é que não teria ninguém para manuseá-las.

Dinheiro na sociedade isolada. Como assim? Mas não vou entrar nesse assunto, já que o próximo episódio falará sobre isso.

Chegando aonde eu não queria falar muito. Que episódio 5 foi esse? Sem pé nem cabeça, tô até agora tentando entender para quê que ele serviu. Será que foi mostrar a parceira exter misteriosa do governador (eu acho que eu sei quem é)? Foi para mostrar que uma liberator pode ter um hárem de exters, como foi visto com a Charlotte? Ou para mostrar a parceira que a Kasumi não quer transformar de jeito nenhum? Ou então demonstrar que nem todas as exters viram armas? –Hã?!! Não basta não virar arma, você ainda tem que demorar a se transformar, e ainda o poder aumenta à medida que a pessoa fica mais triste. –Hã?!! De novo. Penso que deve haver uma explicação, onde a exter por não expressar a excitação de virar uma arma e sim tristeza, acabou realizando sua transformação de uma forma errada. É que nem aquele episódio de Digimon onde o Tai faz de tudo para que o Greymon evolua, mas ele acaba fazendo a digievolução das trevas para Skullgreymon. Vejo esse principio para este episódio, nenhuma outra especulação.

Acho que já falei tudo o que tinha que falar sobre esses dois episódios, o resto que tenho em mente deixarei quieto, no próximo artigo falarei mais sobre eles.

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