Como podem supor pelo título, essa não é uma história para “estômagos fracos”, arrisco-me a dizer que foi uma das coisas mais – se não a mais – desagradável que já li – ao menos no círculo dos mangás. Não falo isso pela obra ter um traço ruim ou por ter uma história não tão bem desenvolvida, mas sim por abordar temas pesados – bullying, violência doméstica, psicopatia, etc – de forma extrema, com a intenção de causar profundo nojo e incômodo. É o tipo de obra que faz você pensar que a humanidade é horrível, e me arrisco a dizer que ela poderia deixar um gosto ainda mais amargo na boca se fosse mais longa ou melhor produzida.

Ler o artigo →