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Eu falei de emoções uns artigos atrás, mas sinto que os produtores do anime ainda estão brincando com as minhas. Fora muitas, muitas cenas pequenas mas carregadas de significado. Primeiro essa cena inicial, depois o fato de mudarem mais uma vez a abertura e o encerramento (segunda mudança em um anime 2-cours, isso é incomum), e ainda essa preparação para o palco do show final e a reunião de praticamente todos os personagens já apresentados na história. Isso é pesado, e causa uma estranha sensação de nostalgia antecipada. Quem está preparado para a última partida de um dos animes de esporte mais populares da história? Porque eu não.


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Antes de mais nada, irei citar rapidamente a cena inicial. Pode não ser nada de mais, mas pra mim foi simplesmente amável em muitas esferas diferentes. O capitão Hyuga está cortando o cabelo da treinadora Riko (ele é filho de um barbeiro), enquanto os dois conversam sobre a partida que ocorrerá naquele mesmo dia mais tarde. Quando ela pede que ele dê o seu melhor e o chama de capitão, ele cora e desvia o olhar. E tenta pedir, gaguejando, alguma a coisa a ela caso eles vençam o jogo, mas Riko espirra devido ao frio, atrapalhando o clima. Qual a relevância disso para o episódio em si? Nenhuma. Mas eu simplesmente amei essa cena de todo o coração, já que os dois são um casal por quem eu tenho grande apego desde o começo do anime. E convenhamos, gente, eles estão no colegial. Uma pitada de romance faz parte da vida.

 

Ver Hyuga-kun corado: não tem preço.

Ver Hyuga-kun corado: não tem preço.

 

Mas voltando ao que interessa, a primeira metade do episódio foi lenta, mostrando a preparação de diversos membros do Seirin para o maior momento de suas vidas. Alguns, como Koganei e Izumi, teriam o apoio em peso de suas famílias, sendo titular ou reserva. Outros, como Teppei, estariam sozinhos – aliás, fofíssima a parte em que ele pediu que contassem a seus avós que eles haviam vencido o jogo, independente do resultado. Kagami tem Tatsuya mais uma vez ao seu lado e, como prova, o moreno recolocou o anel que simboliza a amizade deles no pescoço. E pediu que ele se tornasse o jogador número um do Japão. Já Kuroko relembra todos os momentos desde que  entrou neste time, e aguarda ansioso pela batalha.

Como é uma grande final, precisamos de uma plateia de peso. E isso significa os times de todos os antigos membros, além de absolutamente todos os demais times que o Seirin já enfrentou. Lembram do intercambista africano (acho) superalto que levantou o Kuroko palas axilas na primeira temporada? Até ele está lá. E as famílias, claro. Aomine e Murasakibara, que estão fora desse campeonato, se encontram na entrada do ginásio e discorrem sobre quem levará a medalha de terceiro lugar. Aomine é direto: como Kise não jogará, a vitória é quase que certamente da Shutoku. E ele estava certo, o time de laranja leva a taça por um placar de 96 a 54. Pois é, gente, isso reforça a ideia de que nenhum time simples, por mais forte que seja, é capaz de derrotar outro que tenha um ex-membro da geração dos milagres. Mas então os dois humildemente deixam a quadra para que os verdadeiros protagonistas se apresentem. Seirin e Rakuzan já estavam se aquecendo desde a metade do jogo anterior, e o time de Akashi impressionava ao não errar em absoluto nenhuma das cestas no aquecimento. Ao se encararem frente à frente, o ex-capitão pergunta a Kuroko se ele finalmente irá mostrar o seu basquete. Ele responde que não, irá mostrar o basquete de seu time inteiro. Ui, Kurochin ficou ousado.

 

A determinação agora pesa em ambos os pulsos.

A determinação agora pesa em ambos os pulsos.

 

Prestes a entrar em quadra, mais uma cena fofa: os reservas do Seirin presenteiam sua sombra com uma munhequeira, representando a presença de cada um deles em jogo. Kuroko promete usar ambas, a deles e a de Ogiwara. Meloso, mas temos um massacre para apresentar, não? Os times entram e campo e são apresentados, juntamente com a marcação que cada um fará. Fiquei surpresa em descobrir, por exemplo, que Izuki-kun marcará Akashi. Será Emperor Eye x Eagle Eye então? Eu já estaria trêmula feito Kurochin em sua primeira partida oficial, falo mesmo. No apito inicial, Kagami pede pra saltar no lugar de Teppei. Aparentemente calmo, ele faz com que os espectadores torçam para que ele surpreenda o maldito ruivo nanico e torne essa partida mais empolgante. Tudo começa bem, Kagami consegue pegar a bola do enorme Nebuya, dando a posse inicial a seu time. Como é de esperar, a estratégia é abrir o placar para aumentar a moral do time. Mas Kuroko está empolgado demais e ataca logo com um Ignite Pass Kai que Hyuga não consegue segurar. Sorte que sua luz consegue impedir uma cesta do time rival, e ainda por cima encestar, literalmente, por cima de Akashi. Isso só foi possível graças ao que ele sofreu ao jogar contra Aomine, despertando sua arma mais poderosa. Ou seja: nos segundos iniciais da partida, Kagami já foi capaz de entrar na zona. Opa amigo, apressadinho heim, vamos devagar, que a noite é uma criança!

Agora, minhas apostas: Eu sempre tive dúvidas sobre quem sairia vencedor desse jogo, já que nenhum dos dois causaria estranheza. mas depois de todos os flash-backs, arrisco dizer que será Seirin. Provavelmente uma derrota na final seja o que Akashi precisa pra voltar a seu suposto antigo eu, e esquecer essa máscara que já veste faz mais de um ano. Mas a questão nem é mais quem levará a taça pra casa, mas sim o que acontecerá depois disso. Quem ficará do lado de quem a partir de agora? Todos serão capazes de aceitar o basquete de Kuroko? Vamo que vamo, queremos um final feliz!

 

Kagami impaciente, nem pra guardar os truques pra mais tarde, tsc tsc...

Kagami impaciente, nem pra guardar os truques pra mais tarde, tsc tsc…

  1. Foi DEMAIS, não acredito que tenho que esperar mais uma semana para o próximo episódio. Mas pensar que Kuroko no Basuke vai terminar é triste… Esses animes que acompanhamos desde o lançamento e vão ganhando novas temporadas sempre são mais especiais.
    Ver aquele “Final Stage” na abertura quase me deu um arrepio, uma sensação parecida com o Final Stage de Initial D.
    Vai terminar né? Pois que tenha um final épico então.

    • Essa nova abertura é a melhor abertura da história de todo o anime, fiquei toda arrepiada e a reassisti várias vezes. Tô triste pelo final dele e ansiosa ao mesmo tempo, hahaha. E o fim precisa ser mesmo épico! Aliás, não precisa ser o fim, ele podem animar o Extra Game depois, tá tããããão legal… 😀

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