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O episódio 3 foi um tédio só. Quero dizer, foi metade do episódio com a Rin explicando pro Shirou o que significa participar da guerra pelo Santo Graal. Quem vencer tem o direito de fazer um pedido para ser atendido pelo poder infinito do cálice sagrado. Que são sete mestres e só um pode vencer no final, e que os servos são ferramentas para isso. São os servos que pegam o Graal, já que ambos têm natureza espiritual, mas é mais fácil derrotar os mestres porque os servos são fortes pra caramba. E que enquanto um mestre tiver selos de comando ele pode arranjar novos servos, caso sei lá, perca o seu ou se canse dele, eu acho, o que é mais razão ainda para matar os mestres. A outra metade do episódio eles gastam na igreja, onde o Kirei explica tudo isso pro Shirou de novo. Eles dão tanta ênfase na questão de ser mais fácil matar mestres do que servos e o Shirou é tão contra isso que se eu não soubesse melhor, teria certeza que andarão por aí matando mestres. O episódio 4 não foi muito cheio de eventos também, mas foi mais divertido.

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É um combate divertido

É um combate divertido

No episódio 4 tivemos o primeiro combate da série: a mestra garotinha albina que veste roxo (Ilya) apareceu com seu servo grande e feio (Berserker) para matar todo mundo. E com todo mundo eu quero dizer Rin, Shirou e seus servos. Como o Shirou é um zero à esquerda em combate e como mago a Rin aconselha ele a fugir, e talvez ele devesse ter fugido mesmo pois realmente ele não faz nada de útil ali. Só serviu para no final “salvar” a Saber (aposto que ela poderia ter se salvado sozinha) e começar a cospir sangue. A Saber luta corpo a corpo contra o Berserker e o Archer sobe no alto de um edifício para nos mostrar, mais uma vez, que a classe archer realmente foi moldada para arqueiros.

Olha a cara dele, é preciso coragem só pra olhar

Olha a cara dele, é preciso coragem só pra olhar

No fim das contas não só o Berserker é grande, feio, forte e rápido pra caramba como ele também é indestrutível. Quero dizer, a Saber consegue causar um belo dano nele, mas ele simplesmente se regenera. Ou se as palavras dela forem para ser levadas a sério, ele “reverteu o fluxo do tempo” ou algo assim. O Lancer inverte causa e efeito, o Berserker reverte o tempo, tá ficando boa a coisa. Enquanto isso em alguns momentos o Archer tanta flechar o Berserker, e ele acerta, só que é completamente inútil. Ele acerta várias nas costas do Berserker enquanto a Rin imobiliza ele com uma magia: nem arranha. Ele transforma uma lança em flecha e usa o que a Rin chama de “Fantasma Nobre de Nível A”: nem arranha. Bom, esse último pelo menos despertou o interesse da Ilya que decidiu recuar por enquanto. Não sei exatamente porque ela recuou. Será que pretende capturar e dissecar o Archer? Se isso fizesse algum sentido nesse história, quem sabe.

Essas flechas todas foram em vão

Essas flechas todas foram em vão

Durante a luta entre Saber e Berserker a Rin tentou colocar em prática o plano covarde de derrotar o mestre para derrotar o servo, mas no fim das contas a garotinha de olhar e fala sádicos também é forte pra caramba e se não fosse a ajuda do Archer a Rin é que teria batido as botas. Observação importante: a Ilya se refere ao Shirou como “irmão”. Mas isso pode significar algo ou não, já que tenho a impressão que é costume no Japão chamar garotos mais velhos de “irmão” ou algo parecido. Enfim. Com isso já apareceram quatro servos e três mestres. Suponho que o mestre do Lancer já tenha aparecido também, só não foi revelado como tal. A história é hedionda de fraca mas as lutas são bonitas de ver, se continuar assim já será bom.

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