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O jogo da Raikuzan versus Shutoku terminou, sendo o vencedor o ex-capitão Akashi. Nenhuma surpresa. Mas as jogadas em si ainda estão valendo, e elas incluem terminar de esmagar o já esfarelado orgulho do time perdedor com a mesma superioridade de quem chuta cachorro morto.

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O placar nem foi tão ruim assim, 86 a 70. Mas membros do time do Kise notam algo interessante: times costumam comemorar uma vitória. A Rakuzan suspirou aliviada. Faz sentido, já que, mais difícil do que chegar ao topo, é se manter lá em cima. A pressão é esmagadora, e cada jogo, por mais fácil que aparente ser, é um passo a mais. E, numa maré de alívio, Midorima vai apertar a mão de Akashi, e este nega. Mesmo assim, pede que a Shutoku se mantenha neste nível como adversária. Achei ambíguo, mas fazer o quê. Mas então os derrotados tomam uma atitude bem inesperada pra mim, e bastante significativa: agradecem à sua plateia pela torcida. Gostei, foi um momento de dignidade. Mas não diminui a empatia do choro que se segue fora dos holofotes. Estar fora de uma disputa é sempe doloroso, e eu gosto muito do fato de animes de esporte se permitirem aos jogadores masculinos chorarem sem pudor nestas horas. Mesmo o Takao, o mais animado da equipe, diz que não é capaz de consolar ninguém naquele momento. Partiu meu coração.

 

Não me olha assim, Midorimacchi...

Não me olha assim, Midorimacchi…

 

Mas deixemos de lado um jogo acabado, e vamos ao novo. Seirin x Kaijo. Os times de aquecem em quadra, ao mesmo tempo em que usam certos movimentos para intimidar os adversários. Kise se exibe enterrando em um lance livre, Kuroko e Kagami rebatem com uma ponte aérea. Os ânimos estão a mil, tanto que o próprio Kuroko admite estar impaciente para jogar. A torcida também está empolgada, e com razão. Afinal, é a revanche da estrela azul contra o brilho em ascensão, e isto significa nada menos do que um jogo épico.

Minutos antes da partida, Kuroko quebra a concentração do loiro admitindo que sempre o odiou. Diante do choro deste, ele completa: odiava por ter sido designado como seu mentor na antiga Teiko, mas ter sido rapidamente ultrapassado. Isto torna a aquecer as animosidades. Então soa o apito. E começa aquele que certamente será um dos jogos mais legais de todo o anime. O porquê? Simples. Quando um grande jogo tem início, o natural é que se guarde a energia e as grandes jogadas para o final. É assim que costuma ser, e é assim que a trinadora instruiu o Seirin. Mas Kise não pensa assim, e nos primeiros segundos de jogo já usa o famoso arremesso de 3 pontos de seu ex-colega Midorima. O loiro nem quer saber de guardar porcaria nenhuma pro fim. Mas calma, piora!

 

Kise não está para brincadeiras.

Kise não está para brincadeiras.

 

Kise entra em uma concentração extrema que me lembra a zone, e em seguida usa os bloqueios típicos de Murasakibara. Consegue realizar fintas típicas do basquete de rua do Aomine. E por último, mas não menos assustador: consegue copiar o movimento desestabilizante do Akashi. Ele chega mesmo a parar o passe do Kuroko, o primeiro capaz de tal feito. Kise é o copiador perfeito, e está quebrando o adversário inteiro já no primeiro tempo. É como se eles estivessem jogando contra toda a Geração dos Milagres de uma só vez, imagina a pressão! A própria treinadora admite que a única chance de vitória deles seria com o Kagami entrando na zone, mas isto só será possível ao menos no terceiro tempo. É um recuso exaustivo que não pode ser utilizado a qualquer momento, e isto é um grande problema no momento. Boa sorte, Seirin. Vocês vão precisar.

 

Andar com o Aomine e com o Kagami dá nisso... Tá virando um monstro.

Andar com o Aomine e com o Kagami dá nisso… Tá virando um monstro.

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