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(Também conhecido como: Quanto tempo dura menos de meio set? Ou: afinal, quantas batatinhas o Murasakibara trouxe dentro dessa sacolinha?)

Minha experiência inicial com esse episódio consistiu em acordar bem cedo no domingo com uma mensagem da minha senpai (já anteriormente citada), bem empolgada por sinal, exaltando por motivos até então desconhecidos pra mim o jogador fantasma que nomeia este anime. Como eu supunha que o jogo acabaria agora, eu esperava nada menos do que jogadas sensacionais e uma vitória épica. Nunca estive mais enganada.


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Ok, tivemos as jogadas, mas não a vitória. Estamos no quarto final, lembram? Os dois times estão em uma tensão terrível e mais exaustos do que eu imaginava, mas Kuroko tem uma ideia que pode impedir o Perfect Copy do Kise que tanto os ameaça. A ideia é simples: como o loiro se vale do estilo de toda a Geração dos Milagres, é só usar como adversário o único que conseguiu defender a geração inteira, Kagami Taiga. O problema: não há como prever qual dos estilos ele usará em seguida, e faltam menos de três minutos e meio para o fim do jogo. Como agir?

 

Exausto. Mas não derrotado.

Exausto. Mas não derrotado.

 

Enquanto não surge uma ideia, o jogo segue. Kuroko até tentou inovar o seu repertório modificando a sua dupla, mas foi em vão. Kise é bastante ágil e determinado, e seu estado de quase zone controlada permite que desvende mesmo os truques novos e consiga pontuar. O resto do time é igualmente bom, e o estilo do jogo conquistou completamente a plateia, que agora berra em favor da Kaijo. E isso é péssimo para a Seirin, que além de tudo está com os ombros pesados pela afirmação do capitão de que eles não podem mais cometer falhas. Riko se arrepende por não ter percebido mais cedo o peso dessas palavras, e agora seus meninos cometem um erro atrás do outro. No auge do desespero, Kamagi tenta impedir mais um arremesso de Kise e ao invés disso esbarra e o derruba. Consequência: uma falta e dois lances livres. Em outro momento, Hyuga se impulsiona para impedir que a bola saia de quadra e vá para a posse do time adversário, mas acaba caindo e cortando o lábio. Impulso. Desespero. Medo.

A salvação vem na forma de um macete há muy conhecido dentre os shounens, o poder da perseverança. Ao menos, de certa forma. Kagami tenta pressionar Kise com palavras bonitas, dizendo que eles regem o próprio futuro e que só em um conto de fadas a Seirin seria derrotada. Ao invés de apoio, a consequência foram risadas e deboche.

Kagami sendo mais útil do que o esperado.

Kagami sendo mais útil do que o esperado.

 

Mas belezinha, a tensão se dissipou, já é alguma coisa. Nesse meio tempo, Kuroko se dedica a observar o Kise. E só isso. Ele bem que podia ter feito do banco e deixado outro jogador em quadra, mas ele deve saber o que está fazendo, e a técnica também. Pelo menos ele teve coragem de admitir que está sendo inútil no momento. O bom é que Kagami está fazendo contra-peso para sua sombra, desvendando aos poucos cada intenção de Kise. Grandes coisas, ele continua um passo atrás de qualquer forma! Kise conseguiu se superar mais rápido e mais intensamente do que qualquer outro jogador em todo o anime, e é daí que vêm toda a torcida da plateia a favor de seu time.

A questão é: falta menos de um minuto pro apito final e a Kaijo acaba de virar o placar e está à frente por um ponto. Ou seja, até soar o apito, não há vencedores certos. Kuroko, sabe aquela sua estrategia de observação a fim de tirar uma vitória sabe-se lá de onde pra dar ao seu time a chance de uma partida final incrível contra o seu ex-capitão psicopata? Pois é, anda logo com isso que as coisas não vão nada bem pra vocês.

 

Será que no próximo enfim acaba?

Será que no próximo episódio enfim acaba?

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