Parabenizo a equipe que produziu esse anime, o autor do mangá original em particular, por capturarem a própria essência do que é uma garota monstro. É uma garota, claro, mas que é um monstro. Como é um mangá harém, para não complicar e forçar seus leitores e espectadores a pensar muito, as garotas são apenas clichês. Assim, você sabe que elas estão ali apenas para ter personalidades exóticas, conflitantes e rasas, o que ao mesmo tempo que gera muitos dos conflitos da série agrada diferentes gostos masculinos na audiência. Gosta da garota rígida? Tem uma. Gosta da cabeça de vento? Tem uma também. De fato, essas são as garotas apresentadas nesse episódio. A garota principal é a mais “normal”, como costuma ser, não normal demais para ser chata, não incomum demais para agradar apenas uma minoria. Esses são os ingredientes de haréns há anos, e se vem funcionando não há porque mudar. O cenário e as circunstâncias em que os personagens se encontram pode mudar, mas não a estrutura básica da história. Em Monster Musume, como eu disse, a genialidade está não nas garotas, mas nos monstros.

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Eu ainda to tentando encontrar um estilo pra escrever, e à medida que vou vendo o Aoharu x Kikanjuu, vou gostando mais ainda do anime.

Nesse episódio foi apresentado o 3º membro da equipe, e terceiro personagem principal da série: Touru Yukimura. Um mangaka que faz histórias eróticas, e bastante solitário, cujo único amigo é o Masamune Matsuoka.

Depois de ter perdido aquela batalha inútil para defender a amiga sem noção (Kanae), Hotaru é obrigada a competir nos jogos de sobrevivência, até aí tudo bem, mas ela nunca pensou que seria tão puxado, como ter que madrugar e ser praticamente raptada pelo Mattsun às 5h da manhã. Acho que se ela trabalhasse para pagar os estragos, não seria tão puxado, mas também não seria tão divertido.

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