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Chega ao fim um dos meus animes preferidos de 2015. Eu já devo ter dito, mas se não disse digo agora: essa segunda temporada foi bem inferior à primeira. Ainda assim foi boa, mas bem inferior. E mesmo o final sendo, como um arco fechado, isolado, bom, acima da média do anime, acho que ele contribuiu para rebaixar a segunda temporada e Concrete Revolutio como um todo. Acima da média mas que abaixa a média? Ora, se você assistiu Concrete Revolutio até o fim, como eu, sabe que esse anime não é famoso por ser ortodoxo. Em Concrete Revolutio isso faz total sentido.

O que eu não sabia era como arrancar algum sentido desses dois episódios finais. Eu deixei de escrever a semana passada porque sinceramente não sabia bem o que escrever. Quero dizer, eu poderia ter escrito muita coisa sobre a decisão do Jirou e sobre as revelações do episódio, mas elas sozinhas não eram suficiente para concluir nada. Eu seria forçado a especular loucamente para escrever um artigo que não fosse fraco. E eu adoro especular! Mas ter que especular tanto, faltando apenas um episódio, e ainda por cima em Concrete Revolutio, é pedir pra errar. Digo com convicção: nada do que eu imaginei de específico após o episódio 10 se provou verdadeiro. Apenas coisas bem gerais, como a Kikko e o Fuurouta estarem no exército que contra-atacava o Jirou apenas para reencontrá-lo – e, quem sabe, fosse o caso do Jaguar também? Era. E daí?

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