Para o(a) caro(a) leitor(a) que me acompanha nos artigos de Nanatsu no Taizai: Imashime no Fukkatsu já está mais do que na cara o quanto venho elogiando a obra, e mais uma vez me cabe dizer o quão agradável foi um episódio. Apesar de um pouco mais parado, tivemos algumas informações relevantes sobre o passado de Meliodas, e uma cena muito marcante para terminar o episódio. Então, vamos a análise.  

O começo do episódio foi basicamente mostrar o cavaleiro que tentou prender Meliodas logo no início da obra, se recuperando com auxílio de Hawk e Elizabeth no chapéu de Javali. Além disso, a notável crescente no esforço de Elizabeth em tocar o negócio de seu amado. Mesmo com a hospitalidade de Eli, Golgius manteve seu orgulho e resolveu ir embora.  

Antes de dar prosseguimento na análise do episódio, vejo como necessário comentar sobre o novo jogo de imagens da opening. Para todos os fãs acredito que, tenha sido complicado ver Meliodas sumindo do lado de Elizabeth. Outro ponto interessante e bastante vibrante é ver a forma como Escanor foi retratado, sendo aquele que assumiu a responsabilidade por liderar os pecados capitais na luta contra os mandamentos.  

Os pecados capitais.

Bom, no momento seguinte aconteceu o reencontro de Zaratras( pai de Ghilthunder) com Elizabeth. Ai a pergunta que surge, como ele está vivo? Seria por conta da magia de Merascylla. Isso seria apenas mais uma informação, mas se torna algo interessante pois ela foi morta por Ban, e acreditava-se que ao matá-la todas as almas revividas, voltariam a descansar. Essa informação acarreta o seguinte, se Zaratras está vivo, quer dizer que Elaine também está? Uma questão bem atenuante, pois segundo Jericho, Elaine haveria desaparecido em um feixe de luz após Ban matar Merascylla. A resposta pode ser bem simples, Elaine não desapareceu completamente, na verdade foi apenas mandada a outro lugar, contudo isso não passa de teoria, e provavelmente será melhor explorado no próximo episódio.

Zaratras

 Através da habilidade de Zaratras foi possível verificar as memorias de Meliodas. Mais especificamente foram quatro delas, as quais são interessantes se falar de cada uma.  

A primeira lembrança: Se arremete ao primeiro encontro entre Zaratras e Meliodas, na antiga cidade de Danafor que foi destruída. Onde Meliodas foi o responsável por salvar a vida de Elizabeth, a qual ele chamou de sua esposa. Isso talvez só reafirme o grande sentido da traição de Meliodas contra os mandamentos? 

A segunda lembrança: Essa é dois em um, e mostra o quanto Meliodas queria estar ao lado de Elizabeth até em seu crescimento. A ponto de se oferecer ao reino como contratado e assumir a responsabilidade pela segurança dela.  

A terceira lembrança: Essa é uma das mais importantes pois mostra a fundação dos sete pecados capitais. O grupo teria derivado dos presságios do Rei de Liones (pai adotivo de Elizabeth), e assim o grupo se iniciou com Merlin e Meliodas, ambos passaram a ir atrás dos outros cinco integrantes posteriormente (no caso os outros cinco presságios do Rei). O objetivo da fundação do grupo seria se vingar dos mandamentos.  

A quarta lembrança: Essa é a mais intrigante, e está ligada diretamente ao passado de Meliodas. Ele revelou que já viveu mais de três mil anos, isso tudo por conta de uma maldição que lhe impede de morrer, enquanto não a resolve-la. A grande dúvida é, sobre o que se arremete essa maldição? Possivelmente aquilo que Meliodas intitulou de “tempestade que está vindo…” ou seja, podendo ser a volta dos dez mandamentos. E para finalizar o momento que dá à luz a Elizabeth, quando Meliodas promete a ela que não importa a situação ele sempre voltará para ela.    

No momento seguinte Meliodas aparece no purgatório, onde teve uma conversa com o rei demônio o responsável pela maldição que está nele. Aqui pode estar a grande resposta para a maldição: Para alguém ser capaz de derrotar os mandamentos criados pelo rei demônio, e para isso Meliodas seria revivido quantas vezes fosse necessário. Após os discursos a forma de Meliodas voltar a vida talvez também tenha sido apresentado, ele pode voltar a vida ao derrotar o rei demônio? Bom, é o que veremos daqui para frente.  

Qual será o resultado dessa batalha?

E para terminar o episódio, que tal mais uma semana mitológica de Escanor? Pois foi isso que tivemos. Todas aqueles que nutrem ódio em frente Estarossa não conseguem atacá-lo (esse é seu mandamento, o do amor), e assim todos ficaram indefesos frente a ele, ou melhor dizendo todos menos um, O grande Leão Orgulhoso dos sete pecados capitais! 

É mais do que justo abrir aspas ao grande Escanor: ” É obvio. É por que não consigo sentir ódio de um ser tão fraco”. E assim se encerra o episódio com um grande panorama de batalha entre: Escanor e Estarossa.  O que esperar dessa luta? Primeiro, muita pancadaria entre dois grandes e poderosos lutadores. Segundo, prever quem irá vencer é bem difícil , pois ainda não vimos o máximo de nenhum dos dois. As demonstrações de ambos só deixam aquele gostinho de curiosidade para o desenrolar da batalha.  

Estarossa vs Escanor

Enfim, essa foi a análise de Nanatsu no Taizai: Imashime no Fukkatsu episódio 21. Onde a obra está muito interessante, e deixando a todos cada vez mais ansiosos para ver as resoluções de tudo que está em aberto: batalhas a serem travadas, a vida de Meliodas como vai ficar, e no fim quem vencerá os mandamentos ou os pecados? Essas perguntas são apenas aquelas que geram mais comoção do público. Então daqui para frente devem vir só grandes episódios.  

Obrigado por acompanhar o artigo, e até a próxima.

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