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Então aqui estou eu, meio confuso porque eu não sei por onde começar esse post. Nada de estranho aqui, eu sempre fiquei confuso na maioria dos meus posts. Mas o problema é ficar confuso com um anime simples como Yowapeda, eu não sei o que falar desse episódio. Nele temos um novo “membro” no clube de ciclismo otaku do Onoda. E o Naruko, bom ele tá sendo o Naruko, não tem como ele não ser ele. Ele pode deixar de fazer as coisas dele que ele continua a mesma pessoa.

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Nota: Me confundi na hora de assistir os episódios (o formato episódico de Onihei colaborou para isso) e sem perceber assisti o episódio 5 achando que fosse o 4. Só percebi quando o Kondou me alertou, precisei inclusive corrigir o título e o conteúdo do artigo. Semana que vem sai resenha do episódio 4 de verdade e depois o blog volta ao eixo. Obrigado pela compreensão.

Ninguém aqui vai discordar que esse é o episódio mais leve de Onihei até agora. Até porque foi o primeiro e único episódio leve. Não que tenha faltado uma pontada de humor nos demais episódios (e não que eu me lembre de pontada nenhuma, só estou dizendo que teve porque tenho a vaga impressão de que teve e para não me comprometer demais), mas todos foram episódios sem sombra de dúvida sérios. E trágicos, muitos diriam – menos o Vinícius, o Vinícius deve tê-los achado todos positivos de uma forma ou de outra; e eu confesso que normalmente os acharia trágicos, mas depois das intervenções do meu colega blogueiro escolhi refrear-me de tomar uma posição definitiva a não ser que eu consiga pensar em algum argumento novo e melhor.

Da mesma forma, nesse episódio leve, engraçado, há uma pontada de seriedade que não se pode ignorar. Claro que me refiro a máxima proferida pelo bandido e pelo policial:

“Às vezes enquanto nos engajamos no mal fazemos o bem, e às vezes quando nos engajamos no bem fazemos o mal. Assim é a vida.”

Quem questionará a validade desse dito? Tenho certeza que o Vinícius sabe umas 20 formas diferentes de fazer isso. Mas tirando o Vinícius, quem questionaria a veracidade dessa proposição? Em Onihei como na vida, mais vezes do que nunca observa-se que o mundo não é plano, o que é só outra forma menos direta de dizer a mesma coisa.

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