Island é uma adaptação de visual novel produzida pelo popular estúdio feel, e que inclusive teve seu lançamento internacional adiado para coincidir com o final da série animada. Então, tudo não passou de uma propaganda para vender o jogo? Ao que parece esse foi o principal objetivo. Deu certo? Pelo menos para mim: não. Se o anime fosse uma ilha teria sido encoberta pelo aumento do nível do mar. E por que eu acho isso? Comentarei nessa resenha sobre esse anime de drama e “viagem no tempo”.

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E aí, curtiram o final de Island? Confesso que não gostei, o achei conveniente demais, além dele não ter dado algumas respostas que eu gostaria de ter recebido, e ter sido um tanto quanto confuso – é, ao menos nisso ele foi consistente. Contudo, acho que nem tudo “afundou” já que apesar de eu ser um solteirão convicto, eu me derreto todo com um final feliz para uma história de amor – ainda que seja um final de novela com aquele drama questionável. É onde Oni Chichi encontra Steins;Gate que Island nasce e é sobre o fim desse anime que eu comentarei agora. Não posso não destacar que essa “referência” me causou repulsa, né? Enfim, vamos ao fim antes tarde do que nunca – seja lá ou aqui.

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Se o Okabe de Steins;Gate 0 estivesse vendo Island acho que ele estaria morrendo de inveja de seu protagonista, pois o Setsuna voltou ao passado, salvou a garota que devia salvar e resolveu de uma forma ainda melhor tudo o que deu certo uma vez. Se ele fosse candidato a presidência do Brasil eu votaria nele, pois ele não precisou dizer quase nada, mas fez muito – passando por cima de qualquer convergência que pudesse atrapalhá-lo. Parabéns Setsuna, você é um 10 bem melhor que o Neymar! Deixando a verdade de lado, até que esse não foi um episódio ruim, ao menos não de se comentar…

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Um episódio marcado por encontros predestinados e despedidas mais predestinadas ainda, no qual a última ponte que conecta Never Island a Island é erguida – a volta da memória do Setsuna – e o herói da história vai de encontro ao passado para salvar um mundo sem futuro. Ele conseguirá? Será que a máquina do tempo é a reposta para todos os problemas da trama? Vai, Setsuna! ser viajante na vida.

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Vocês gostaram de Never Island? Acharam melhor que Island? Tenho “sentimentos mistos” quanto a esse “novo anime”, mas é verdade que começá-lo sem fazer qualquer ligação direta com o “original”, além de flashes de memória do protagonista, não me pareceu a coisa certa. Ficou muito com cara de que era outra história, apesar de ser óbvio que há ligação com a que contaram até o oitavo episódio.

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Mais uma das teorias malucas da Sara pode ter caído por terra, o que significa que o anime também decaiu nesse episódio? Não exatamente. Há muitas coisas a se considerar sobre ele, sejam positivas, sejam negativas. A única certeza é de que os mistérios de Island estão tomando forma, ainda que de uma forma perigosa, afinal, mexer com o tempo sempre é um assunto delicado e cabe a nosso herói Setsuna assumir riscos incalculáveis em troca de ganhos absurdos – tudo pelo bem de quem ele ama.

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O anime apresentou uma melhora muito bem-vinda em seus últimos episódios, tanto por ter deixado um pouco de lado as “brincadeiras questionáveis”, quanto por ter sido mais objetivo no que se refere a forma de trabalhar seus personagens, assim como os mistérios que os cercam. O Setsuna e a Rinne são a chave para que Urashima prospere, mas antes disso ocorrer essa história precisa fazer sentido!

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Olá pessoal, tudo bem com vocês? Sentiram falta das protagonistas de Island aqui no blog? Eu senti, afinal, o anime começou interessante e estava programado para ser coberto aqui, o que não ocorreu devido a contratempos da equipe, mas, como prega a sabedoria popular, antes tarde do que nunca, não é mesmo? Sendo assim, convido vocês a conferirem meu artigo sobre esse anime tão misterioso.

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Island é adaptação de uma visual novel e ao que me pareceu o anime foi planejado na tentativa de promover o jogo, já que até seu lançamento no ocidente foi adiado para aproveitar essa divulgação. E o que esperar da obra? Um mistério envolvendo viagem no tempo, segredos de famílias e garotas bonitas sofrendo por conta deles. A estreia foi boa? É justamente sobre isso que comentarei agora!

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Bom dia!

Por que “sentido da vida” soa tão brega mas “raison d’être” soa tão poético? É só porque é francês? Deve ser por isso. Mas não posso ter um título de artigo em francês em um blog em português, então me perdoe pela breguice.

O Príncipe Canuto teve sua epifania no episódio anterior e descobriu o sentido da sua vida. Da mesma forma, Vinland Saga já havia revelado a raison d’être de Thors e o momento em que ele teve a sua epifania no terceiro episódio.

De lá para cá assistimos um grande elenco de personagens perdidos, em particular Thorfinn, filho de Thors, que não sabem ainda porque vieram a essa mundo ou cujos objetivos são muito mesquinhos para constituírem de fato um sentido para suas vidas.

Daí que não possam ser guerreiros de verdade – ou reis de verdade, mas isso só fazia sentido para o Canuto então já está resolvido.

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