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Parece que a função mais importante do Nishioka era manter a passagem do tempo sob controle. Quero dizer, foi só ele sair do Departamento de Dicionários que BAM! Treze anos fogem pela fresta entre os episódios! Majime, você é muito bom com palavras, mas precisa desenvolver mais outras habilidades também, rapaz! De um episódio para o outro deve ter se tornado mais velho do que eu e ainda não dá conta de algo primário assim. Que tal começar pelo básico? Posso te ensinar a programar o alarme em um relógio de pulso Casio F-91W se quiser (isso não é propaganda, antes fosse, hehe, é que realmente gosto desse modelo clássico de relógio digital).

Brincadeiras à parte, saltos no tempo são sempre complicados né? Algumas coisas sempre ficam faltando. Dependendo de como é feito, pode soar muito artificial, forçado por mera conveniência do enredo. Bom, por conveniência do enredo foi, né? Mas acho que da forma como foi feito acabou sendo bastante interessante por si só, então não vou reclamar disso. E antes de saltarmos para o futuro, há uma ou duas palavras sobre o Nishioka também. Esse artigo demorou, eu sei, mas pelo menos não foram treze anos, pense pelo lado positivo! Vamos lá?

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Então começo pelo Nishioka, episódio sete. Na iminência de sua transferência, ele procura trabalhar como nunca para fazer tudo o que estiver ao seu alcance para ajudar o Majime. E com todo o seu esforço – notado pela Miyoshi, que não pôde deixar de apontar como ele vinha chegando em casa sempre tarde – ele ainda encontrou tempo para se admirar com o esforço e o talento do Majime. Os dois juntos teriam sido realmente uma equipe imbatível, não é? Pena que disputas empresariais internas impediram que isso se concretizasse.

Talvez pela primeira vez em sua vida, Nishioka se orgulhou de verdade de seu trabalho. Quantos não passam a vida inteira sem jamais descobrir o que é isso! Você se orgulha de seu trabalho atual, caso trabalhe? Já se orgulhou de algum trabalho que teve? Não falo de uma tarefa específica. Me orgulho de muitas tarefas que realizei nas várias empresas que trabalhei ao longo da vida, mas me orgulhar do trabalho em si … não sei. Graças ao Majime, Nishioka orgulhou-se de seu trabalho. Sua admiração pelo colega de trabalho e novo amigo foi tamanha que ele mudou muito de sua visão de mundo. Ele não cedeu para o professor egocêntrico que queria humilhá-lo apenas pelo vão prazer de mandar. Ele passou a apreciar mais a companhia de sua parceira, a Miyoshi, e se permitiu arriscar um pouco serem descobertos apenas para poder passar um bom tempo junto com ela.

O que será dos dois depois de treze anos? Se a proibição a casamentos e relacionamentos for política da empresa, eles continuariam sem poder se revelar – mas conseguiriam esconder algo assim por treze longos anos? Alternativamente, há a hipótese do salário dele ter aumentado o bastante com o tempo para que ela parasse de trabalhar. Estou realmente curioso com isso. Bom, pelo menos o Majime e a Kaguya se casaram. E será que agora ela se chama Kaguya Majime? Aliás, um minuto de silêncio, por favor. Tudo indica que a senhora Take faleceu nesses anos que se passaram. Ela já era bastante velha no começo, não apareceu na casa onde Majime e Kaguya moram até hoje, nem mesmo durante o jantar quando eles sempre estavam juntos, e mais do que todos esses indícios, a primeira coisa que o anime destacou na cena interna na casa foram fotos dela. Assim que as vi senti um mal presságio, aumentado pela aparência envelhecida da Kaguya quando ela apareceu logo em seguida.

Apresentar a velha Take através de fotos me fez pensar imediatamente no pior

Apresentar a velha Take através de fotos me fez pensar imediatamente no pior

Porque o divertido desse salto temporal é que ele não foi anunciado. Já passava da metade do episódio quando finalmente alguém disse “já se vão treze anos”. Mas antes disso eu já havia visto Kaguya envelhecida, o teste do dicionário completo (bom, de um livro do tamanho e formato que o dicionário terá, de todo modo algo que só poderiam saber próximo ao fim de sua produção), Majime perguntando à Kaguya como lidar com “mulheres jovens” e em seguida pedindo para reservar a sala VIP “dela” (não poderia mais ser apenas uma aprendiz então, certo?), um Araki com cabelos grisalhos, além de outros sinais menos óbvios e que eu não me recordo direito agora. Foi sinceramente divertido observar e coletar todos esses sinais e ser no final recompensado com a informação de que havia sim ocorrido um avanço para o futuro.

Kaguya envelheceu 30 anos em 13

Kaguya envelheceu 30 anos em 13

Mas não posso deixar de fazer uma crítica: ao final do episódio sete eu estava ansioso para assistir o Majime aprender a lidar com pessoas, já que perderiam o Nishioka. Bom, não vi nada, e sua completa falta de jeito com a novata Kishibe indica que em treze anos ele não aprendeu nada sobre isso. Parece que só o Nishioka evoluiu até agora; assim parece que para Fune wo Amu o Majime já é “perfeito”, o que não faz sentido nem pelo personagem em si nem pela narrativa até agora. Enfim: desperdiçou-se uma oportunidade de ouro para desenvolver um pouco mais o protagonista do anime.

Olha como o rapaz tem jeito pra coisa

Olha como o rapaz tem jeito pra coisa

E é isso. Não me leve a mal, gostei bastante desses dois episódios! Gostei demais do momento de inflexão na história da Kishibe, quando o Nishioka a fez a mesma pergunta que treze anos atrás Araki fez a Majime, e ela respondeu exatamente do mesmo jeito. Enfim, o Nishioka amadureceu, o Departamento de Dicionários amadureceu, a relação entre o Majime e a Kaguya amadureceu (e depois de saber que houve um salto temporal entendi o significado da cena pré-abertura no episódio oito: foi uma metáfora para o casamento deles!), a própria Kaguya amadureceu, até a novata Kishibe amadureceu, A Grande Passagem amadureceu. Só o Majime que ficou devendo, mas, há tempo para compensar por isso ainda.

Eu já vi isso em algum anime

Eu já vi isso em algum anime

  1. O Nishioka era importantíssimo para o projeto, tanto que não consigo imaginar o Majime convencendo o Professor Oda. O episódio sete foi um episódio que destacou bem à confiança entre Majime e Nishioka, mas também deixou claro que o departamento deve trabalhar o suficiente para suprir a falta de Nishioka.

    O pulo de treze anos foi algo inesperado e interessante, mas, em minha opinião, talvez fosse melhor mostrar gradativamente o passar dos anos e seus acontecimentos, além do que você citou. O recurso da foto da Velha Take e o pré-abertura foi ótimo, mas senti falta de uma cena do casamento entre o Majime e Kaguya, pelo menos, haha. De qualquer forma, quanto à nova integrante, acredito que ela será extremamente útil ao Departamento.

    Fora isto, ótimo post. Imaginei que não fosse fazer uma análise dos dois episódios juntos, já que o episódio oito é claramente diferente do anterior, mas ainda assim o artigo está muito bom. Até!

    • Fábio "Mexicano" Godoy

      Sobre escrever dois em um, é, pois é, fiquei pensando nisso após assistir o oitavo. E pensei, mas o que foi que o episódio 7 mostrou? O amadurecimento do Nishioka. O que um salto de 13 anos para o futuro traz, querendo ou não? Então foi isso. Achei algo que ligasse os dois episódios e mandei ver.

      Não achei ruim o time skip; se queremos ver o dicionário pronto, ele seria necessário em algum momento! Não senti falta de uma cena de casamento (só espero que tenha ocorrido com a velha Take ainda viva!), acho que a metáfora ficou bastante bonita para isso, mas sinto que a Kaguya ficou muito em segundo plano. Não vejo mais potencial nenhum para o personagem, e isso é uma pena.

      E uma nova personagem. Me pergunto se ela entrou para ajudar ou para adicionar algum conflito – entrar só por entrar seria estúpido. De conflitos o Majime já está cheio, então espero que ela ajude, mas talvez seja um pouco de cada.

      Obrigado pela visita e pelo comentário! =)

      (há quanto tempo não dizia isso… hehe)

  2. Do episódio 7 não tenho muito o que comentar, a opinião que eu tenho sobre o Nishioka já a escrevi noutros artigos deste anime, mas ainda assim ainda me continuo a impressionar com o desenvolvimento do personagem que é o Nishioka. A meu ver a chegada do Majime ao departamento de dicionários, foi a força matriz que acordou o real interesse do Nishioka, eles como dupla poderiam ser imbatíveis, se os interesses corporativos não tivessem em primeiro lugar. No episódio 7 gostei da forma como o Nishioka enfrentou aquele velho editor snobe, que só por ser conhecido e conceituado, pensava que tinha que ser tudo à sua maneira (ainda me questiono, como num país de primeiríssimo mundo, tenha velhos que se relacionam com mulheres novas, neste caso do editor, ele tinha idade para ser avô da jovem).
    Agora o episódio 8, um dos que mais gostei até ao momento, começando desde já por aquele pequeno momento antes da abertura, onde o Majime e a Kaguya já um pouco mais velhos, olham para a roda gigante e para o oceano, que bela maneira de interpretar o casamento dos dois e os seus desafios nos seus trabalhos. Agora quanto ao resto do episódio, eu desde o inicio que tinha notado que o anime tinha dado um time skip, e reparei nisso em cenas simples, começando com a aparência mais madura do Majime, o facto de ele portar uma aliança, entre outros pequenos detalhes. Quando o episódio deu aquele destaque às fotos da velha Take, eu sabia que ela já tinha falecido, o que me deu bastante pena, ela era dos personagens mais simpáticos e grande apoiante da relação entre o Majime e a Kaguya. Gostei da introdução da novata do departamento de dicionários, ela de certa maneira tem mais coisas em comum com o Majime do que ela imagina, a resposta que ela deu à pergunta que o Nishioka lhe fez, foi exactamente como o Majime lhe tinha respondido anos antes. A relação entre a Kaguya e o Majime é muito bonita, ela compreende o Majime, ela nem se chateou quando o Majime lhe perguntou como se lida com mulheres mais jovens, eles foram feitos um para o outro, só acho estranho, num casamento de 13 anos eles ainda não terem um filho ou filha, mas também compreendo que o estilo de vida deles não seria muito propicio para criarem uma criança (não digo que seja por alguma coisa de mal, mas ambos são muito focados no trabalho).
    Agora é esperar e ver como o anime vai seguir o seu rumo. Como sempre mais um excelente artigo de Fune Wo Amu Fábio, já sentia saudades de comentar um artigo deste anime.

    • Fábio "Mexicano" Godoy

      Você reparou que houve um time skip antes das fotos da Take, puxa! Pra mim o Majime continua com a mesma cara, os personagens que mais mudaram foram a Kaguya (ficou muito velha, coitada), o Araki agora bastante grisalho e o Nishioka com uma aparência mais adulta. Os demais estão todos idênticos.

      E eu bem pensei na hora que o Majime perguntou para a Kaguya como “se dar bem com uma garota” que aquilo não é o tipo de pergunta que se faz, que podia ser muito mal interpretada, mas acho que estou apenas acostumado demais com clichês de animes adolescentes. Em uma relação adulta é lógico que nem passou pela cabeça da Kaguya a ideia errada.

      Mas quanto drama pra introduzir uma personagem, hein? Agora estou esperando muito da Kishibe.

      Eu também estava louco de saudades de escrever – e de responder!

      Obrigado pela visita e pelo comentário, ainda que eu tenha demorado tanto! =)

      • Acreditas que eu detectei o time skip só por causa de uma coisa, que nós usamos todos os dias, o celular, no inicio os personagens ainda usavam aqueles celurares com teclado, e neste episódio 8 os celulares já eram touch screen e tirando isso, o facto do Majime usar a aliança antes da passagem das fotos da senhora Take. O Nishioka ficou a parecer um daqueles jovens japoneses dos anos 90 que tinham a mania de deixar crescer o cabelo, ele ainda deve estar junto com a Myoshi, mas a maneira que ele olha para Kishibe é suspeita.
        A Kaguya e uma mulher madura, claro que ela não ia ficar chateada com o Majime por aquela pergunta, já que ela sabe que o Majime não se sabe comunicar e muito menos tem interesse em casos amorosos.
        Eu gostei da Kishibe acho que faz um bom contraste com o Majime. Os únicos personagens que aparentam mesmo terem envelhecido foram o Araki san e a Kaguya, a Sasaki-san continua na mesma e o Matsumoto sensei continua igual.
        Ansioso pelo próximo artigo.

      • Fábio "Mexicano" Godoy

        O celular! Está aí, preciso ser mais atento a esses detalhes, hehe. A aliança eu nem reparei mas bom, mesmo se tivesse visto não sei se assumiria que anos se passaram, não sei se no Japão há costume de usar aliança de noivado também como aqui (às vezes trocamos alianças só namorando mesmo).

        Acho que não há nada de mais com o Nishioka, ele sempre foi extrovertido mesmo, afinal. E ele parecia honestamente apaixonado pela Miyoshi antes do time skip. Quero muito ver a Miyoshi!

      • A Miyoshi tem que dar a cara, quero ver como ela ficou mais velha. Só espero que o anime ao menos chegue à parte da venda do dicionário.

      • Fábio "Mexicano" Godoy

        A previsão original era de 10 anos, já se foram 13, já sabem quantas página o dicionário terá de modo que todo o conteúdo já está fechado ou quase isso, não deve demorar muito.

        Mas estou mais curioso com a Miyoshi do que com o dicionário! Hahaha!!

      • A Miyoshi é mais importante, só tenho pena que o anime vá acabar só com 11 episódios, este anime se tivesse 24 episódios, seria dos poucos caso que adoraria vê-lo até ao final sem me aborrecer.
        Fábio já escolheste os animes que vais comentar na próxima temporada.

      • Fábio "Mexicano" Godoy

        O guia está em produção e praticamente todos aqui já decidimos nossos animes. Mas é o de sempre: surpresa =D

      • O esquema do guia vai ser o mesmo, da temporada que passou, se for vou adorar vê-lo, já vi um ou outro em inglês mas não gostei. Estou curioso para saber o que tu e os outros membros escolheram para comentar na próxima temporada.

      • Fábio "Mexicano" Godoy

        Sim, mesmíssimo esquema. Guia em dois formatos: o novo interativo, e o tradicional longo e estático =)

  3. E aí povo? Tudo bem? Demorou mas chegou o “Mexicano” nos contempla com mais uma excelente resenha!
    Bem, esses dois episodios não tiveram o impacto cinematografico desde quando deixamos o ep. 6. (que vai entrar no meu hall of fame), mas é a vida que segue…Majime se amadureceu sim, mas convenhamos foi pouco e até esperava por isso…Mas o envelhecimento da Kaguya está dando o que falar em outros foruns e aqui também, mas fazer o que? Ela é empresária e chef, ter um restaurante cria rugas…

    Agora vcs viram o Ippon que o Nishioka deu no velhote (safadinho esse prof.), mas foi um Ippon legal pq obteve a informação somente na observação do comportamento do dito cujo (tem uma cena no ep. 3 muito rapidinha mostrando o obentô com coraçãozinho na mesa do mesmo prof. já dando a deixa) e usou essa informação com maestria. E o Nishioka sendo quem é salvou o clima pesado oferecendo a saida honrosa com o discurso “trabalhar com o senhor é muito importante para o projeto” e foi essa saida honrosa que deixou o prof. mais furioso! Tipica negociação Japan Style. Nishioka Rules!!!
    Fora a cena “muito love” entre ele e a Miyoshi na caminha…E muito amor entre os dois!

    E enfim chega a Midori (no filme a Midori era a mais bonita de todas), que nos proporcionou alguns momentos de comédia. Afinal como é que uma editora de moda vira editora de dicionário sem ter momentos comédia, não dá, tem de ter momentos comédia (aliás comédia foi a tradução nas legendas em português do nome da revista em que ela trabalhava anteriormente de Northern Black Star para Estrela Negra do Norte, que deu um panezinho no cérebro, mas enfim resolvido alguns minutos depois). A Miyoshi sumiu (onde será que ela está?). E o momento climax do ep. a tal reunião com o cara do papel (eu já trabalhei na area de equipamentos para papel e celulose desse zaibatsu que já falei e vi algumas inconsistências com o mundo real por exemplo: usar um papel especial e exclusivo para o daitokai vai levar o preço desse dicionário as alturas, bem deve ter sido uma licença poetica deixa pra lá…) e a discussão do conceito de “numerikan” e foi aí que deu o primeiro estalo na cabecinha da Midori…O resto o “Mexicano” já deixou bem alinhavado na resenha e a promotoria não tem mais nada a acrescentar…Só o fato da animação neste episódio ficou bem estranha em algumas cenas (como a Midori saindo correndo do restaurante).

    E o mais importante esse anime não deixou a peteca cair…

    • Fábio "Mexicano" Godoy

      Esse anime tem sido instável na qualidade de produção desde o começo, concentrando esforços nas suas passagens mais antológicas. Nada contra, na média está muito bom e se foi assim que conseguiram viabilizar o projeto, fico feliz por poder estar assistindo essa história incrível apesar de alguns pequenos detalhes como esses. Ah, e não achei estranha a cena da Kishibe correndo estranha … =)

      Falando na Kishibe, ela foi praticamente a personagem principal do episódio e mal falei dela, coitada! Realmente deve ter sido bem difícil para ela, trabalhou a vida toda com revistas de moda (a primeira vez que li “Estrela Negra do Norte” voltei a cena três vezes pra ver se escutava um “kuro” ou “hoshi” … e o nome era em inglês! Eu falo mal inglês, mas japoneses estão em outro nível…) e de repente foi enviada para aquele prédio com aparência decrépita, desorganizado, quase vazio, com um “chefe” desajeitado, e além de tudo de algo super divertido que faz o maior sucesso e as pessoas leem todo dia … ou o contrário disso, né. Dicionários.

      Eu me sentiria rebaixado também, jogado para escanteio. E bom, talvez tenha sido, um pouquinho? Os artigos dela davam problema, afinal. Eu prefiro interpretar como reorganização de recursos humanos para permitir aos funcionários atingirem seu máximo potencial, mas ninguém explicou isso para ela, a Kishibe demorou bastante a entender. Já estava quase desistindo até que teve aquele encontro fortuito com o Nishioka – e esse cara tem jeito para lidar com pessoas, viva o Nishioka!

      De todo modo, estou mais ansioso é com os próximos episódios. Já baixei o 9 e 10, vou tentar assistir hoje mesmo.

      E depois de tanto tempo, mas sem falha, obrigado por sua visita e seu comentário! =)

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