Estamos recrutando redatores, clique aqui e se candidate, vagas limitadas!

Outro episódio totalmente slice of life sem nada demais além de personagens fofos fazendo coisas fofas, mas ao contrário do anterior (que foi até mais interessante – quem é que não tá shippando Manami e Omaki até agora??), esse voltou a ter boa animação. Viva!

O episódio não tem nenhuma linearidade, nenhum grande tema, quase nada em comum entre suas esquetes, a não ser terem sido protagonizadas pelas crianças do show, então não espere muito desse artigo, hehe. Começar por onde? Que tal assim: já que a Shino brincou de ser a sabichona da turma, graças ao que aprendeu com a Hime, e se eu der uma de sabichão aqui também?

Em dado momento do episódio Hime e Shino “calçam” suas ferraduras. Bom, é óbvio, elas têm cascos de cavalo, mas mesmo assim isso é algo que nunca havia passado pela minha cabeça até agora em Centaur no Nayami: sim, os centauros usam ferraduras. O que você pode ou não saber é porque cavalos usam ferraduras em primeiro lugar. Quero dizer, não faz sentido, faz? Um animal precisar necessariamente de um acessório artificial, manufaturado por outro animal. No entanto, acredite em mim quando digo que não é frescura, cavalos precisam de ferraduras.

Sim, ferraduras!

Há basicamente duas razões para isso: em primeiro lugar, cavalos não eram naturalmente tão grandes e pesados. Na Antiguidade mais antiga, pré-romana, não existiam cavalarias, mas existiam unidades montadas em bigas ou carroças. Os cavalos de então haviam sido recentemente domesticados e eram fortes o bastante para puxar um veículo, mas não para carregar um ser humano em seu lombo. Então nossos antepassados os cruzaram seletivamente, escolhendo sempre os maiores e mais fortes. Seus cascos não foram feitos para suportar a carga extra. O golpe de misericórdia nos cascos dos cavalos foi o calçamento urbano: o ambiente natural, para o qual cascos foram feitos, é feito de terra, grama, enfim, é macio. Já as cidades humanas começaram a ter chão de terra batida e pedra. Um cavalo grande, pesado, carregando pessoas ou cargas, eventualmente cavalgando, teria seus cascos rachados facilmente. Mesmo sem rachar eles se desgastavam muito mais rápido e o animal se tornava inútil para o trabalho. Por isso os ferramos – e começamos a fazer isso tarde, já no meio da Idade Média.

Quase assim

Cavalos à parte, falemos de rabos agora. Detalhista o autor de Centaur no Nayami, não é? Preocupou-se com a possibilidade do movimento do rabo fazer as roupas de baixo aparecerem através do buraco nas roupas por onde o rabo sai. Bom, uma manga teria resolvido isso, mas suponho que um pedaço de tecido mais agarrado ao rabo por dentro da roupa resolva também, embora torne mais complicado vestir-se. E falando em rabos, eis que as gêmeas gatinhas tinham o rabo igual ao da Sue-chan quando eram mais novas. E as orelhas também. E a Manami tinha as asinhas minúsculas naquela idade, como a Sue-chan. O que estou tentando dizer é: fisicamente a Sue-chan não tem nada de errado – e vai ser muito bonita quando crescer. Uma gata branca com asas de anjo, consegue conceber isso?

Não tenho dúvida que ela vai ser mais bonita do que sua irmã mais velha. Ela já é tão fofa ainda bebê que todo mundo parece querer roubá-la, de cachorros a outras crianças, imagine os rapazes querendo “roubar” ela quando crescer. Ou, em se tratando de Centaur no Nayami, as garotas também. E há também o risco real dela ser muito bonita sim, mas ter uma personalidade horrível. Como? Ora, ela tem quatro irmãs mais velhas que vivem mimando ela. Enquanto ela é um bebê tudo bem, mas até quando será “tudo bem”? Bom, é bem inútil discutir isso, mas apenas me aguente, é o que dá pra falar desse episódio.

“Eu achei na rua, então é meu!”

Enquanto isso as gatinhas estão com dificuldade de encontrar alguém mais bonita do que a irmã mais velha (e eu totalmente posso entendê-las) e em encontrar alguma importância no pai (e eu totalmente posso entendê-las, e a Manami também). Talvez elas devessem procurar entre as sereias? Que pena que elas não costumam viver junto com os “povos secos”. A professora não serviu (já é adulta, perdeu o brilho da juventude), a Hime não serviu (é mais fofa do que bonita), a Nozomi não serviu (como assim ela é uma garota?), a Sassassul não serviu (bem…), e nem consideraram a Kyouko (coitada!). Elas têm certeza que deve haver alguém mais bonita do que a Manami, mas, por enquanto, a busca continua.

Amanhã sai o último episódio! Ansioso para o final do slice of life mais bizarro do ano?

Comentários