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Depois de escrever vários artigos sobre esse anime, eu me sinto um cidadão de Manoyama. Essa cidade pequena e com moradores simpáticos e únicos me conquistou ao longo de vinte e cinco episódios.

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Yoshino emocionada

Caro(a) leitor(a), se você pensa que chegamos ao fim da jornada, eu digo que é só o começo, pois as meninas ainda têm uma vida inteira pela frente. Enquanto elas estiveram trabalhando no Conselho de Turismo, elas enfrentaram diversos desafios, e o mais importante, cada uma delas amadureceu.

A Yoshino evoluiu bastante, de uma garota que não gostava do interior e que tentou a sorte na cidade grande, para uma mulher que aprendeu a dar valor a uma gente simples e honesta, que verdadeiramente ama sua cidade.

Para Manoyama atrair visitantes, saber receber as pessoas de fora é fundamental, e isso a cidade sabe fazer. A lenda do dragão ensina exatamente isso, que as pessoas de fora também podem trazer alguma contribuição à cidade. Foi justamente uma forasteira que ensinou as pessoas a darem valor ao lugar onde vivem. Yoshino em sua estadia de um ano deixa um importante legado não só para os moradores como para as suas companheiras.

Cada uma das garotas seguirá seu destino, mas agora maduras e decididas sobre o que fazer. De agora em diante elas farão o seu melhor separadas, mas nunca esquecerão dos desafios e dos dias divertidos que tiveram juntas durante um ano.

Se a jornada de Yoshino durou um ano, para os espectadores foram seis meses acompanhado semanalmente essa divertida e charmosa história sobre uma simpática cidade do interior, que parecia não ter nada, mas que aos poucos fomos descobrindo um tesouro inestimável que são os seus moradores.

Kadota sendo Kadota

Sakura Quest mostrou que a vida continua, mesmo depois do desfecho da história. Ao longo de um ano (período que a Yoshino morou em Manoyama) a cidade mudou mas sem perder as raízes, pelo contrário, agora os moradores sabem da importância e do valor das tradições locais.

A despedida da protagonista do lugar que ela aprendeu a amar pode parecer triste, mas também significa que ela não quer ficar presa e acomodada em um só lugar. Agora ela parte para outro desafios em um novo lugar e com novas pessoas.

Achei interessante o fato da Ririko querer sair da cidade para conhecer outros lugares, o que prova o amadurecimento da personagem. Já a Shiori permanece como está, mas isso não é ruim, só demonstra que ela se contenta com o que tem, sem grandes ambições. Em relação a Sanae e a Maki, elas aprenderam que Manoyama é o lugar delas.

Ainda falando em personagens, não tem como esquecer dos grandes destaques cômicos da série que foram o velho Kadota, que protagonizou discussões memoráveis com a Chitose, e do simpático Sandal (aliás, foi uma bela sacada ele ter nas mãos um livro ilustrado com o título do anime). que teve inúmeros bons momentos durante o anime.

Vale destacar ainda que o fim do Reino de Chupacabra foi uma decisão sábia do Kadota, pois não é necessário criar um reino fictício para atrair turistas, sendo que a própria cidade tem seus próprios atrativos para chamar a atenção dos visitantes.

A cidade de Manoyama foi um belo cenário para uma agradável história que eu tive a honra de comentar durante duas temporadas neste blog. Obrigado a todos que me acompanharam nessa jornada, e até o próximo artigo.

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