Voltamos pro mesmo patamar de “tá, beleza, já acabou o episódio?”. E isso me preocupa demais, já que aqui no anime, não temos o tempo para enrolação e envolvimento, como temos no mangá. Aqui a grana gasta é alta e há limite para quantos episódios podemos fazer, o que implica em menos enrolação e mais evolução. Mas o nível de rendimento aqui está alto, eu tenho certeza que pra fechar a história completa precisariam de, nesse ritmo, no mínimo mais uns 50 episódios, mas não vai chegar a isso, eu creio que está marcado para ter 24!

No começo, quando chegaram na casa da Watanabe e mataram ela e sua avó, eu fiquei me perguntando que tipo de policiais entrariam numa casa com o que provavelmente são dois reféns, matando todos mesmo estando desarmados. Foi muito estranha essa cena, mas dá pra relevar. Ainda sobre a Wata e a sua avó, aparentemente agora vão seguir sem o Hiro, porém com a ajuda dele. Eu achei até que elas tinham morrido ali, fiquei pensando “sério que elas vão morrer assim?”, mas passam bem.

E agora a filha do Inu começou a aparecer no anime. Para mim, pareceu que ela vai fazer um papel de alivio romântico, ou algo do gênero, com o Andou. Além disso, a Mari viu o que o pai dela faz, e talvez entre para o time junto ao Andou. Ela pode até denunciar ele, mas eu acho que ela não seria tão escrota. Aquela cena dele falando que ela era fofa no passado talvez signifique que ela vai voltar a ser assim durante o anime.

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E enquanto o Hiro cometia mais um de seus genocídios, aconteceu com ele o mesmo que aconteceu com o Inu lá atrás (duas vezes, se não me engano), de ficar sem energia e desmaiar, ativando assim seu sistema de defesa automático que solta lasers teleguiados letais. Energia essa que pelo que vimos até agora é a água. Ou seja, numa luta prolongada, será vitorioso entre os 2 protagonistas aquele que detiver mais energia. E também é um jeito da polícia pegar o Hiro, mas envolve sacrificar várias vidas para isso.

Antes de encerrar, eu queria falar de uma cena que me fez rir muito. Aquela da Mari cogitando a possibilidade do pai dela “gostar” de “garotos mais novos”. Ah, e aproveitando a deixa, queria dizer que é bem merda o provável papel do Andou com a Mari (de serem um alívio romântico), não acho que esse anime precise, mesmo que eu goste.

Por hoje é só. Eu, sendo sincero, estou perdendo o hype inicial do anime. O que me mantém animado são as possibilidades, além também daquela abertura sensacional que sempre arrepia, e aquele encerramento que você não consegue se levantar do sofá até ele acabar!

Um abraço e até a próxima! <3

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