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Se você está cansado de animes com a temática isekai (protagonista sendo transportado para outro mundo de alguma forma), devo dizer que você cansou cedo demais. Primeiro porque existem inúmeros isekais ainda e esse anime é o primeiro dos mais conhecidos a ser adaptado para uma série anime. Ah, e caso você tenha se interessado, a obra que originalmente é uma light novel, tem uma versão em mangá (com algumas diferenças, é claro). Mas e aí, que tal dar uma chance para esse isekai?


Anime21 Diário

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Death March é sobre Suzuki Ichirou, um programador de 30 anos que trabalha numa empresa que explora seus empregados. No início vemos essa vida nada empolgante de Suzuki e como ele lida com isso. No final da primeira parte é quando a coisa toda acontece. Misteriosamente ele acaba entrando num mundo que seria uma mistura dos dois jogos que estava trabalhando e apesar de achar que é um sonho, “segue o ritmo” e começa a “jogar”. Até essa parte ok, o anime não estava visualmente bonito e não animava muito, mas aí ele mostrou a que veio.

Monstros apareceram e com eles uma situação de perigo onde pudemos ver e entender um pouco mais sobre a situação do agora Satou. A situação dele acabou ficando bem suave e para quem já viu, percebeu que o “garoto” é bem overpower. Sim, ele é o típico protagonista com inúmeras habilidades e que é estupidamente forte em qualquer sentido. Provavelmente a graça do anime não será ver inimigos que sejam do mesmo nível e sim, o tipo de vida que Satou irá escolher e como ele irá reagir com tanto poder em suas mãos.

O CG dos lagartos ficou legal ao menos

Sinceramente eu tenho boas expectativas com a sequência da obra. Leio o mangá e tenho uma vaga ideia de como o anime irá progredir. A obra não foca tanto em batalhas ou algo do tipo, e sim nas aventuras e nos descobrimentos que Satou faz sobre esse novo mundo. É uma obra mais tranquila com personagens carismáticos e uma temática interessante; por vezes você pode até pensar que nada está acontecendo, mas na verdade o fluxo de acontecimentos não para e ainda que algum evento grande não esteja acontecendo, ao menos temos pequenos eventos que servem para o desenvolvimento de algum personagem ou para o desenvolvimento da relações interpessoais deles.

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