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Este anime conta a história de um Rei! Eis que é a hora do Rei das Lolis aqui no Anime21!

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Ryuuou no Oshigoto! é um anime que a priori eu não ia comentar episódio a episódio, mas graças a um arranjo da maravilhosa equipe deste blog a obra caiu como uma luva em meu colo – não como uma loli –, e agora falarei dela com um sorriso no rosto, pois por mais que me esforce para levar ela a sério, lolis fofas jogando shogi enquanto rendem situações cômicas para mim é a mais pura diversão!

Nesse episódio o embate do primeiro continua e agora pergunto a você, caro(a) telespec, o quão dá para levar a sério um personagem que tem um olho de cada cor, dá nomes de golpes a movimentos no shogi e se veste com uma roupa e capa brancas? Eu sinceramente não consigo levar isso a sério; na verdade, a ambientação da maioria dos personagens nesse universo me parece completamente descabida e sem noção. É um problema? Olha, não necessariamente, pois o anime é obrigado a retratar de forma verossímil os jogadores, os jogos e toda a cultura do jogo? Não, e ele não vai fazer isso, basta ver um trailer, ler a sinopse ou olhar uma imagem promocional. Esse é um anime de lolis fazendo coisas que lolis não costumam fazer, o shogi só deu a “sorte” de ser o pano de fundo.

Decepcionar alguém é ruim, mas decepcionar uma criança com um sorriso lindo é pior ainda!

Por isso, o que podemos tirar de proveitoso da primeira parte desse episódio é a forma como o protagonista vence seu adversário; conhecendo a personalidade, rotina e o jogo dele, ele conseguiu se adaptar da melhor forma possível à situação após ser encurralado, o que é uma boa forma de fazer o personagem passar por dificuldades mesmo já estando “no topo desse mundo”. Okay, ele se motiva a não enrolar para “perder com classe” por causa da Ai, mas não é um sentimento honesto querer parecer bacana na frente de quem te admira? É comum, é normal, é humano querer não decepcionar quem te estima e ele conseguir vencer justamente por ter sido motivado indiretamente por ela e por conhecer bem o seu adversário são coisas que me fazem ver que a obra tem sim potencial para render boas partidas de shogi que podem vir a desenvolver personagens, dramas e conflitos – claro que dado o devido desconto a sua caracterização e ambientação bem “únicas”.

Fofura x Seriedade, eu preciso mesmo apontar o vencedor?!

Na segunda metade o que vemos é a apresentação das outras três fofuras que vão compor o grupo principal de heroínas do anime, e faço aqui um link com Tenshi no 3P! – anime da temporada de verão de 2017 que comentei episódio a episódio – que tinha uma estrutura similar: um garoto jovem que vai ajudar um grupo de crianças a se tornarem cada vez melhores dentro de uma área específica.

A diferença maior entre esses dois animes é que é bem mais comum vermos crianças se aventurando na carreira musical do que se dedicando tanto a um jogo tão disputado, tradicional e cheio de minúcias como o shogi; mas ambas as obras partem do mesmo pressuposto – lolis fazendo coisas que lolis geralmente não fariam – e como 3P! acho que Ryuuou tem potencial para ser divertido e entregar uma história boa e interessante – não vamos nos preocupar demais com a seriedade, okay?

Vermelha, amarela, azul, verde… quando aparecer a preta, teremos as Loli Rangers?!

Se você acompanha “O Leão de Março” sabe que grupos de shogi são algo que existe mesmo e que alguém mais velho e com mais experiência tem que ficar a cargo deles, o que justifica a party night de shogi na casa do Yaichi, assim como um maior tempo de tela para as outras crianças, as quais servem para criar um ambiente mais natural de amizade e competitividade para a Ai, render pelo menos um clássico desse tipo de anime – a loli no colo é manjadão… – por episódio e criar uma base para explorar a prática de shogi entre as crianças? Na abertura vemos que há uma personagem que provavelmente vai ser uma rival para a Ai, então creio – e espero – que toda essa parte do shogi voltado para quem inicia criancinha seja mostrada e trabalhada – o que já vem sendo feito no anime.

Cena clichezona em anime de lolis com uma que é loira e estrangeira… E dá-lhe clichê!

Finalmente os pais da loli principal apareceram! Já era hora, pois é comum pais deixarem suas filhas de 9 anos dormirem na casa de garotos de 16 que eles nem conhecem? Não – ao menos eu não quero acreditar que seja… –, então, se não é para dar uma explicação aceitável para tal disparate – outra verdade sobre esse anime é que se você se prender muito a esses detalhes vai ser difícil de assistir ele… – que pelo menos mostre esses pais desmiolados preocupados com a sua filha, né.

Aproveitar essa situação toda para já definir um desafio que provará o que foi trabalhado até aqui sobre a garota ser um gênio com extremo potencial para o shogi é uma forma boa de ir dando prumo ao anime, pois por mais que o protagonista consiga arrumar desafios a superar, é bem mais interessante e comum que a personagem que ainda “não tem nada” seja aquela a ter a sua história de passagem do ponto A ao ponto B – quer seja ela um prodígio, uma paria, uma loli… – contada.

Essa ia ser a foto de capa, mas tanto ele quanto eu somos jovens demais para sermos presos…

E o que esperar do anime agora? Um bom e velho arco de treinamento com lolis suando a camisa e babando na roupa da “titia” que até ganhou o encerramento, mas ainda não a afeição do público? Golpes poderosos que só lolis com cores, habilidades e kawaii arts – porque na arte de ser kawaii, loli é Rainha! – especificas podem usar? Lolis fazendo coisas que lolis não costumam fazer, mas farão com maestria pelo bem do moe, da comédia e desse tipo de anime que sempre tem a quem agradar? Acredito que vai ser mais ou menos todas essas opções. Até o próximo artigo de lolis jogando shogi!

Quando a loli sofre de síndrome de Estocolmo… Nada demais, pff, segue o jogo!

  1. Só assisto este anime pelas lolis fofinhas, não gosto de shogi, não gosto de drama, não gosto de desafio, eu gosto é de brincadeiras e travessuras com lolis fofinhas e não gosto da titia maligna que sempre aparece para atrapalhar uma cena romântica da loli com seu mestre.

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