Por um momento eu achei que o episódio não nos daria satisfações sobre o ocorrido entre o Nitta e a Hina, aliás, eu passei o episódio quase que inteiro pensando isso. No fim, uma simples “nota no rodapé” foi o bastante para explicar que estava tudo bem. Claro que eu gostaria de uma resolução visível, algo que fizesse jus à “não me fale, me mostre”.

Uma nova personagem foi posta no anime, e devo dizer que eu gostei muito dela, muito! Foi um tanto depressivo ver ela naquela ilha sozinha e depois fingindo que estava compartilhando férias com suas amigas(?) Anzu e Hina. No fim, o delírio foi vencido por ela, e claro, ela resolveu se mexer e ir atrás de melhorias, atrás de pessoas. E aqui, vou soltar aquela velha frase clichê que diz “Nenhum homem é uma ilha”, pois é uma frase que faz muito sentido, e é algo bem literal, visto que ela realmente está sozinha em uma ilha, é meio que matar dois coelhos com uma cajadada só. Gostei muito do esquete dela, é um tanto poético, creio.

A Yakuza sempre foi assustadora, afinal, é uma organização criminosa, mas a verdade é que agora o anime resolveu mostrar-nos que eles realmente são criminosos e que tem muita coisa envolvida no mundo deles, tais como honra, poder, status e afins. Antes deste episódio eles só haviam mostrado umas coisas leves e engraçadas, com exceção do primeiro episódio, onde a Hina acabou fazendo todo o trabalho de extermínio ao grupo rival.

É bacana sentir que em algum momento Hinamatsuri vai entrar em um enredo sério. Posso estar extremamente errado com esse “chute”, mas aquela cena inicial ainda está perambulando por toda a minha cabeça, e só vai sair quando se concretizar ou ao final da primeira temporada. Não descartando também uma nova temporada, afinal, é um bom anime e tem me surpreendido, apesar de não ter a informação sobre vendas aqui comigo.

E finalmente, a organização da Hina para a festa do Nitta foi bem engraçada, apesar de ter sido algo bem rápido, foi bem legal poder ver ela organizando uma festa, e mais ainda foi ver o resultado de todo o esforço da garota. Aí entra a parte da compreensão, afinal, ela só esteve em dois tipos de comemoração, sendo que uma foi na casa da família do Nitta, onde tinha todo aquele clima de agradecimento ao pai falecido do Nitta, e claro, na zona, onde provavelmente ela viu muita bebida e mulheres sando de dentro de caixas e afins, então, tendo em mente que as referências de comemoração dela não são muito boas, o que podemos julgar? Absolutamente nada, afinal, todos somos cópias do que vemos nos nossos semelhantes.

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