“Lindo” é a palavra que eu escolho para simplificar a primeira parte deste episódio!

Pensei que o sem-teto queria fazer algum mal ao chamar a Anzu daquele modo suspeito que nós conhecemos bem, mas fico feliz por ter recebido um belo tapa na cara e ter visto uma coisa linda, que apesar de ser um anime de comédia, consegue ter partes sentimentais e sérias e acerta quando o faz.

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Assim como na semana passada, nessa semana Hinamatsuri conseguiu entregar um episódio divertidíssimo e muito bonito aos olhos. Com a apresentação de uma nova personagem do mesmo planeta da Hina – claro, se é que ela é mesmo de outro planeta – em sua primeira parte, ele consegue fazer de uma simples disputa de pedra-papel-tesoura algo extremamente engraçado e divertido; e claro, em sua segunda parte, um bom desenvolvimento da relação da Hina para com o Nitta e vice-versa, mostrando novos personagens e uma situação muito errada, aliás, eu diria que crianças em casas noturnas é extremamente errado, mas bem, tudo na passa de uma ilusão, certo Nitta? Zo-na, zo-na!

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Hinamatsuri, o elogiado mangá de Masao Ohtake, ganha sua adaptação em anime pelos estúdios Magic Capsule e Nippon Columbia, com Kei Oikawa na direção (e que, nesta primavera de 2018, comanda também Uma Musume: Pretty Derby) e roteiro de Keiichirou Ohchi (responsável por alguns dos scripts de Aikatsu! [2012/2016]). O primeiro episódio começa movimentado com uma cena de luta em que a melhor praticante de Naika-ken nocauteia um grupo disposto a impedi-la de resgatar alguém chamada Hina. Depois, há um salto temporal, um recuo de três anos, e é apresentado o mafioso da Yakuza Nitta Yoshifumi, um homem refinado, colecionador de obras de arte, que comemora os lucros da organização. De repente, um portal dimensional é aberto na sala de seu apartamento e de uma cápsula surge Hina, uma menina telecinética. Assim, ocorre o encontro entre o mafioso e a menina misteriosa com poderes incríveis.

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