Hinamatsuri é um anime produzido pelo estúdio feel, adaptado do mangá homônimo de Masao Ohtake e publicado pela Harta Magazine. O anime iniciado na temporada de primavera e já finalizado com 13 episódios acompanha Hina, uma garota que surgiu repentinamente em um estranho objeto no apartamento de Nitta, um homem da máfia yakuza. A partir deste acontecimento inicial, novas personagens vão sendo introduzidas, cada uma tendo seu próprio arco e às vezes interagindo entre si.

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Ok, eu me sinto enganado! Claro que o anime em si não tem culpa alguma pelas expectativas que criamos, ainda mais quando ele não tem o dever de entregar o que imaginamos que pode acontecer, mas se for para falar daquela cena inicial do anime, eu sinceramente achei que em algum ponto aquilo culminaria em algo realmente sério envolvendo as duas garotas que conhecemos ao longo deste tempo – Hina e Anzu.

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Gostaria de dizer que foi um ótimo episódio, mas realmente não foi! Claro que carregou a essência que Hinamatsuri apresentou desde seu início, pois teve uma parte que mostra que existem coisas que se olhadas apenas superalimente, ficamos propensos a fazer um julgamento errado da situação, mas que se analisados com mais calma, conseguimos ver que por mais que as atitudes de alguém sejam ruins, ainda assim tem uma explicação. A outra situação foi aquela clássica já apresentada muitas vezes onde o Nitta consegue ver o quão a Hina é “ruim”. 

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Quantas vezes você poderia ser um pouquinho mais feliz se dissesse “não” para uma pessoa em certa situação? Acho que esta palavra negativa é também por vezes, a mais positiva para nossas vidas, de modo que, diversas vezes ela pode significar sua tranquilidade. Saber dizer um “não” é complicado, e pode levar tempo até que se aprenda, mas eu garanto que, em algumas situações, esta pequena palavrinha vai te fazer feliz.

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Por um momento eu achei que o episódio não nos daria satisfações sobre o ocorrido entre o Nitta e a Hina, aliás, eu passei o episódio quase que inteiro pensando isso. No fim, uma simples “nota no rodapé” foi o bastante para explicar que estava tudo bem. Claro que eu gostaria de uma resolução visível, algo que fizesse jus à “não me fale, me mostre”.

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Nossa! Que episódio! É uma mistura de sentimentos, que vai desde risadas, passa um pouco por emoção e termina em raiva. Não posso deixar de reparar que este episódio foi completamente da Hina, onde ela não protagoniza todos os esquetes, porém todos são sobre ela em sua essência, seja para mostrar sua evolução como pessoa, relação de uma colega e sua descoberta sobre o segredo da Hina ou um adeus um tanto esperado(?).

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Acompanhamos neste episódio duas coisas excepcionalmente importantes e, outra nem tanto, porém, ainda assim, extremamente engraçada. Uma destas coisas é o primeiro dia de trabalho, adaptação e percepção de mudança da Anzu, que assim como mostrado no episódio, será a primeira coisa a ser falada aqui neste artigo.

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Decidi não “poluir” este artigo com imagens da metade da Anzu. Apesar de gostar muito da personagem e achar que ela é a melhor do anime, e claro, ter achado um episódio maravilhoso, não pretendo falar tanto assim da relação dela com os sem-teto, pois já é algo autoexplicativo, e bem, não acho que você deva pensar tanto nisso, mas sim entender que ela está sendo desenvolvida e moldada de acordo com o que ela aprende com as pessoas.

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Por que corrente alternada? Acho que o título do artigo da semana passada casaria melhor com o episódio dessa semana, pois temos toda aquela cena dos amigos da Hitomi montando um grupo de investigação para saber o que estava acontecendo com ela, grupo esse que conseguiu pensar em hipóteses absurdas, porém, com total fundamento, e completando com a Hitomi falando que bares não são lugares para crianças frequentarem, sendo que na verdade ela mesma trabalha em um. Apesar de achar isso, não tem como eu repetir o mesmo título, então, eu preferi colocar um que mostra não só como este episódio foi, mas sim o anime inteiro. Para quem não tem a mínima obrigação de saber, corrente alternada é basicamente a corrente que alterna entre dois polos, sendo eles negativo e positivo, e claro, é bem mais complexo do que seu básico conceito, mas por ora, vamos ficar apenas com o conceito. Hinamatsuri não alterna entre “bom” e “ruim”, mas sim entre “sério” e “leve”, é claro que existem cenas sérias que não vão te fazer pensar na vida ou qualquer coisa deste tipo, e do mesmo modo é com as cenas leves, nem todas vão te fazer rir.

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