Essa semana Kakuriyo no Yadomeshi conseguiu entregar mais um bom episódio, abaixo do que foram os respectivos 17 e 18, porém ainda no patamar de bom. Basicamente, passamos a entender o que está acontecendo com Ginji, ainda sobre ele, tivemos alguns flashbacks que possibilitaram entender de que forma ele e Ranmura foram criados. No mais, Aoi novamente se comprometendo a ajudar o Oryo-ya em uma tarefa arriscada, e o Rei Tenji como vem sendo de praxe teve ótima participação.

O começo do episódio mostra o Sr. Raiju falando sobre Aoi, ainda é complicado estipular de que forma é o interesse dele com  ela, mas do jeito que falou dá entender que é algo no campo de relacionamento, afinal, para os ayakashi se casar com humanos é extremamente bom socialmente, então ele que já é um grande nobre se juntando a uma humana, teria ainda mais reconhecimento social. De toda forma, Hatori avisou Aoi para que fique longe dele, mas do jeito que ela gosta de se meter em enrascadas, provavelmente irá ter algum momento em que ela cruzará o caminho de Raiju.

Raiju

Posteriormente, foi a vez do retorno de Ginji as cenas. Ele estava bastante machucado por conta de sua missão de conseguir a escama de sereia. O poder da comida de Aoi novamente foi ressaltado, aliás que poder esplendoroso o dela. Assim se iniciaria uma longa conversa entre Aoi e Ginji. Alguns pontos tem que ser destacados, o primeiro deles é: a motivação para Ginji ter deixado o Oryo-ya. É interessante ele tomar a atitude de sair do lado de seu irmão, por conta da forma que ele levava as coisas, Ranmura trabalhava de forma muito cruel e impiedosa, forma essa que a raposa branca não gostava e por conta disso resolveu se afastar, e por sorte encontrou um ayakashi bondoso pelo seu caminho, o Rei Tenji. O trato de volta dele ao estabelecimento Oryo era quando o festival fosse acontecer, e isso realmente se cumpriu.

Outro ponto a ser destacado é o flashback de Ginji e Ranmura. Vimos a mãe deles , a ” ultima sereia” e por todas as informações que foram dadas sobre ela, entendemos a pessoa maravilhosa que ela foi e todos os seus bons atos. E seu maior ato foi se sacrificar para parar o desastre que seria quando a cerimonia falhou. Em sua partida deixou nas mãos de Ranmura e Ginji a responsabilidade pelas futuras cerimonias.

Ginji e Ranmaru com sua mãe Iso no passado.

Para finalizar essa conversa o ultimo ponto é que aparentemente Ginji não tem pretensões de voltar ao Tenji-ya mesmo depois de realizar a cerimonia.

Em seguida, Aoi como sempre mostra a sua bondade exorbitante, ao ajudar Ranmaru a se recuperar. Ela não está errada em ajuda-lo, ele não é um ayakashi ruim, suas atitudes são no geral arrogantes, mas sua intenção é boa. Ele ficou também muito obcecado em seguir o legado  deixado pela princesa Iso, a quem ele deve toda a sua criação, e também se vê em divida com a grande Ougon que lhe deu o espaço necessário no Oryo-ya.

Na parte final Aoi fez um trato com Ranmaru, ela obteria as escamas de peixe e ele deixaria que Ginji fosse embora. As palavras do gerente no fim não valem muito, a dona, Ougon, não sabe sobre o assunto, então Aoi foi bem infantil em acreditar que Ginji será simplesmente liberado só por conta de seu acerto com Ranmaru.

O Rei Tenji apareceu apenas no final, e ainda assim surpreende com mais uma boa atitude. Se ele não pode impedi-la de ir nessa jornada perigosa em busca da escama sereia, ele irá junto. A atitude de Aoi agora foi agradecer, antes havia sido não falar nada e apenas aceitar. Se pensarmos bem, ela passou de um estado de relutância a agradecimento nesse período de 19 episódios.

A fala interessante do Rei Tenji.

O que mais me impressiona nesse arco é que Aoi tem sido a chave de solução para todos os artefatos sagrados necessários para festa, não me surpreenderia ela acabar arranjando os 5 materiais necessários. Está ficando claro que a Ougon pensou nisso ao levar Aoi para o Oryo-ya.

Essa foi a análise de Kakuriyo no Yadomeshi  episódio 19. Um bom episódio que dá todo o suporte necessário para o prosseguir do festival de fogos de artificio. O romance foi tocado, mas de forma bem discreta, esse ponto com certeza será mais tocado até o fim da obra.

Obrigado por acompanhar, até o próximo artigo.

Nunca se sabe de onde pode surgir o amor, da pessoa do lado ou de alguém que vimos pela primeira vez, até mesmo esse sentimento pode se atrelar a um ayakashi. Das profundezas do ainda misterioso mundo para os humanos, chamado de Reino Oculto, pode surgir um dos mais verdadeiros sentimentos…

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