Overlord é uma light novel escrita por Kugane Maruyama e magistralmente ilustrada por so-bin. A light novel, que já passou há muito das dez edições, teve seu primeiro volume lançado no Brasil (em uma belíssima edição, por sinal) e a adaptação em mangá já foi anunciada pela editora JBC. Você vai comprar?

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Após duas temporadas de muita construção, nessa terceira Ainz partiu para o ataque. Se mostrou ao mundo por meio do medo através demonstrações de seu poder e, após derramar muito sangue, conseguiu atingir seu objetivo inicial. Ok, ele não conseguiu tudo o que desejava mas não é como se importasse pois mais do que nunca, ele não se importa. Não existe mais a figura benevolente que havia sido mostrada em certos momentos, há apenas um morto vivo fazendo o que for para conseguir o que quer, não importando o estrago que faça.

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Overlord acabou. Foi uma temporada que começou num ritmo lento e entediante assim como sua antecessora e acabou muito bem. Os planos de Ainz finalmente tiveram um início verdadeiro e até mesmo parece que teremos uma continuação. Sobre o episódio, foi interessante por conta do desenrolar (ainda que eu não tenho gostado de algumas coisas) e por termos visto o nascimento do império de Ainz. Lembrando que a resenha completa irá sair na semana que vem!

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Em seu penúltimo episódio Overlord nos mostrou uma brincadeira de criança onde Ainz fez amoeba de milhares de seus inimigos. E gosmas à parte, o massacre sem fim foi simplesmente um ato de extremo sadismo de alguém que simplesmente matou sem necessidade e culpa, claro eram inimigos mas não deixa  de ser bem exagerado. No fim, tivemos uma proposta um tanto quanto ousada para Gazef, que infelizmente recusou.

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Nessa semana tivemos um episódio bem interessante de Overlord. Ainz passou longe de ser o destaque, ou melhor, apareceu e teve uma cena similar a outros momentos nesta temporada, algo que sinceramente é bem sem graça toda vez que acontece se tornando uma tentativa de piada completamente falha. De qualquer forma, acompanhamos a Enri e sua vila numa situação bem desagradável e ainda que a tática fosse boa, era questão de tempo para que todos morressem.

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E após um episódio de certa forma tenso, tivemos apenas preparações e questões políticas que irão anteceder algo grande, uma guerra de proporções consideráveis e muito maior do um dos lados imagina. Chega ser engraçado ter tantos nobres tolos de um lado, algo que não é novidade alguma e como bem sabemos ele irão acabar sucumbindo assustados com a surpresa de ver um inimigo que já era forte e agora está mais poderoso do que nunca. Particularmente estou interessado em como essa guerra irá se desenrolar e quais serão os resultados, não só para os países como também para alguns personagens.

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Novamente tivemos um episódio parado mas diferente da vez anterior, foi interessante. Ainz deu mais uma amostra de seu imenso poder porém com alguns objetivos por trás. O mais interessante acabou sendo toda a questão dos objetivos dos dois lados e a “tensão” em relação ao desenrolar do encontro entre o imperador e Ainz, ainda mais depois do massacre um tanto desnecessário que houve no episódio anterior.

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E o pior aconteceu. Como eu já havia mencionado no artigo do episódio anterior, Ainz não era um ser bondoso ou algo assim. É aquela velha história de você esquecer que determinado personagem não é do “bem” simplesmente porque ele acaba com os caras maus (o que em Overlord teoricamente não tem, ou melhor, quem se aproxima disso é o próprio Ainz). No fim todos morreram e eu ainda mantenho a opinião de que tudo isso serviu para vários nada (bom, rendeu uma alimentação para o pessoal mais desconhecido e uns upgrades para outros ao menos).

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Apesar de ainda estar engrenando, Overlord nos trouxe um episódio interessante e diferente de tudo aquilo que já tínhamos assistido. A perspectiva apresentada nos trouxe uma visão diferente da base de Ainz e até mesmo de seus súditos que acabaram parecendo vilões de sangue frio que operam sem o menor traço de misericórdia. O engraçado disso tudo é que eles sempre foram assim mas por conta da perspectiva, tornam-se queridos e simpáticos para o público (ou não).

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