Gintama é um anime com uma quantidade irritante de metáforas sobre a forma como as pessoas devem trilhar suas vidas. É algo bem claro e que sempre é lembrado, seja quando o assunto é sobre o crescimento de uma pessoa ou quando o assunto é sobre “o jeito samurai de ser” de alguém.

No fim tivemos um episódio de finalização de arco que resolveu problemas que vêm sendo repetidos constantemente pelo percurso dessa temporada e ainda aproveitou para enraizar ainda mais o fan service quase gratuito do saudosíssimo samurai de Gintama (nada contra… mas é algo que enche).

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Divertidamente ou não, esses dois são episódios complementares tratam de uma mesma temática geral (inclusive de um mesmo flash back contínuo), então, bem ou mal, sinto que seja até mais prático escrever esse artigo do modo como está sendo construído. Com esses episódios finalmente descobrimos a história completa da rixa entre Kamui e Umibozou que têm sido pincelada há centenas de episódios.

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Episódio bem sólido de Gintama, com diversas lutas e uma ou duas mensagens interessantes (o que é francamente a forma que Gintama consegue brilhar melhor). Pudemos ver em primeira mão o poder de Kamui e Umibozou, enquanto seus laços de pai e filho são postos a prova por sua rixa e Shoyo se prepara para realizar a investida final que, supõe ele, derrotará o “Papi” da Kagura.

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Esse foi um episódio razoável, no mínimo parece ter mantido o curso dos episódios anteriores e ainda teve o bom gosto de adicionar uma piada até que bem espontânea: a existência de Patsuyan, o entregador de pão de Yakisoba. De um jeito ou de outro, a constante ereção que Gintama tem pelo saudosismo da guerra permeia forte esse arco (até mesmo por razões óbvias ouso dizer) e, embora eu julgue que focar demais no passado em detrimento do desenvolvimento futuro dos personagens como se “eles nunca poderão superar a magnanimidade da guerra” seja algo bem ruim, não posso deixar de dar os parabéns por ainda acharem coisas pra explorar.

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Nesse episódio de Gintama a palavra chave é “Marionete”. Observamos em primeira mão o uso do clássico exemplo das Marionetes do Estado (pessoas que são controladas e doutrinadas a vida inteira por interesse político para que, quando o momento chegar, possam ascender a uma posição de interesse). A questão é que como estamos falando de Gintama e não de ACCA, não basta só pôr um problema político no ar, existe a necessidade de dissecar essa problemática ao nível em que se possa fazer piada dela.

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Nesse episódio de Gintama começou oficialmente a temporada de batalhas do Arco Rakuyou, ou seja, nos próximos episódios teremos um grande enfoque no passado de um dos mocinhos e no inimigo que ele enfrenta, com apenas uma certa passagem introdutória, mostrando qual será o próximo combate (no caso, teremos o Sakamoto e a Mutsu enfrentando o Mr. Gundam).

Não há muito o que se falar de pormenores, esse tipo de episódio põe toda sua significância nas mensagens que cada batalha gostaria de apresentar, porém, a mensagem de Katsura é tão limpa e clara que cabe facilmente como tópico para um único artigo, que é exatamente o que faremos agora.

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Em seu episódio 3, essa nova temporada de Gintama finalmente entra em seu grande esquema de batalhas, com o ritmo da forma que se encontra atualmente acho que finalmente poderei começar a apreciar esse novo sistema de artigos, já que não muito tem pra ser escrito quando o episódio inteiro passa a se consistir de batalhas e piadas em ritmo frenético.

Enquanto o episódio 4 não sai, tho, tivemos uma transição bem interessante. O episódio 3 não só conseguiu introduzir o sistema de batalhas (que aparentemente vai conseguir dos seus lunáticos da Harusame contra cada um dos discípulos de Shoyo que ainda estão ativos) como encerrou o interesse já mínimo que se tinha em questões menores como as do Shogun e de como o Umibozou está super neutro em meio a tudo.

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O episódio 2 de Gintama seguiu na vibe do episódio anterior, dessa vez com a ação ficando mais e mais intensa, enquanto novos problemas começam a surgir por sobre nossos personagens. Com as intenções de Umibozou, Oboro e Utsuro ganhando forma, só podemos esperar e observar o quão inútil o Shogunato é em meio a tudo isso (ao ponto de que levou 2 episódios, de sabe-se lá quantos, para tirar o Novo Shogun do poder).

Gintama está testando uma formatação de artigo enxuta na qual teremos menos texto. Mas a resenha virá quase em conjunto com o episódio, priorizando um ritmo proveitoso para a análise.

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O que dizer de uma série que carrega sub-título de “.”? Acho bem claro que a intenção dos diretores era dizer: “pronto, agora já chega seus infelizes, já cancelamos demais, voltamos demais, o mangá está no final, então vamos dar pra vocês uma última chance de brilhar no horário mais mixuruca e experimental que temos, mas que existe, e estava sendo dominado por outro anime de comédia (Saiki Kusuo) que acaba de acabar”- diretor da Sunrise.

Bom, se era essa intenção, acho que conseguiram. Com um planejamento bem direto e que não levou nem mesmo um episódio para adentrar no, ainda não finalizado, último arco do mangá (o que é particularmente perigoso dependendo do quando esse arco pode vir a terminar),  “Gintama.” começa o que será provavelmente o início do fim da saga que é “Gintama”. Um título de muitos altos e baixos, mas que magicamente lutou em um mercado que não é nada gentil com obras longas (não à toa vimos grandes nomes da Jump à sua época, como Bleach, Rurouni Kenshin, Reborn e Toriko, casualmente caírem por terra e nunca mais serem readaptados). Aqui é o Iwan e iniciamos assim as primeiras impressões de “Gintama.”

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