Chega ao fim um dos animes que eu mais gostei, exibindo nesse encerramento uma história simples porém não menos interessante que as demais. Tínhamos um filho abandonado, um pai miserável, uma família bondosa e uma tanzanita – cujo significado somente o brilhante Richard sabia -, o que podia dar errado?

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Richard voltou ao Japão e nesse retorno pudemos ver um pouco mais do seu passado, entender algumas das outras intrigas que rodavam na época e principalmente, ver como ele era sofrido mesmo com toda a riqueza que tinha, sendo sempre largado pelos adultos que deviam cuidar e lhe proteger.

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Que episódio bacana! Ele amarrou algumas pontas, resolveu parte do problema com o passado do Richard e ainda entregou um desenvolvimento bem interessante dos protagonistas. Acho que todos os acontecimentos desse arco na Inglaterra, rumaram para mostrar a força da amizade que se construiu ao longo do tempo entre os dois e se alguém ainda tinha dúvidas dessa relação, elas acabaram aqui.

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Se o Richard achou que por algum acaso o Seigi ia ficar sentadinho esperando ele pedir ajuda, se enganou é claro. O episódio não só dá início oficialmente a “saga final” do anime, como é responsável por revelar boa parte da história da família Claremont, completando os pedaços que já tinham sido entregues pelo protagonista.

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Esse episódio me causou uma tensão constante e olha que nem teve terror ou suspense aqui, mas o fato de ter lidado com várias situações, cujo desenvolvimento e desfecho foram movimentando meu emocional a cada minuto, me deixou bem agitado enquanto assistia.

Curiosamente aquele que até então era um dos pontos baixos da obra, acabou sendo um sub clímax bem legal, abrindo espaço para a personagem que mais estava perdida na jogada, a Tanimoto.

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Richard Ranashinha de Vulpian, Edward Baxter, Lorde Claremont, olha já não sei por qual identificação o joalheiro atende. Não sei se existem mais nomes, ou sequer se Richard seria o verdadeiro mesmo, mas o fato é que quanto mais a história avança, mais cabeludo o passado dele aparenta ser.

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Acho engraçado que as vezes em que o Seigi se meteu na vida dos clientes, de um jeito ou de outro – e com uma mão do Richard – ele sempre conseguiu ajudar e no final tudo dava certo para todo mundo. Agora quando ele finalmente ouviu o conselho do patrão e pouco fez, ninguém saiu ganhando nada tirando a madame, ao contrário, foi um episódio de derrotas.

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Algo que tenho aprendido bastante aqui, é que as jóias não são a única coisa que se podem avaliar. Nesse episódio especificamente, vi como a natureza de uma pessoa dita o valor de uma pedra preciosa e a guia até ela – com o nosso brilhante protagonista investigativo conduzindo toda a coisa.

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Aprender sobre jóias enquanto se desvenda segredos tem se tornado uma atividade bem prazerosa, então o que dizer desses dois bons episódios, que são tão distintos e ao mesmo tempo tão iguais ao carregar uma mesma mensagem e sentimento? Enfim, cabem as pedras preciosas mostrar que o amor de fato tem várias “formas e tamanhos”.

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