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Atom tem um problema, que no caso, é o desequilíbrio existente entre a produção e o conteúdo do anime. Pode parecer meio aleatória essa afirmação, mas não é, eu até posso citar um exemplo para tentar contextualizar isso. Um anime com animação, trilha sonora, etc, impecáveis e com um enredo horrível seria um bom exemplo desse “desequilíbrio” que eu citei logo acima.

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Depois do grande acontecimento no último episódio, parecia que o anime ia dar um grande salto no desenvolvimento de Sagiri, mas infelizmente a primeira cena deste episódio provou o contrário. Eu diria que a personagem na verdade regrediu de personalidade, pois descobrimos também que a pessoa que ela gosta é seu irmão (e vice-versa).

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Ou Re:Creators – ep 5 – O poder da imaginação

Primeiramente, estou adorando como o anime nos faz refletir sobre várias questões. Desde a mais básica, tipo, “como seria se nossos personagens preferidos ganhassem vida?” até “o que leva alguém a cometer suicídio?” – admito que tanto como ser humano quanto como acadêmica quero ver como vão tratar o tema. Ademais, a interação dos personagens com os criadores têm rendido mais do que esperava. Gostei que eles também têm recebido atenção e não somente as criações em si.

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A cada episódio fico mais animado com My Hero Academia. Eu sou um pouco suspeito para falar desse arco, já que sempre curti torneios em anime. Desde os tempos de Yu-Gi-Oh, Medabots, Beyblade até o exame chunnin em Naruto, esse tipo de evento sempre foi um dos que mais me interessou.

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