Sabem, eu acho muito legal quando um episódio acaba rápido demais para ser verdade. Claro, isso me rende uma vontade e expectativa pelo próximo, mas ver um episódio desse tipo dá gosto e satisfação. Esse em específico tratou de coisas bem interessantes e que nunca tiveram o devido foco na franquia como, por exemplo, a organização (apesar de não ter tido nada muito profundo sobre). Resumindo: foi um belíssimo episódio que nos entregou que coisa ruim vem por aí (qual não fez isso?).

Yuuna apesar de obter sucesso em sua missão, pagou um preço que provavelmente deve ser alto (considerando o anime). É a velha história do tudo termina bem quando acaba bem (ou algo assim) sendo desmentida pela realidade. Yuuna salvou sua amiga e com isso, poderá ter novamente sua companhia, seja na vida diária ou nas lutas pelo bem da humanidade. Aliás, recebeu uma nova companheira disso, Sonoko, que por conta do senso de urgência, superou toda e qualquer barreira para voltar a ativa, sem contar o momento onde arriscou sua vida, de certa forma, ao ativar seu Mankai.

Algo que também chamou e muito minha atenção foi o amadurecimento das garotas. É verdade que talvez seja natural ter uma evolução após tudo aquilo que aconteceu no passado, mas dessa vez, apesar de um certo afobamento inicial, todas elas colocaram na balança o risco real que estariam enfrentando (coisa que não havia antes por conta de certos motivos). “Queremos salvar nossa amiga, mas antes, queremos saber quais são os riscos que iremos estar sujeitas”; era óbvio que elas iriam salvar a Togo? Sim, mas estar ciente do risco era tão importante quanto, afinal, o sucesso dessa missão também dependia disso, sem contar, é claro, com os outros detalhes envolvidos.

Já na parte onde vemos as garotas dentro do lado de lá da muralha, as dificuldades não param de aparecer. Viram que apesar de saber onde sua amiga estava, perceberam que a dificuldade poderia ser maior do que o previsto. Sim, elas não enfrentaram nenhum vertex extremamente forte como no passado fizeram, mas a quantidade de inimigos indicava que uma atitude rápida seria o ideal para o sucesso da missão.

E aí é que Sonoko entra e mostra sua determinação. E não é que as outras tenham isso em falta, mas de todas elas, Sonoko é a que tem as piores experiências com o sistema das heroínas e toda essa luta por Shinjuu-sama. Ficou num estado onde talvez a morte pudesse ser menos dolorosa, teve uma amiga morta em batalha, entre outros efeitos colaterais. Tinha tudo para sequer ir nessa missão, ainda que uma amiga importante estivesse em perigo, afinal, experiências desse tipo não podem ser curadas tão facilmente. Mas mesmo assim, Sonoko e as outras, por uma amiga, ultrapassam essas barreiras que poderiam surgir a qualquer momento rumo ao salvamento daquela que havia se tornado um sacrifício.

“Relaxa, está tudo sob controle”

No fim, deu quase tudo certo (ao menos a missão de resgate sim) e o sistema evoluiu (apesar do perigo que ainda oferece). Ainda há uma certa desconfiança em relação a organização, afinal, o histórico deles não é muito bom e o sistema, que apesar de tudo, não passa uma sensação muito boa. Esse foi apenas o segundo episódio e muitas coisas estão por vir! Juntas elas são mais fortes e eu me pergunto até quando essa união poderá existir.

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