Todo mundo tem um sonho, mesmo que pequeno. Wota tem o sonho de se tornar uma mangaká mas, para isso, tem que melhorar os seus problemas de proporção e de não saber fazer com que os joelhos dos personagens dobrem. Os traços dela estão ficando cada vez mais bonitos e as histórias com mais consistência (embora a mente BL dela permita que as coisas saiam do foco).

O professor tem o sonho de ter mais gente acompanhando suas músicas, e ele mesmo disse que fez a música atual por impulso, então não significa nada demais mas, para pessoas como a Wota, é algo muito profundo e inspirador. Não é à toa que ela sente um amor platônico pelo personagem criado pelo professor.

Claro que Wota não sabe que o professor é quem está fazendo as músicas que ela tanto ama. Engraçado que eu já vi algumas obras em que professores otakus acabam fazendo coisas que ninguém suspeitaria, como jogando RPG, escrevendo mangás, ou até mesmo colecionando figures, então uma cena dele delirando com músicas não me pareceu tão estranho. É uma obra de comédia e tem muitas coisas sem sentido, porém se for algo corriqueiro e quiseram retratar como forma de “relaxamento, já que trabalha para sobreviver”?

Eu não faço ideia no que o autor estava pensando quando resolveu criar esse professor fascinado por garotas universitárias, porém acredito que o essencial mesmo seja se divertir com as loucuras que ele faz, e não ficar se questionando sobre esse tipo de coisa.

Mas uma coisa que me fez refletir um pouco neste episódio foi o fato do professor dizer que nada mudou para ele. É como se ele dissesse que entrou em uma zona de conforto e não consegue sair nem mesmo no corte de cabelo. Tudo o que o faça se sentir confortável ele faz, nem que seja criar um personagem e ficar escondido atrás dele na internet.

Porém o que acontece depois o faz sair dessa zona de conforto, já que percebeu que a Wota o visitaria em um evento de “Vocalo P”. A maior pista que ele teve foi o desenho que ela fez no seu caderno de Matemática, que na foto que ela postou no Twitter tinha como fundo, e ficou muito nervoso. Imagina, um professor sendo descoberto pela aluna que, na verdade, ele é o seu amor platônico.

Não foi apenas isso, mas imagina se ela espalhasse isso? Seria o fim de sua zona de conforto. Mas tem uma coisa certa: tem coisas que, quando são postadas no Twitter, ficam no Twitter, apesar de hoje ter se criado uma onda de copiarem posts dessa rede social e colocar no Facebook. Isso significa que o Twitter é muito melhor, principalmente para quem só usa para passar o tempo, e não para divulgar trabalho, por causa das críticas destrutivas.

Quando Wota se encontrou com o professor, quer dizer, com o Teishotoku P, ele decidiu se portar de outra forma para representar o personagem criado. Tirou os óculos, o seu casaco e colocou um lenço todo suado na cabeça, o qual pegou de um homem que era suor puro do seu lado. Wota confessou a sua admiração e até mesmo falou de seus sonhos e foi embora. O professor teve o incentivo de ir atrás dela para, sei lá, corresponder aos sentimentos dela?

Eu realmente não entendo esses jogos de palavras envolvendo amendoins, porém o professor acabou contando à Wota que, na verdade, ele é o Teishotoku P. O melhor é que, depois de tanto sofrer com a vergonha que passou, a menina decidiu guardar tudo aquilo em segredo.

O que teve de diferente foi o fato que a Majou é uma excelente cartomante, mas não sei que carta é aquela que ela pegou para mostrar o futuro da Tanaka. O que seria aquilo? Deve mostrar no último episódio.

Muito obrigada por ler este artigo até o final, e nos vemos no próximo! o/

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