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O episodio de hoje reinicia a partir da perspectiva de temas trabalhados no anterior. O familiar de Chise ainda tenta se desvencilhar das fortes interferências (ou laços, se preferir) que o passado é sempre tão bom em nos colocar. Adaptação é a palavra que rege seus novos dias. E é justamente nisso que a relação entre Ruth e a ruiva se tornam fortes a ponto de elevar a perspectivas e constatações críveis o bastante para ajudarem no desenvolvimento da narrativa. E isso é o que vamos verificar hoje.

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Fomos deixados, no final do ultimo episódio, daquele jeitinho que só quem viu aquela transformação do Elias poderia saber do que eu estou falando. Quais os verdadeiros poderes daquele feiticeirozinho? Quais os verdadeiros poderes do nosso Magus Bride? Qual a capacidade da direção em nos proporcionar uma cena de ação fluída e com uma boa fotografia e coreografia? Essas e outras perguntas que ficaram na mente de todos que viram o episódio 7 se encaminham para um clímax bem interessante!!! Então, vamos a ele.

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Não é de hoje que Mahou Tsukai tem usado inícios de episódios, epílogos e até flashbacks para auxiliar na construção dos conflitos e para delinear possíveis antagonistas (mais ou menos factuais, é verdade, mas ainda assim vilões).  Contudo, a serie parece estar tendo um empenho maior em esboçar as características (um tanto cartunescas) do feiticeiro (que em sua primeira aparição me enganou totalmente acerca de sua sexualidade – acontece…) que muito provavelmente foi escalado para o ápice dessa temporada. O que esperar de  suas futuras ações? quais são as suas motivações? A quem ele responde ou serve? Se todas essas dúvidas compartilham a sua mente (assim como a  minha) peço encarecidamente que não se frustre caso nada disso seja respondido hoje. Afinal, estamos apenas no sétimo episódio – rsrs… Então, vamos a ele!

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O episódio de hoje continua suas observações e projeções em cima do arco dos gatos. Uma verdadeira forma de evolução de personagens foi apresentada. Uma genuína maneira de explorar a natureza doentia e indiferente de alguns seres (humanos?). Bem, tudo isso é Mahou Tsukai no Yome, onde nossa jovem Chise tem de perambular e se descobrir; onde Elias tem que auxiliá-la a desbravar seu verdadeiro potencial na media em que traça o encontro dela consigo mesma. E como essa busca continua, vamos a ela, agora!

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Eai, galera. Mais de Mahou Tsukai? Então vamos nessa, mas como de praxe: emoções e expectativas se delineiam em torno dessa obra. A passos largos, ela vai emendando  suas intenções e construindo objetivos, perspectivas e uma personagem muito complexa. Tudo isso com muita simbologia reflexiva e cotidianamente muito bem distribuída. Nesse episódio em especial: laços, família, amor, alguma loucura e explicações sobre a função narrativa dos personagens em uma obra.

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Um início bem tranquilo e dentro do esperado para momentos de reação, estabilização e aprofundamento ativo das histórias, dos discursos e dos diálogos. Afinal, estamos falando de uma obra com um elevado grau de maturidade e que sabe brilhantemente distinguir as subjetivações dos momentos de construção direta e simples. Como sempre: funciona muito bem. Então, venha descobrir como gatos podem materializar os conflitos de Chise e muito mais nessa análise de Mahou Tsukai no Yome comigo.

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E dragões!!! Onde habitam? Como vivem? O que comem? Hoje – melhor: agora – no Anime21. Depois de alguns longos dias de expectativas em cima do desfecho da nossa protagonista, nossa resenha semanal de Mahou Tsukai no Yome está de volta e prometo destrinchar as nuances desse episódio que nos aproxima cada vez mais do universo fantástico da Islândia japonesa, seja por incrementar a função de apresentação do universo narrativo, seja por incrementar um pouco de tensão e dimensão psicológica aos pacatos dias da nossa jovem Chise. Com muitas reflexões e uma verdadeira aula de roteiro às luzes de um diálogo entre a consciência de seu fim e o despertar para um novo começo. Um verdadeiro encontro entre dois mundos.

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