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A necessidade de encontrar algum sentido na vida, por menor que seja, por mais insignificante que possa parecer aos olhos dos outros, é sinônimo de qualquer vitalidade que possa ser conquistada. Em Mahou Tsukai no Yome, essa realidade se torna tão pungente que inicia o episódio de uma maneira levemente melancólica e a transição de sentimentos e vontades aprofundam as facetas dos personagens nessa trama. Mas diante de tudo isso, a questão que fica é: o que fazer quando não se importa sobre a vida ou a morte? Bem, a despeito de qualquer diálogo deprimente sobre indiferença, esse segundo episódio promete! Vamos conferir!?

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Bem, depois de três ótimas OVAs (já analisadas por aqui) e muito hype (e você melhor do que eu sabe que foi um baita hype mesmo), estou trazendo para vocês a trajetória de uma jovenzita de cabelos ruivos tendo seu caminho entrecortado por um bruxo/mago com grande poder de fogo e muito estiloso (afinal, se um terno combinando em uma caveira de bode (ou cavalo?!) – ou quadrúpedes afins – não for estilo, eu não sei mais o que é) e tudo isso dentro de um character design meio shoujo (os olhinhos não negam). Nesse artigo de primeiras impressões espero que para os que assistiram: continuem assistindo; para os que ainda não assistiram: termine de ler isso e assista – ou não, ainda não tenho poder sobre você kkkkk, bem mágica essa reflexão… No melhor estilo Magus…?

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A ambientação inicial e os detalhes tornam tudo muito interessante sem deixar de ser um pouco caricato (do jeito bom). O clima de magia e a música confluem bem e me levam a uma espécie de déjà vu (no maior estilo de FMA Brotherhood e da alquimia/magia no ar de um jeito atraente). Os personagens apresentados inicialmente são bem marcados por características individualizadas e são até bem heterogêneos, mas apenas do jeito que permite uma boa mistura e não do tipo que atritam (não muito, pelo menos). A estratégia inicial é baseada em muita música épica e demonstrações do universo, tudo muito restrito ainda, mas com bons ares de novidades e surpresas. O nome? Mahou Tsukai no Yome (até rimou, rsrs).

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E o telefone toca!!! Bem clássico, na verdade, para não chamar de clichê… mas é a vida. E estamos de volta com mais G.A.T.E. e seu “velho” de um jeito meio “novo”, e tudo aquilo que viemos discutindo sobre essa obra interessantíssima. Nesse artigo, eu encerro minha análise sobre sua primeira temporada e vamos ver como o autor vai conseguir suplantar um grande misto: expectativa, curiosidade e medo de acabar ruim.

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“Talvez o capitão já esteja morto.” Com aliados assim, quem precisa de oponentes? Bem, isso nada mais é que um alívio cômico inicial de um dos animes mais especializados nesse tipo de coisa (se você está aqui, obviamente sabe que estou falando de G.A.T.E., assim como deve estar ansioso pela análise dos próximos episódios). Então, Ikou!

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Logo no início, um pouco do passado da Chuka é revelado e essa é uma tendência bastante influente na obra: mostrar pedaços específicos e de maneira rápida e funcional pra manter quem assiste interligado. Ao longo das interações e das peripécias que o protagonista vai colecionando e adicionando ao seu arsenal, nós ficamos com algumas perguntas em mente, sobretudo: onde tudo isso vai acabar!? Essa é a segunda parte da análise de GATE e você está convidado para acompanhar as aventuras bem reflexivas sobre os limites entre humanidade e estado de natureza.

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