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Um começo pacato e reflexivo. Um desfecho que enriquece e aprofunda. Mas a principal surpresa está no meio. Não no sentido da surpresa que nos pega desprevenido, mas sim da forma como tudo é conduzido e trazido até nós de uma maneira tão pensada. Tudo tem seu lugar nos arranjos que vão se formando ao longo do anime e os detalhes tomam igualmente seu lugar ao sol nesse palco. As interações nos trazem os benefícios da vivência de um autor que experimenta na medida certa e que sabe a hora de se render a um bom clichê. As idas e vindas das vidas nessa obra se pautam em plausibilidade contextual e a partir de um centro muito bem definido podem reverberar seus temas, motivações e conflitos com a riqueza exata para a situação. Isso é Mahou Tsukai no Yome.

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A história de Elias continua sendo contada, e suas conexões com Lindel bem como com sua mestra, por meio de flashbacks e conversas à luz de fogueiras e até chaminés. Quando a linha do passado se cruza com a do presente, tudo o que nos resta fazer é esperar para conferir o que foi feito, dito ou pensado, e como isso interfere na construção atual desses indivíduos tão complexos e ímpares.

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Mais um episódio de Mahou Tsukai e toda sua vivência com cenários, animais e músicas épicas. Mais uma vez, oportunidade em que fica evidenciada para todos os teimosos de plantão a direção de fotografia e o pessoal da música. Nessa nova aventura, um quarteto vai adentrar um pouco no passado de Elias (e talvez reviver – ou ao menos compreender – alguns monstros que fizeram e fazem parte de sua trajetória e serviram para moldar suas atitudes e pensamentos como os conhecemos na série) e como Chise o influencia em seus mais variados aspectos e dilemas.

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O episódio de hoje reinicia a partir da perspectiva de temas trabalhados no anterior. O familiar de Chise ainda tenta se desvencilhar das fortes interferências (ou laços, se preferir) que o passado é sempre tão bom em nos colocar. Adaptação é a palavra que rege seus novos dias. E é justamente nisso que a relação entre Ruth e a ruiva se tornam fortes a ponto de elevar a perspectivas e constatações críveis o bastante para ajudarem no desenvolvimento da narrativa. E isso é o que vamos verificar hoje.

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Fomos deixados, no final do ultimo episódio, daquele jeitinho que só quem viu aquela transformação do Elias poderia saber do que eu estou falando. Quais os verdadeiros poderes daquele feiticeirozinho? Quais os verdadeiros poderes do nosso Magus Bride? Qual a capacidade da direção em nos proporcionar uma cena de ação fluída e com uma boa fotografia e coreografia? Essas e outras perguntas que ficaram na mente de todos que viram o episódio 7 se encaminham para um clímax bem interessante!!! Então, vamos a ele.

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Não é de hoje que Mahou Tsukai tem usado inícios de episódios, epílogos e até flashbacks para auxiliar na construção dos conflitos e para delinear possíveis antagonistas (mais ou menos factuais, é verdade, mas ainda assim vilões).  Contudo, a série parece estar tendo um empenho maior em esboçar as características (um tanto cartunescas) do feiticeiro (que em sua primeira aparição me enganou totalmente acerca de sua sexualidade – acontece…) que muito provavelmente foi escalado para o ápice dessa temporada. O que esperar de suas futuras ações? Quais são as suas motivações? A quem ele responde ou serve? Se todas essas dúvidas compartilham a sua mente (assim como a minha), peço encarecidamente que não se frustre caso nada disso seja respondido hoje. Afinal, estamos apenas no sétimo episódio – rsrs. Então, vamos a ele!

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O episódio de hoje continua suas observações e projeções em cima do arco dos gatos. Uma verdadeira forma de evolução de personagens foi apresentada. Uma genuína maneira de explorar a natureza doentia e indiferente de alguns seres (humanos?). Bem, tudo isso é Mahou Tsukai no Yome, onde nossa jovem Chise tem de perambular e se descobrir; onde Elias tem que auxiliá-la a desbravar seu verdadeiro potencial na medida em que traça o encontro dela consigo mesma. E como essa busca continua, vamos a ela, agora!

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