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O que mais me despertou curiosidade em Battery foi o fato da nota dele ser extremamente baixa no famigerado MyAnimeList. Numa análise geral, costumava ser fácil entender o que cada grupo de médias representa: 9 eram animes excelentes, 8 muito bons, entre 7,9 e 7,5 costumavam ser bons, entre 7,4 a 7 o alerta começava a soar e com os de média 6 era onde o alarme soava de vez. Não havia muitos exemplos no geral de coisas que ficavam abaixo disso. Se focarmos nas séries de TV, tem pouquíssima coisa, a maioria antiga, se filtrarmos ainda mais para pegar coisas recentes apenas, só temos o exemplo de Aku no Hana.

Em 2016 eu percebi alguns animes que juntos se tornam uma minoria percebível, e curioso como sou, fui atrás do que me parecia mais engolível deles para entender a espécie de fenômeno que aparentava assistir. Posso dizer que vi esse anime de forma “experimental”. E como Battery é do bloco Noitamina, que é conhecido por ter uma considerável qualidade em suas séries, de alguma forma, nem que só a abertura e o encerramento, ou talvez só a animação sejam boas, e o resto uma porra, ele foi o escolhido.

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Olá, eu sou o Kakeru17 e fui convidado para comentar um pouco aqui no blog sobre algo bizarro, muito bizarro, talvez o anime mais bizarro que você pode conhecer na sua vida: JOJO!

Só para situar um pouco aqueles que não conheçam a obra, – sério, onde você esteve nos últimos 30 anos? – Jojo no Kimyou na Bouken (mais conhecido como Jojo’s Bizarre Adventure) é um mangá de autoria de Hirohiko Araki, em publicação desde 1987 e que já rendeu quatro temporadas de anime, além de alguns ovas lançados no começo do século; vários spin-offs em mangá e light novel; diversos jogos para console e PC; sem esquecer, é claro, dos seus mais de 110 volumes publicados – o que torna a série uma das mais longevas entre os mangás – e uma legião de fãs fanáticos e fieis que acompanham essa obra bastante peculiar e icônica, com verdadeira devoção.

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Olá, pequeno gafanhoto!

Tudo bem com você?

Vim aqui de novo postar um textinho para ajudar a divulgar um projeto bem bacana – se bem que sou suspeita pra falar né. Mas, para provar que a coisa é profissa mesmo o Tio Fábio falou preu dar uma amostra. Porque, bem, convenhamos que meu jeito não ajuda muito haha!

Então taí, tentei fazer algo próximo do livro, mas com um quê mais (bem mais) descontraído e mais curto – tentei, juro que tentei rs.

Que livro eu tô falando? Clica aqui nesse post para saber ou então cola lá na fanpage.

Vamos ao texto!

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Oi gente! Tudo bem? Fui convidada pelo Anime21 para falar de um tema que eu gosto mais do que é considerável saudável: representação feminina. Esse texto começou como um ensaio para uma disciplina da faculdade e depois decidi postá-lo primeiramente no meu Medium. Como o escrevi pensando num público leigo, ele é bem geral e pode ser meio “chovendo no molhado” para alguns. De qualquer forma, espero que gostem e descubram algo novo 🙂

Prontos?

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Guest post por Vitor Mendes Sozzi, que se define como apenas uma alma atormentada em meio a zumbis risonhos, em busca de seu amor perdido.

Antes de tudo aconselho terem visto ou lido Parasyte (Kiseijuu) e lido A Divina Comédia que o texto está cheio de spoilers.

Os personagens principais da Divina Comédia são o próprio autor, Dante Alighieri, que realiza uma jornada espiritual pelos três reinos do além-túmulo, e seu guia e mentor nessa empreitada é Virgílio, poeta romano clássico e autor, entre outros, de Eneida.

Dante em sua peregrinação personifica o homem, a essência do ser humano, Virgílio é a razão, o pensamento crítico e puramente isso, e a amada de Dante, Beatriz, personifica a fé.

A estrutura do poema se divide em três: Inferno, Purgatório e Paraíso (embora todo mundo só lembre do inferno) e é muito importante considerar a obra pois foi o primeiro livro escrito em toscano (a base do italiano moderno) e o primeiro a ser escrito fora do latim.

Mas sem delongas, apresentarei meu ponto de vista de que Parasyte foi escrito em analogia a Divina Comedia.

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(Nota do editor: esse artigo é um guest post, ou seja, enviado por alguém que não é parte da equipe regular do blog. Você pode enviar o seu também, clique aqui para ver como. Quem o escreveu foi a Josiane, fique com ela a partir de agora.)

Olá, meu nome é Josiane (mas pode me chamar de Siri). Pode me encontrar no Twitter como @josi_siri.

O professor Taki é um dos (vários) personagens que se sobressaíram no decorrer do anime e, mesmo assim, continuamos sem saber praticamente nada sobre o seu passado. Isso não é um ponto negativo, afinal, se conseguissem esclarecer todos os detalhes da história utilizando apenas essa curta temporada, não haveria nenhum motivo para pensar em uma continuação. Hibike Euphonium explora bastante os detalhes, seja para nos fazer comparar uma cena atual com episódios passados ou para dar indícios do que está por vir. Dessa forma, a foto misteriosa que o professor Taki guarda com tanto carinho e que apareceu de relance, enquanto ele estava na sala dos professores, gerou muitas especulações. Quem seria a pessoa da foto? Por que essa cena foi introduzida justo no último episódio? Se houver uma continuação, de que maneira essa pessoa vai estar envolvida na história?

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