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Não serão 18 bruxas, mas apenas 10. Bom, na verdade 11. Por que eu achei que fossem 18? Ok, o título. Mas foi só isso? Eu podia jurar que vi em sinopse ou notícia por aí que eram 18 bruxas, quando na verdade, pesquisando aqui, nunca nenhuma notícia e nem o site oficial fala na quantidade de bruxas. Jamais. Eu estava pronto para chamar esse artigo de “Fui tapeado!” por causa disso, mas parece que não fui. Ou fui, mas pela minha própria memória – e desde o começo do anime!

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Quero dizer, sobre o que foi esse episódio? Qual era o problema da garota? Não que eu não possa me relacionar. Ser blogueiro é sofrido mesmo! E ela é blogueira em mais de um blog, como assim? Haja sofrimento! Mas não é todo blogueiro que gosta de morangos, descobri recentemente. Eu, a exemplo da garota desse episódio (que tinha um nome peculiar, trato dele adiante), gosto. O Kiraht, meu colega aqui no Anime21, não gosta.

Bom, sem brincadeiras mais, esse episódio foi sobre nada. Digo, a garota em si não era importante. Depois de nove episódios, esse aqui resolveu finalmente lidar um pouco com a situação do protagonista, o Haruto. Bem pouco. Tão pouco que em termos de história foi o pior dos episódios, na minha opinião. Só dou uma nota boa porque gostei bastante da arte. Sim, no primeiro episódio também reclamei muito da história – e também acabei dando uma nota boa por causa da arte. A partir de agora quero mais do que arte bonita, 18if!

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Qual foi a crítica social foda da semana? A indústria idol no Japão, porque um anime dedicado a produzir uma nova crítica social foda a cada episódio não poderia deixar passar incólume a indústria idol no Japão.

Eu não acho que esse formato seja um problema em si. Além disso, vários dos episódios trataram de temas raramente tratados (pelo menos em anime). Outros são menos criativos nos temas, mas muito interessantes no desenvolvimento da história.

Esse, como o primeiro episódio, não foi nem um nem outro.

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Em 18if realmente vale de tudo, né? Desde que seja uma garota com algum tipo de problema com o qual ela não consiga lidar, ou seja, algo além de sua vontade, externo a ela. E cada problema tem uma solução completamente diferente dos demais – e em pelo menos um caso, no episódio anterior, o protagonista não pôde fazer nada.

Nessa edição, 18if tratou de surdez. Não da surdez em si, mas dos problemas que uma pessoa com deficiência auditiva enfrenta no dia à dia, de coisas pequenas até outras nem tanto. Todas coisas do cotidiano, que aqueles de nós que escutam normalmente têm por garantida, podem se transformar em desafios. Problemas com o chefe, com o transporte público, com animes e programas de TV, com invasões alienígenas, etc.

Ok, talvez nem tudo seja exatamente cotidiano.

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O que Khmer Vermelho, O Mágico de Oz, Agatha Christie, cama de gato e mísseis nucleares tem em comum? Nada, com certeza, ainda que dê pra fazer uma ilação ou outra, além de um pouco de raciocínio bem livre, mas à rigor, nada. A não ser que isso seja um episódio de 18if e o diretor tenha fumado crack.

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Eu tenho bode com o termo “bruxa”, como usado pelo anime. Faz parecer que são garotas más, ou que tomaram a decisão que tomaram em pleno gozo de suas capacidades mentais e em um momento em que possuem várias outras alternativas melhores. Como esse não foi o caso de nenhuma delas até agora, chamá-las de bruxas apenas desloca a culpa para as vítimas. Eu entendo que o anime faz isso de propósito, mas se eu apenas repetir isso aqui estarei fazendo o oposto do que me proponho – não estarei criticando. Se essa é uma forma do anime mostrar a sua crítica, tão melhor que eu aponte isso, não é?

Nesse episódio viu-se como surge uma bruxa.

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Que pancada no final! De súbito, esse episódio se tornou tão ou mais triste que o terceiro, o da garota com uma doença incurável. E a ideia de que o Haruto “salva” as garotas fica cada vez mais difícil de defender. Ele mal parece ter uma vontade própria, mudando de comportamento e de personalidade a cada nova garota, a cada episódio.

Bom, em parte isso se deve à escolha criativa de ter um diretor por episódio, claro, mas acredito que não seja apenas diferenças de ponto de vista, e sim intenção deliberada. Com o tempo descobriremos, suponho.

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