Após uma pausa de uma semana, Blade volta com um episódio muito bom! Blando, o médico responsável por tentar descobrir os segredos da imortalidade de Manji, nos concede momentos intensos permeados pela quebra da razão, da ética e dos lastros humanos.

O ponto alto do episódio é a direção artística, ela capta o conflito de Blando de modo inovador. O médico, que, sem dúvida, é uma boa pessoa, que se preocupa com os seus pacientes, ou no caso, cobaias, embora seja ambicioso e curioso, acaba colapsando em insanidade.

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Um episódio legal dentre tantos episódios tortos. É meio chato até, mas se conseguem fazer um episódio coeso, sem trancos, com elaboração e diálogos claros e completos, poderiam ter feito isso em outros episódios. É fato que estão adaptando as mesmas falas e cenas do mangá, com pouca ou nenhuma edição das mesmas, tirando as inúmeras simplificações. O problema real do anime tem sido o equívoco em retirar trechos importantes, suprimir personagens e sagas que contribuem para a estrutura geral da obra, mas que não são substituídas, e também o anime não é reorganizado para que novas coisas, além mangá, preencham essas lacunas. O resultado é uma ambientação repleta de furos, trancos e coisas mal e insatisfatoriamente desenvolvidas.

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Bem, sobre o episódio dessa semana, tenho que relatar que em geral ele até foi aceitável. Muita coisa muda em relação ao mangá, como já esperava, coisas essas que empobrecem o anime, ou mesmo reforçam e potencializam defeitos próprios do mangá. O anime consegue destruir personagens aos distorcê-los em suas ações.

Novamente, a animação aproveita muito mal situações intrigantes, como o encontro de Abayama com Habaki. Segundo o anime, Abayama foi ao banheiro, e quando voltou, todos os membros da Itto-Ryo tinham sido assassinados. Isso é forçado, no mangá é bem diferente.

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A pergunta que tenho feito após cada um desses últimos episódios de Blade é. Como diabos escrevo sobre isso ignorando tudo o que sei sobre o mangá? Ver o anime sabendo que escolheram não adaptar tanta coisa, e que essas coisas estão fazendo uma falta absurda no anime, me faz pensar que é grande a probabilidade de que os responsáveis por essa animação não tiveram escolha. Não entendo como tomariam esse rumo na adaptação caso tivessem escolha.

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Na intenção de melhor organizar o tempo dos redatores para trabalharem futuramente em artigos diversos, esse artigo de Blade, episódio 11, será um teste de um novo formato de artigo em processo de desenvolvimento. A qualidade geral da narrativa no decorrer deste episódio se consolidou em um ritmo constante de tensão. Desde o primeiro ato somos apresentados às ações de Shira, que busca consolidar o seu plano de vingança contra Manji. Ele contrata mercenários para embocar o matador de cem.

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Bateu um desânimo enorme com esse episódio. Sendo sincero, recomendo que procurem o mangá, espero que seja fácil de achar na internet. Ademais, vou debater as diferenças entre o mangá e o anime no vídeo linkado ao final do artigo. No decorrer do texto vou me debruçar apenas sobre a adaptação em anime, como costumeiramente escolhi fazer. Mas já deixo avisado, a adaptação pulou no mínimo dois tankos e mudou algumas coisas para forçar conexões entre eventos, para além de limar da história toda uma saga e diversos capítulos que engrandecem a obra original.

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Rin em destaque do começo ao fim. No episódio nove de Blade presenciamos uma saga completa de desenvolvimento, ou melhor, estabelecimento, da determinação inquebrantável de nossa protagonista. Mais do que vingança, ela deseja enfrentar a realidade e a brutalidade humana. Anotsu pode ser alguém mais complexo do que ela esperava, e ela mesma se depara com uma complexidade particular que nunca imaginou existir em si.

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Nesse episódio se consolida a apresentação do bando da Mugai-Ryu. Manji e Rin resolvem conversar com o bando e entender quais são os objetivos do mesmo. De um lado temos a sagacidade de Manji, que percebe de imediato que alguém de “cima” está financiando a empreitada, ou seja, a caça aos membros da Itto-Ryu. De outro temos a confluência de interesses entre a dupla e os mercenários.

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O episódio dessa semana, assim como o episódio quatro, diminui um pouco o ritmo para nos apresentar diversos personagens importantes. A partir daqui Blade engrena em arcos mais longos, onde os oponentes não morrem de imediato no mesmo episódio em que são apresentados. Tudo bem que isso não aconteceu em todos os episódios anteriores, mas em parte significativa deles, sim.

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Essa adaptação de Blade é impressionante, não apenas pela qualidade geral que possui, mas principalmente por conseguir manter uma qualidade razoável mesmo ao escolher adaptar um tanko inteiro em apenas um episódio. Diga-se de passagem, o anime em si consegue fazer um bom trabalho, mas a quantidade de detalhes que são obrigados a cortar ou simplificar, me faz ter que sinceramente confessar, o mangá é muito, muito melhor do que o anime.

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