Rin em destaque do começo ao fim. No episódio nove de Blade presenciamos uma saga completa de desenvolvimento, ou melhor, estabelecimento, da determinação inquebrantável de nossa protagonista. Mais do que vingança, ela deseja enfrentar a realidade e a brutalidade humana. Anotsu pode ser alguém mais complexo do que ela esperava, e ela mesma se depara com uma complexidade particular que nunca imaginou existir em si.

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Nesse episódio se consolida a apresentação do bando da Mugai-Ryu. Manji e Rin resolvem conversar com o bando e entender quais são os objetivos do mesmo. De um lado temos a sagacidade de Manji, que percebe de imediato que alguém de “cima” está financiando a empreitada, ou seja, a caça aos membros da Itto-Ryu. De outro temos a confluência de interesses entre a dupla e os mercenários.

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O episódio dessa semana, assim como o episódio quatro, diminui um pouco o ritmo para nos apresentar diversos personagens importantes. A partir daqui Blade engrena em arcos mais longos, onde os oponentes não morrem de imediato no mesmo episódio em que são apresentados. Tudo bem que isso não aconteceu em todos os episódios anteriores, mas em parte significativa deles, sim.

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Essa adaptação de Blade é impressionante, não apenas pela qualidade geral que possui, mas principalmente por conseguir manter uma qualidade razoável mesmo ao escolher adaptar um tanko inteiro em apenas um episódio. Diga-se de passagem, o anime em si consegue fazer um bom trabalho, mas a quantidade de detalhes que são obrigados a cortar ou simplificar, me faz ter que sinceramente confessar, o mangá é muito, muito melhor do que o anime.

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O anime de Blade se apresentou, no decorrer desses cinco primeiros atos, junto a uma estrutura episódica, e até o momento desenvolveu, no decorrer de seus cinco episódios, cinco histórias distintas de cinco antagonistas principais. Sabato, poeta doentio e um dos mestres de Anotsu, Magatsu, “amigo” de infância de Anotsu, por assim dizer, Maki, o amor de sua vida, mas que desemboca em um relacionamento distorcido e doloroso, para no episódio seguinte desenvolver o próprio Anotsu, ao nos apresentar o seu passado e motivações, e agora Eiku Shizuna, um imortal que está morto por dentro.

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O episódio dessa semana desacelera o ritmo até então relativamente frenético dos episódios anteriores. Para quem requisitava respostas, aprofundamento e motivações, ele oferece àquilo que clamam. Para aqueles que requisitam ação, emoção e verborragia orgânica escorrendo entre lâminas ceifadoras de destino, tenham calma, mesmo que o sangue que jorra seque, enquanto o protagonista for imortal o fluxo vermelho cederá a pressão.

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Acho importante começar essa resenha destacando uma coisa óbvia, Blade é uma adaptação! Mas porque destaco isso? Primordialmente pelo fato de que o Episódio 3 do anime se distanciou razoavelmente do mangá! Mas em segundo lugar, para entender o anime por si mesmo, e também, por minha vez, me distanciar do mangá, para assim analisar apenas o anime em si, o entendendo como uma obra por si mesma.

Não acho certo poluir o artigo do episódio debatendo o que significa adaptar uma obra, então recomendo que assistam esse vídeo em hyperlink, onde debato exatamente isso. E não é querer promover o vídeo nem nada, mas sim porque se trata de uma reflexão necessária se queremos ser justos para com o anime, ou mesmo para com as adaptações em geral.

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O segundo episódio de Blade reafirma e materializa o estilo que o primeiro sinalizou. O anime tem um gingado, uma dinâmica que balança entre cenas rápidas e diretas, sendo minimalista na exposição dos contextos e nos próprios diálogos. Os personagens bamboleiam entre as cordas que amarram habilmente os diversos momentos do episódio.

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Blade – A Lâmina do Imortal ou Mugen no Juunin, é uma história de samurais cheia de ação, filosofia, vingança e honra.

A obra de Samura Hiroaki foi originalmente publicada na revista “Afternoon” da editora Kodansha e durou de 1994 à 2012. Chegou a ter um anime baseado nas primeiras edições do mangá que não vingou (animação, traço e enredo muito fracos se comparados ao mangá) e um filme live-action muito bom (lançado em 2017 no Japão, mas que apresenta um final diferente para a saga) e recentemente uma nova incursão nos animes que será lançada pela Amazon Prime e promete traços e enredo fiéis ao mangá.

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Blade – A Lâmina do Imortal, também conhecido como Mugen no Juunin, que em português significa Habitante do infinito, estreou em uma nova adaptação em anime, prometendo adaptar à totalidade da obra em mangá, ao contrário da última adaptação, de 2008, que optou por cobrir apenas um fragmento da história.

Mugen no Juunin está sendo patrocinado e transmitido pela Amazon em seu serviço de streaming oficial. Isso é importante, retomo o porquê mais adiante.
Mas introduções à parte, o que dizer desse primeiro episódio? Bem, para mim foi a melhor estreia da temporada até o momento. Explico.

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