Para Chihaya, Karuta deve ser colocado em um pedestal de tão importante que o esporte é para ela. Com a vitória nas finais para saber qual time iria para o Omi Jingu representar Tóquio nas nacionais (que Chihaya chamou carinhosamente de Koshien, que é linguagem usada em beisebol), a pressão foi diretamente para os seus ombros, juntamente com o troféu que ganharam.

Mas o quão importante é o esporte para as outras pessoas? Com essa pergunta que inicio este artigo da Sessão vintage de Chihayafuru.

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Como todo esporte que utiliza capacidade mental, há todo aquele cansaço durante as partidas. Não importa quanto tempo você tenha treinado, se a pressão psicológica é exercida sobre você, muitas vezes todo aquele esforço durante as horas gastas sob cartas é em vão.

Os novatos do time do Colégio Misuzawa entenderam o que é estar durante partidas difíceis contra outros colégios que praticam Karuta desde muito tempo. O calo nos pés de cada membro e o movimento rápido de cada jogada, além de certas corridas que têm de ser feitas para conseguir pegar a carta que conseguiu, tudo isso em um jogo que utiliza a capacidade cerebral.

E quanto mais se pensa, mais energia se gasta. Não é à toa que Chihaya sempre cai dormindo sob o tatame (os olhos abertos eu não sei explicar, porém deve acontecer quando se fica muito tempo em transe).

Com essas palavras de incentivo e que guia as pessoas até os seus objetivos, dei início à Sessão Vintage desta semana.

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Este episódio mostrou que cada vez mais os sentimentos de Taichi por Chihaya ainda permanecem, e que ela deve se sentir balançada quando ele toca em seu pulso. Não apenas isso, mas também mostra o quão árduo pode ser um treinamento enquanto estão em um acampamento.

Como Tsutomu e Kanade ainda são iniciantes, Chihaya quis treiná-los de uma forma que avançassem de nível mais rápido que o esperado. Claro, com Yuusei e Taichi na Classe B, seria ainda melhor se os dois novatos conseguissem ser mais experientes, mas um treinamento com alguém da Classe A (Chihaya) normalmente não é bem um sonho de quem ainda está começando.

Com muitas dúvidas, começo esta Sessão Vintage da primeira temporada de Chihayafuru.

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O quinto episódio continua discorrendo sobre a relação entre os três companheiros de Karuta: Chihaya, Taichi e Arata, que não se tornou nada fácil após um incidente.

Como o avô de Arata era um jogador profissional de Karuta e o menino era muito apegado a ele, tudo lhe foi ensinado e o Wataya se tornou um exímio jogador. Mas acabou percebendo que todo o apego tem um fim, e acabou quando o seu avô morreu.

Assim, depois desse fato, Arata se tornou arredio e começou a largar o Karuta. O fato não é que ele odiava o esporte, mas o amava tanto que decidiu deixar para lá, já que a pessoa que o menino mais amava em sua infância foi desta para a melhor.

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Os primeiros três episódios de Chihayafuru focam na pré-adolescência de Chihaya, Taichi e Arata. Era um período de muita aceitação e de mudança na vida dos três. Chihaya mudou o foco de seus sonhos, Taichi parou de ser tsundere com o passar do tempo e Arata acabou se focando mais nas jogadas em grupo.

Claro que, um dia, cada um mudaria a sua forma de ver o Karuta. Apesar de Chihaya ainda permanecer obstinada com o seu sonho de se tornar a “Rainha”, a melhor jogadora de Karuta, mas Arata virou ranzinza, e Taichi também desistiu de jogar o “joguinho de cartas”.

Assim começa mais um artigo de Chihayafuru para a sessão vintage.

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Afinal, o que é um sonho? Um sonho talvez seja construído no momento em que dormimos, e quando acordamos, pode ser que ele nunca mais retorne, ou até mesmo volte de uma maneira diferente. Pode ser também que você tenha algo para realizar e não conte para ninguém, até que consiga concretizar o que deseja.

Tem gente que fala que “não custa nada sonhar”, mas pode vir a custar muitas coisas, sim. Antes de se encontrar com Arata, o “sonho” de Chihaya era ver a irmã subindo aos palcos como a maior Top Model do Japão, esquecendo inclusive de si mesma.

Claro que na sexta série é difícil de tomar decisões sozinho. A não ser que seja um pré-adolescente com um estilo de vida diferente, assim como o Taichi foi criado para ser o vencedor em tudo, você não consegue fazer certas escolhas que faria se tivesse um raciocínio lógico mais desenvolvido.

Bom, com essas divagações, inicio aqui a sessão vintage de Chihayafuru.

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Olá, pessoal! Aqui quem vos escreve é a Tamao-chan! Como sabemos, alguns animes terminaram, inclusive Sangatsu, que eu estava publicando terça-feira, às 13 horas. Então, resolvi preparar um artigo extra para apresentar uma resenha de um anime muito bom por sinal.

Chihayafuru é um josei muito bonito, e que com certeza atrai e enche os olhos de quem o vê. Ele conta com um anime de duas temporadas (uma que saiu em 4 de Outubro de 2011, e a outra em 11 de Janeiro de 2013), cada uma com 25 episódios, um OVA que saiu em 13 de Setembro de 2013 e um filme em Live Action que saiu em 19 de Março do 2016. A obra original é um mangá que ainda está em publicação desde 28 de dezembro de 2007, pela revista Be-Love, e sua autora é a Suetsugu Yuki.

Conta a história de uma garota chamada Chihaya que, quando estava na sexta série, ainda estava à sombra de sua irmã e não sabia exatamente o que fazer, até que se encontra com Wataya Arata, um aluno transferido da zona rural de Fukui. O menino, que é bem quieto por sinal, tem uma habilidade de jogar karuta competitivo, que é um jogo de cartas tradicional japonês, onde juntam 100 poemas. Ela fica fascinada pelo jogo, e também acaba levando o seu amigo Mashima Taichi para o seu mundo. E sua obsessão não cessou nem depois de anos. Agora já no colegial, ela tenta atrair mais pessoas para esse jogo interessantíssimo, para formar um clube de Karuta e ir para o campeonato nacional em Omi Jingu.

Como o mangá e o anime foram recebidos com muita positividade, o interesse em Karuta cresceu exponencialmente, e até mesmo em São Paulo foi criada uma Associação de Karuta. Quem morar na capital e tiver interesse, é só clicar aqui.

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