Hanano Sumire é uma garota extremamente sincera e tudo o que quer é ficar bonita e conseguir namorados da forma mais rápida possível, não importa como. Ela simplesmente, a primeira vista, não dá nada por karuta, apenas vai atrás de Taichi.

Porém, ao se fechar para coisas novas, ela parece muito arrogante para certas pessoas. Além disso, a sinceridade dela machuca de uma forma que não tem noção de nada. Tem vezes que tudo o que Sumire fala sai sem querer e não tem mais controle de suas ações.

Esta temporada de Chihayafuru começa com novos membros para o Clube de Karuta, e também com calouros muito difíceis. Com esta constatação, inicio aqui mais uma Sessão Vintage de Chihayafuru.

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No episódio 22, Chihaya joga nas semifinais do Oeste para saber quem iria ficar frente a frente com a atual Rainha, Shinobu. Sua adversária é Yamamoto Yumi, a antiga Rainha, que é uma pessoa que se tornou contestadora no mundo do karuta. Apesar de começar perdendo por conta de sua falta de confiança, ao final conseguiu virar o jogo.

Yumi é uma mulher muito influente no karuta por causa do seu título adquirido há alguns anos. Atualmente, trabalha em um banco em Tóquio e o tempo que se dedica ao esporte é muito pouco. Impressionante como ela conseguiu chegar tão longe com tão pouca prática.

O que atrapalhou bastante foi a compressão, que deixou a sala bem quente. Ainda bem que impediram os jogadores jogarem com hakama, se não os movimentos se cessariam ainda mais, e o calor seria ainda mais insuportável. Chihaya não teve muita sorte do meio para o final do jogo, principalmente pela falta de concentração, porém aprendeu uma lição importante: ao terminar a partida e não cumprimentar o adversário é como se fosse uma dupla falta, quem erra é você.

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Chihaya, até um tempo atrás, usava de muita velocidade em suas partidas. Desde nova, o que importava para ela era a quantidade de cartas que poderia conseguir usando tanto a sua excelente audição quanto a sua rapidez de alcance nas cartas.

Ririka, sua oponente mirim, está seguindo o mesmo caminho, mas ao contrário de Chihaya, nenhum Arata a guiou, e ela já foi indo para o caminho de se tornar uma Rainha antes mesmo da protagonista. Isso porque ela é considerada uma prodígio que pode vir a tomar o lugar de Shinobu.

Mas nem todos enxergam dessa forma, e de acordo com o passar do episódio, percebemos que a vida de Ririka não é tão abastada assim com o seu “talento”. Com esse choque de realidade, inicio mais uma Sessão Vintage da primeira temporada Chihayafuru.

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Este episódio foi difícil por duas coisas: Chihaya estava com a corda no pescoço por conta de suas notas, e que se ela não parasse de pensar em karuta, ela iria reprovar, e o jogo que Taichi precisava para subir para a Classe A e ficar par a par com a protagonista.

Nesse clima de desespero, inicio mais uma Sessão Vintage da primeira temporada de Chihayafuru.

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Ninguém disse para a Chihaya que seria fácil subir de rank. Ela mesma tinha ciência disso e estava uma pilha de nervos. E ainda estava com a ideia na cabeça de tentar seguir o que o seu mestre lhe disse, só que não sabia como executar.

Quem lhe ensinou o que faltava no karuta competitivo foi Sakura, sua oponente para subir no rank. Ela é uma mulher de 35 anos que se veste como uma garotinha para tentar parecer mais jovem, além de ter uma língua bem afiada.

Os jeitos e trejeitos dessa mulher fizeram Chihaya entender que velocidade e ouvidos aguçados não eram as únicas coisas que importavam, mas também saber esperar o momento certo para conseguir pegar qualquer carta que queira.

Com esse clima competitivo, inicio mais uma Sessão Vintage da primeira temporada de Chihayafuru.

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Na verdade, o episódio 16 foi apenas um resumo bem humorado com a adição de algumas esquetes bem engraçadinhas envolvendo os membros do Clube de Karuta do Colégio Misuzawa, então acredito que não valha a pena incluí-lo tanto no texto. Apenas posso dizer que o amor que Taichi sente pela Chihaya continua tão transparente quanto um rio límpido, embora ninguém do clube tenha percebido ainda tais sentimentos.

Com esse clima de tristeza(?), inicio mais uma Sessão Vintage de Chihayafuru.

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Até então, o time de Chihaya participou de partidas em grupo. O verdadeiro desafio foram os jogos individuais. Como Kanade e Tsutomu ainda são iniciantes, o que aprenderam pode não ter sido o suficiente para continuar jogando, e perderam na terceira partida de Classe D de karuta.

O problema para a Chihaya é ter jogado sua segunda partida com a rainha, Wakamiya Shinobu. Esta menina é alguém que gosta de atiçar o oponente, para que ele fique com raiva e jogue com tudo para não perder de jeito nenhum, porém acaba tendo um efeito contrário.

Com a descrição sobre a rainha cínica que inicio este artigo para a Sessão Vintage.

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O time do Colégio Mizusawa chegou ao Omi Jingu depois de alguns meses de treinamento em seu clube. Com tão pouco tempo de experiência, muitos jogadores muito mais experientes (ou menos, não sei ao certo) começaram a avaliar Chihaya e seus colegas, tanto em pensamento, como falando de modo que escutassem. Mas a protagonista não imaginaria que passaria tão mal em seu jogo de estreia…

Com sentimentos de melhoras, começo mais um artigo de Chihayafuru para a Sessão Vintage.

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Para Chihaya, Karuta deve ser colocado em um pedestal de tão importante que o esporte é para ela. Com a vitória nas finais para saber qual time iria para o Omi Jingu representar Tóquio nas nacionais (que Chihaya chamou carinhosamente de Koshien, que é linguagem usada em beisebol), a pressão foi diretamente para os seus ombros, juntamente com o troféu que ganharam.

Mas o quão importante é o esporte para as outras pessoas? Com essa pergunta que inicio este artigo da Sessão vintage de Chihayafuru.

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Como todo esporte que utiliza capacidade mental, há todo aquele cansaço durante as partidas. Não importa quanto tempo você tenha treinado, se a pressão psicológica é exercida sobre você, muitas vezes todo aquele esforço durante as horas gastas sob cartas é em vão.

Os novatos do time do Colégio Misuzawa entenderam o que é estar durante partidas difíceis contra outros colégios que praticam Karuta desde muito tempo. O calo nos pés de cada membro e o movimento rápido de cada jogada, além de certas corridas que têm de ser feitas para conseguir pegar a carta que conseguiu, tudo isso em um jogo que utiliza a capacidade cerebral.

E quanto mais se pensa, mais energia se gasta. Não é à toa que Chihaya sempre cai dormindo sob o tatame (os olhos abertos eu não sei explicar, porém deve acontecer quando se fica muito tempo em transe).

Com essas palavras de incentivo e que guia as pessoas até os seus objetivos, dei início à Sessão Vintage desta semana.

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