Começando com essa ótima frase da nossa ex-presidenta Dilma, quero primeiro explicar o título. O título deste artigo era para ser “O incorruptível” para fazer um paralelo entre o Takashi e o Robespierre, mas achei que seria mais interessante começar com uma frase tão motivadora e que, apesar de parecer mera brincadeira, faz total sentido se você fizer a ligação com o final do arco.

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Ok, agora temos muitos outros detalhes que antes não sabíamos. Bem como a confirmação de algumas coisas que já pareciam bem prováveis.

A Facção Lacradora é realmente o “principal vilão” do anime. Como já havia escrito em um ou dois artigos anteriores, o cachorro aparentemente é o verdadeiro líder por trás da lacração dos seres humanos. Gostaria de escrever que realmente acho que é uma perda imensa usar o Nezuya para mostrar isso, mas acho que sacrifícios devem sim existir, e bem, ele realmente era o personagem ideal para mostrar isso, pois ele já tinha uma pequena relação de amizade com o Kuroi e, acredito que a maioria dos espectadores já estavam começando a criar algum tipo de afeto para com o personagem.

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Era óbvio que em algum momento os dois lados fariam uma aliança! Isso é algo que o anime não fez nenhum esforço para esconder de nós, espectadores. E bom, não é como se realmente precisasse fazer isso, visto que ele já se esforça para esconder muitas coisas.

Planet With tem se mostrado um exímio anime de batalha. Ele apenas faz questão de jogar uma comédia – já extremamente característica do autor – e desenvolver personagens superficialmente para que assim, você consiga se importar minimamente com ele ao assistir suas batalhas – não que eu ache isso ruim. Aliás, isso não é ruim de maneira nenhuma, principalmente depois da decisão do objetivo do anime.

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Como já virou costume, eu ia pegar mais um ou dois animes para comentar semanalmente aqui, mas as coisas andam meio corridas na minha vida – ok, essa semana eu estou mais tranquilo, mas semana que vem já vai voltar a ficar corrido –, e, por isso, eu espero que Planet With seja um anime que me agrade bastante. Até agora, ele tem agradado mais do que o contrário, mas é inevitável comentar sobre alguns defeitos visuais, como os robôs – que são muito detalhados, mas ainda assim, feios. Os detalhes nem sempre são características de beleza! Neste caso, eu realmente prefiro a boa e velha simplicidade do meu querido Mizukami. Entretanto, tenho que admitir que, apesar de eu enxergar esse e outros probleminhas, o anime é bem gostosinho de se ver.

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Voltei!

Fiquei feliz assim que soube que Satoshi Mizukami (Hoshi no Samidare, Spirit Circle) seria autor de um anime! Admito que nem cheguei a ler nada sobre o anime, apenas corri e comuniquei que Planet With era minha prioridade. E bem, ainda é cedo para dar certeza, mas até agora eu não me arrependi de ter escolhido apenas ele, e claro, como tem o nome de um dos meus autores favoritos, eu espero que saia algo no mínimo “ok”.

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O que esperar de um anime original do autor de Hoshi no Samidare, ou Lúcifer e o Martelo, que é o nome com o qual o mangá saiu no Brasil pela JBC? Algo que beba muito dessa fonte ou que em nada lembre a obra mais popular de Mizukami? Por (ainda) não ter lido esse mangá não sei o que teria a comentar disso, o que é até bom porque não me prenderei ao passado do criador por trás de Planet With e sim ao presente e o que ele está tentando fazer de legal ou não com esse anime original que mescla sci-fi, mecha e uma pitada de mistério. Vamos acompanhar Kuroi em sua estranha jornada?

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