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Durarara é uma grande novela mexicana, cheia de intrigas, dramas, romance e um vilão principal responsável por praticamente tudo o que dá errado na vida dos demais personagens. E, como toda boa novela, a temporada anterior terminou com grandes interrogações: Quem esfaqueou Izaya? Porquê não o matou? E Mikado, vai voltar a ser como era antes? Sua amizade com Kida pode ser restaurada? Alguém ainda liga em achar a cabeça da Celty? Pois bem, tirando a última questão, todas as demais foram solucionadas logo de cara. E olha, cara, não consigo me livrar da sensação de que tá tudo igual, mas muito diferente.

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Mikado, quem você está se tornando, heim?

Mikado, quem você está se tornando, heim?

 

O foco do episódio em si foi, quase que totalmente, o Izaya. Justo, já que na primeira parte ele ficou meio apagado e o grande fechamento da temporada foi justamente a facada que ele levou em plena rua movimentada. Sobre o mandante disto, falarei mais adiante. O que importa é que um fato já esperado causou uma reação completamente inesperada: Izaya sabia que seria atacado no hospital à qual foi levado, mas não sabia por quem. Inicialmente, eu esperava que fosse por algum comparsa de seu agressor, mas isto não faria sentido, já que, se eles o quisessem morto, já o teriam matado antes. Resta outro de seus desafetos, que são muitos, mas ele não sabe que a notícia de seu ataque foi timidamente anunciada na mídia e a maioria deles (incluindo Shizuo) nem faz ideia, ou não se importa. Mas ele sabe que aí tem coisa, e espera pacientemente. À noite, é bem mais recompensado do que imaginava: a pessoa que quer matá-lo é a garota que ele salvou (do jeito Izaya) de se matar na primeira parte. Ela cultivou seu ódio por mais de um ano e finalmente encontrou a chance perfeita de matá-lo! Ou ao menos ela pensava… Migs, alguém que luta pau a pau contra o monstro de Ikebukuro não sucumbiria a uma adolescente com uma arma branca, só por causa de um furinho no bucho, sacas? Mas dane-se, o ataque dela não é importante. O DELE é.

Izaya enlouquece, e trás a tona um importante aspecto de sua personalidade que eu, ele, e quase todos havíamos esquecido: seu amor pela humanidade. Ele resumiu em segundos a temática do episódio inteiro: normalidade x anormalidade. Ele já de acostumara tanto a estar no meio de monstros que esqueceu do que os humanos comuns. Ora, uma simples garota, esquecida por ele, alimentou ódio por mais de um ano até finalmente ter uma chance de atingi-lo. Pode até ter falhado, mas não deixa de ser assombroso. E ele a ama por isso, e volta a amar os humanos. Resumindo: teremos problemas pela frente.

Os demais personagens apareceram de forma discreta, mas contribuindo para o tema. Mikado está mudado, e não para de mudar; me arrisco a dizer que, quando ele mudar a jaqueta que usa para a que aparece na abertura, será um simbolismo para a morte de sua antiga personalidade. Sua amizade com Kida dificilmente poderá ser retomada. Shinra tá de férias com sua namorada surreal e pouco se lixando pro bem estar de seu amigo vingativo (admito, AMO a amizade dos dois). E, paralelamente, um novo adversário move suas peças pelo tabuleiro: é Jinnai Yodogiri. Ele é o mandante do ataque ao informante e foi responsável pelo caso Hollywood. Além disso, ele também estava envolvido com a Saika e a Celty, e foi quem mandou os russos sequestrarem Akane. O cara é cachorro velho, e tem mais malícia e tentáculos do que nosso jovem informante. Os dois certamente baterão de frente em certo momento, levando os conflitos do distrito ainda mais longe do que os habituais problemas com gangues. Ou não, né.

 

Aoba tenta fazer amizade com Shinra e Celty. Aposto que ele não quer só um desconto pra tratar da mão ferida.

Aoba tenta fazer amizade com Shinra e Celty. Aposto que ele não quer só um desconto pra tratar da mão ferida.

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