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Então Adlet e Nachetanya finalmente partem para encontrar os demais heróis e enfrentar o Arquidemônio, de acordo com a profecia! No caminho são atacados por demônios e Nachetanya não tem experiência nenhuma em batalhas reais! Que bom que o Adlet estava lá, né? Mas além disso há o perigo do assassino de heróis que está à solta e acaba cruzando o caminho do protagonista! O quê, ela é Flamie, outra das heroínas e a Santa da Pólvora? E agora? Agora Adlet terá que se desdobrar para trazer mais uma heroína para seu lado!


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Então, é isso aí, decidi escrever sobre Rokka no Yuusha, espero que goste! Começando com os episódios atrasados, decidi unir os episódios dois e três em um artigo só, já que há um fio condutor, um tema comum entre eles: Adlet agora é oficialmente um dos heróis das seis flores e precisa lidar com os demais. Mais especificamente precisa lidar com duas heroínas, uma de cada vez, e cada uma delas apresenta um desafio completamente diferente. Adlet está realmente se candidatando a líder dos heróis (ou de um harém, oh puxa), o que é apenas adequado ao homem que reinvidica o título de mais forte do mundo.

Nachetanya, Princesa de Piena e Santa das Espadas

Nachetanya, Princesa de Piena e Santa das Espadas

O primeiro desafio é Nachetanya. Ela é poderosa mas inocente e inexperiente demais. Está lidando com a situação toda, que é nada menos que uma ameaça a todo o mundo, como se fosse brincadeira. Não que eu possa culpá-la já que o Adlet não parece estar levando muito mais à sério do que isso. A diferença é que ele está levando à sério, ocorre que a personalidade burlesca é natural para ele, mesmo quando está sendo sério. Para quem conhece RPGs de mesa (e alguns eletrônicos também), o Adlet segue um dos arquétipos possíveis para a classe dos ladinos (ou ladrões, ou rogues, enfim). Ele luta sujo, depende mais de agilidade e velocidade do que de força física, tem uma língua afiada e habilidades sociais notáveis. E está (quase) sempre rindo. Talvez a Nachetanya tenha mal interpretado isso (e de novo, não a culpo) e se deixou levar pelo herói fanfarrão, ao ponto de iniciar um combate com ele apenas para medirem forças e porque pareceu divertido. Mostrando que ele estava levando a situação à sério, Adlet, que poderia ter lutado contra a princesa, preferiu dizer a ela para parar. Apesar da vontade de lutar, ela nada sabe sobre combates reais e talvez tivesse morrido em seu primeiro confronto com demônios se Adlet não estivesse junto. Ela pouco conhece do mundo exceto pelo que estudou em livros, ao contrário de Adlet que tanto estudou quanto viajou, assim a personalidade magnética e o ar de conhecedor dos caminhos do mundo fazem Nachetanya se sentir ainda mais atraída por Adlet. Mas no final, por causa de uma “garota viajante que ficou na vila”, eles se separam.

Flamie, assassina de heróis e Santa da Pólvora

Flamie, assassina de heróis e Santa da Pólvora

A “garota” em questão era Flamie, outra heroína, a Santa da Pólvora e também a assassina de heróis. Ela havia ficado na cidade matando demônios, e claro, tentou matar Adlet ao saber que ele era um herói. O protagonista se esquivou e ela meio que desistiu dele, pois nunca havia ouvido falar de um tal “Adlet”. Ele era um herói sim, mas ela só havia matado até agora candidatos a herói famosos em todo o continente, e não um mané qualquer como Adlet. Mas não foi bem por isso que ela desistiu de matá-lo. Segundo ela, sempre que encontra um herói eles estão destinados a lutar – sugerindo que Adlet deveria saber disso também e atacá-la, mas ele não sabia nem queria atacá-la, mesmo depois de ouvir que ela era a assassina de heróis. Adlet decidiu seguir a heroína solitária, abandonando Nachetanya. Que convenientemente ganhou a companhia de Goldov, um militar jovem de seu reino e que também havia se tornado um herói, que segundo a princesa era mais forte do que ela própria porque quando lutaram só venceu porque ele deixou, que claramente nutre sentimentos pela Santa das Espadas e que se auto-declara seu protetor. Adlet abandonou Nachetanya para tentar convencer Flamie a colaborar com os demais heróis, convencido que ele está que apenas os seis juntos podem derrotar o Arquidemônio, enquanto ela não se cansa de dizer que pretende derrotá-lo sozinho. De alguma forma Adlet convence Flamie a permitir que ele a acompanhe – mas com o alerta: assim que encontrarem outros heróis, ela e eles tentarão se matar.

Claro que eles eventualmente encontram … Nachetanya e Goldov! O terceiro episódio termina com Adlet em meio ao fogo crusado tentando parar o combate entre Nachetanya e Goldov contra Flamie.

O que dizer desses três primeiros episódios, e o que eles dizem sobre Rokka no Yuusha? Os personagens até agora são todos rasos, sendo que Adlet, Nachetanya e Flamie parecem ter um passado digno de nota, que não necessariamente os tornará personagens tridimensionais mas que pode deixá-los mais interessantes e ensinar bastante sobre esse mundo. Os arquétipos que eles representam são divertidos e, até agora, parecem se complementar muito bem, tanto psicologicamente quanto em combate. E a estética de Rokka no Yuusha é linda, desde os trailers já havia me conquistado mas agora posso dizer com certeza que adorei esses cenários, esses personagens, essas roupas e equipamentos que eles usam, seus traços, tudo. A animação é muito boa, especialmente durante os combates. E sobre o inimigo não há muito o que saber por enquanto. Será que dessa vez eu acerto no anime de fantasia? Espero que sim! E olha que nessa temporada há várias opções. E não perca: o artigo sobre o quarto episódio já está pronto e será publicado amanhã!

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