Bom dia!

A primeira temporada foi fácil de entender a motivação do vilão: o Shougo Makishima era louco. Na segunda temporada foi igualmente fácil entender a motivação do vilão: Kirito Kamui era outro louco.

No filme e no Sinners of the System não tinha mais loucos, mas continuava mais ou menos fácil entender as maquinações políticas, econômicas, os interesses em jogo e objetivos dos vilões.

Mas sinto que a minha matiz está nublando conforme eu tento entender a Bifrost dessa terceira temporada…

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Essa adaptação de Blade é impressionante, não apenas pela qualidade geral que possui, mas principalmente por conseguir manter uma qualidade razoável mesmo ao escolher adaptar um tanko inteiro em apenas um episódio. Diga-se de passagem, o anime em si consegue fazer um bom trabalho, mas a quantidade de detalhes que são obrigados a cortar ou simplificar, me faz ter que sinceramente confessar, o mangá é muito, muito melhor do que o anime.

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A importância do estúdio Ghibli e o seu significado para a animação contemporânea é algo indescritível, a força de seus filmes, as mensagens que eles transmitem, são lápides eternas na história da arte cinematográfica. Isao Takahata, Hayao Miyazaki e Toshio Suzuki fizeram história ao materializar no mundo o quão longe a delicadeza e a fantasia podem nos levar, sem nunca abandonar a seriedade e a maturidade frente aos temas humanos, as tragédias, tristezas, reflexões e a magia onírica que compõem o que entendemos por alma humana.

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