Todo heavy user de animê conhece o Hijikata: demoníaco vice-comandante do Shinsengumi e, mais importante, viciado em maionese. Personagem da zoeira sem fim de Gintama.

Hijikata, Shinsengumi e vários outros personagens dessa série realmente existiram. Em Hijikata Toshizou: Shiro no Kiseki, conhecemos o lado real dessa parte tão importante da história do Japão.

Essa publicação existe graças ao grande Kondou-san, que conversou comigo a respeito desse animê e me ensinou vários detalhes dessa parte histórica. As informações que ele me passou foram tão interessantes que considerei de grande valia divulgá-las. Tudo que foi dito pelo Kondou-san estará devidamente marcado neste artigo.

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Uma história sobre evolução tecnológica em pleno Japão da Era Meiji. Se os smartphones foram uma revolução gigantesca em uma sociedade que já tinha tecnologia, imagina como não foi impactante a chegada das lâmpadas e, posteriormente, o advento da eletricidade. Realização de tarefas noturnas, o comércio podendo funcionar por mais tempo, todo um período do dia que fica em aberto para se viver.

Ojiisan no Lamp é fruto do Young Animator Training Project (que depois o nome mudou para Anime Mirai e, após, para Anime Tamago), projeto anual que foi lançado em 2010, financiado pelo governo japonês, com o objetivo de incentivar novos animadores. Um grupo que representa os profissionais recebeu essa verba e distribuiu a maior parte para os estúdios, para que eles investissem no treinamento de jovens animadores.

Um dos motivos do investimento feito pelo setor cultural do governo é a preocupação com a grande terceirização que vem ocorrendo na indústria, o que leva a redução de oportunidades para jovens profissionais dentro do Japão.

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Esse anime em comemoração aos 40 anos da relação Japão-Índia é uma adaptação da história mítica indiana do príncipe Rama, sétima encarnação do deus Vishnu. É um símbolo do homem perfeito, que aceitou de bom grado o exílio de 14 anos imposto pelo seu próprio pai. É um exemplo por seguir e aceitar o dharma (algo como o Caminho para a Verdade Superior, que envolve ser uma pessoa de paz e aceitar os desígnios do destino).

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Mais um daqueles animês de adulto da década de 1990: traço realista, ação, mulheres peladas, sangue. É o tipo de animê que se aproxima muito dos filmes live action da época e, por isso, deveria ter feito mais sucesso no ocidente, a única diferença é que ele é desenhado e não gravado com atores reais. Contudo, não foi o que aconteceu.

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Por que eu gostei desse animê? Sempre acho complicado responder essa pergunta com precisão.

Obviamente que podemos correr para os braços da objetividade, os critérios técnicos (direção, animação, OST), o que facilita bastante o trabalho, já que podemos apelar aos gloriosos teóricos que nos suportam e proporcionam algo em que se balizar.

Mas isso é arte, pô! Tudo bem, é arte comercial, mas ainda é arte. Em que o principal é o quanto aquela obra dialogou com você, o quanto ela te tocou, te divertiu, te emocionou, te fez pensar. Isso envolve sentimento.

Esse artigo se refere a toda a série de filmes Persona 3.

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Um movie com história simples, até clichê, mas que consegue agradar e conquistar pela parte técnica. Um orçamento pomposo que foi muito bem utilizado e conseguiu elevar o nível do animê.

Quando me refiro à técnica, falo das partes mais racionais e objetivas, como direção, animação, fotografia, OST, arte. São quesitos de julgamento mais fácil porque pendem menos para a subjetividade.

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Muito além da razão, Tori no Uta é uma experiência sensorial. Com belíssimos toques surrealistas e aberturas para diversas interpretações. O importante aqui é o que você sente e não o que você entende.

Esse OVA está mais para mangá em movimento do que para animação. A arte é fantástica, mas é, basicamente, uma sucessão de imagens estáticas com uma OST maravilhosa de fundo. O conjunto da obra é muito bem harmonizado, tudo flui, tudo está no melhor lugar possível.

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Como fã de Initial D (assisti tudo que tinha de animação e até o live action xing-ling), era óbvio que, algum dia, iria encarar o Legend. Como admirador de velharia, estava receoso com essa nova versão, que nada mais é do que um remake. E, bom… eu estava certo. É ruim.

Se você é noob no universo dos animês, ou não explorou a mídia como devia, e não conhece Initial D, vou ser legal contigo e te dar uma mão:

É um battle shounen de carro. Jovens disputam corridas de drift nas montanhas japonesas, com carros devidamente preparados para isso, afinal, eles são doidos mas não são malucos.

Takumi é o cara que pilota pra caramba mas não liga pra nada disso, já que ele só dirige a trabalho, vulgo seu pai o escraviza, fazendo entregas de tofu. O animê acompanha Takumi e sua evolução como piloto.

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Ninguém faz slice of life melhor do que Isao Takahata (de Túmulo dos Vagalumes). Esse animê é apenas mais uma prova disso. Ele consegue captar a essência do japonês normal, sem cabelo colorido, sem hobbys especiais, sem habilidades grandiosas. São pessoas normais vivendo vidas normais e cometendo erros normais.

Chie é uma menina que tem um pai vagabundo, arruaceiro, sem-noção e, o pior, viciado em apostar dinheiro. O movie conta a história dela, que tenta sobreviver em meio às confusões do pai, e das pessoas ao redor dela.

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A maior conquista de alguém pode ser algo completamente sem valor para outro. Mesmo que seja obtida a duras penas, o completo desprezo pode ocorrer, seja por ignorância ou simples ódio. E isso dói ainda mais quando se é criança.

Essa é a história de Gotou ni Naritai, um movie que acompanha a vida de uma garotinha chamada Ritsuko, que sofre de uma doença que dificulta sua locomoção, resultando em uma forma torta, lenta e hesitante. Ela vai para a escola e começa a sofrer bullying por sua deficiência. Crianças são mesmo impiedosas.

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