Bom dia!

Quem diria, a moral do Louis não é tão elevada quanto eu acreditei que fosse. Não que eu tivesse muito fundamento para isso, apenas acreditei que por ele querer ser exemplo em um mundo com carnívoros e herbívoros vivendo em harmonia isso significava alguma coisa especial.

No final das contas, acho que projetei a minha moral nele.

Ler o artigo →

Bom dia!

A partir de hoje os artigos de Beastars sairão às segundas-feiras e os de Hoshiai no Sora desde sexta-feira, dia primeiro, saem às quintas-feiras. A mudança se justifica pela demora na disponibilidade de Beastars em português, o que é obviamente importante para meu leitorado.

Nesse episódio vimos a conclusão do episódio da queda do Louis ao final da apresentação teatral bem como a segunda apresentação da peça. Relativamente pouca coisa aconteceu, mas foram coisas importantes para a caracterização do protagonista Legosi e, acredito, para seu futuro desenvolvimento.

Ler o artigo →

Bom dia!

O Kakeru escreveu as primeiras impressões mas sou eu, seu mexicano de mentira favorito, quem irá cobrir Beastars.

Invocando o título que ele deu para seu artigo, começo a introdução do meu com uma afirmação polêmica: seres humanos não têm instintos.

Ok, eu não estudei o suficiente sobre isso e sou leigo na área, mas do pouco que li, que pesquisei recentemente por causa de Beastars, embora esteja longe de ser consenso eu achei um bom número de pessoas que defendem isso. No mínimo bastante interessante.

Claro, dependendo da definição que se der, podemos ter muitos instintos. Mas ao mesmo tempo temos um intelecto bastante desenvolvido, capaz de suprimir qualquer pulsão natural que hipoteticamente tenhamos, além de vivermos em sociedades complexas que nos doutrinam a viver dessa ou daquela forma.

Não é incomum se dizer de alguém que vive só para o próprio prazer (sexo ou comer, por exemplo, não à toa presentes em Beastars) que é “como um animal”. Nesse sentido, a definição exata de instinto não importa.

O que eu quero dizer é que alguém que vive de forma apenas reativa, sempre agindo de acordo com padrões definidos pela biologia ou pela sociedade, não está vivendo plenamente, está apenas existindo.

Em particular em uma fase da vida em que se constrói a própria identidade, a adolescência, em que se encontram os personagens de Beastars, apenas existir, sem viver, sem tornar-se alguém, para o bem ou para o mal, soa profundamente não humano.

Ler o artigo →