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Sinto que tenho a obrigação moral de indicar esse episódio para todo e qualquer ser humano na face da terra! (Não que eu já não esteja perturbando todas as pessoas do universo para assistirem Himouto desde que foi lançado…). Sério, se você assistiu sabe que vale muito a pena. Se não assistiu e está se perguntando o que de tão incrível assim pode ter acontecido… Bom, garanto que não foi nenhum personagem correndo por aí usando uma calcinha na cara, mas sua comédia simples conseguiu me fazer rir do início ao fim.

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Seguindo a linha de episódios com temas clichês, depois de mostrar o natal e ano novo de Umaru na semana passada, dessa vez acompanhamos o engajamento dos personagens com o dia dos namorados. É claro que o foco aqui não seria o romance, mas sim tudo o que pode dar errado na simples tarefa de produzir chocolates para dar a alguém. E quando se trata de “dar errado”, não há ninguém melhor do que a Kirie para representar esses eventos da forma mais inimaginável possível. Se o azar pudesse ser contabilizado como nível de poder em uma pessoa, a Kirie seria a versão Super Saiyajin 5 da má sorte. A coitada se esforçou tanto para fazer doces caseiros perfeitos e tudo deu tão errado que eu quase fiquei com pena dela. Veja bem, eu disse “quase”. Sério, essa sequência de cenas na cozinha foi muito engraçada! Me sinto uma pessoa horrível por dizer isso, mas o exagero com que o azar da Kirie é retratado é extremamente divertido e não me canso de ver o desenrolar dessas situações. Mesmo com todo azar, sua persistência e o resultado da entrega dos chocolates foram muito recompensadores. Ela ficou feliz e todos ficamos felizes por ela. Desde que se tornou mais próxima da Umaru, foi possível notar que por trás dessa aparência rígida há uma garota muito tímida e gentil. Kirie está superando, aos poucos, suas limitações e se tornando uma personagem realmente adorável. Espero poder vê-la conseguindo interagir de uma forma mais natural com os demais personagens antes do final da temporada (mas que o azar não acabe, por favor! Haha).

E o prêmio de melhor irmão do ano vai para: qualquer um que não seja o Bonba...

E o prêmio de melhor irmão do ano vai para: qualquer um que não seja o Bonba…

O Bonba demonstrou que em casa ele consegue ser ainda mais inconveniente e irritante do que no trabalho. O pior de tudo é que ele tem certeza de que a forma agressiva com que a Kirie o trata se deve apenas ao fato dela ser uma pessoa muito tímida. Pobre Kirie, esse tapado jamais vai perceber que suas tentativas de aproximação nada sutis só pioram o relacionamento entre eles. É claro que ela não deve odiá-lo, mas essa relação está longe de ser tão suave quanto a de Umaru e Taihei, ou chegar a ter um clima de devoção igual a de Sylphyn e Alex. De qualquer forma, as atitudes de Bonba e Kirie são mais realistas se comparadas a como é realmente o cotidiano de irmãos normais e talvez seja por isso que é tão divertido ver as interações entre eles, até mais do que as entre Taihei e Umaru.

Estou fazendo essas comparações, mas tudo o que sabemos sobre a convivência entre Sylphyn e Alex é apenas o que é dito por ela mesma. Não sei porque o anime evita tanto mostrar de forma mais detalhada o relacionamento deles, assim como mostra a dos outros irmãos. De qualquer forma, talvez a aparição do Alex não seja realmente relevante, pois o aspecto ao qual a história parece querer dar foco são as semelhanças entre Umaru e Sylphyn. Por causa da admiração que Sylphyn possui por seu irmão, ela também está vivendo uma dupla personalidade, assim como a Umaru. Por mais que Alex adore animes, por algum motivo Sylphyn acredita que ele ficaria decepcionado se descobrisse que ela também possui esse lado “otaku”. É aquele tal medo de frustrar a imagem idealizada que o outro demonstra ter. Isso é compreensível e é claro que, quando gostamos de alguém, a última coisa que queremos é sermos vistos como uma pessoa que não é boa o suficiente para o ser amado. É preciso amadurecer para notar que não vale a pena fazer o outro gostar de uma imagem que você criou e não por quem você é de verdade. Aliás, mesmo quando tentamos agir de forma completamente fiel ao que somos, os outros ainda conseguem criar uma imagem nossa que pode não ser condizente com a realidade. Então o que os outros pensam ou podem pensar sobre o nosso jeito de ser, não tem que ser uma preocupação prioritária, afinal, isso é uma responsabilidade que não nos cabe. Acredito que ter se aberto para conversar com a Umaru sobre isso, foi o primeiro passo em direção a esse amadurecimento e poderá servir de lição para a Umaru também.

Viva o pudim! Viva a batata! Viva o refrigerante de cola! Yeeeeeeey

Viva o pudim! Viva a batata! Viva o refrigerante de cola! Yeeeeeeey

A última parte do episódio mostrou um divertido “julgamento” para descobrir quem foi que comeu de forma tão misteriosa o pudim de Umaru. A reconstituição dos fatos foi simplesmente genial. Eu não imaginava que uma situação tão banal pudesse ser abordada de uma maneira tão divertida. Aliás, é disso que se trata Himouto: transformar as situações que vivemos todos os dias, em algo divertido de se ver. É um slice of life simples, porém sua criatividade e carisma o torna eficaz. Está sendo muito difícil imaginar que falta tão pouco tempo para ficarmos sem essa dose semanal de humor leve. Só nos resta torcer para que a próxima temporada também nos presenteie com algum representante do gênero que esteja à altura de Himouto! Umaru-chan.

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