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Difícil, né? Realmente, difícil. Sendo sincero, já cansei de ter que encher linguiça na introdução de todo artigo por falta de conteúdo. Mesmo que o artigo perca seu sentido na próxima linha, eu irei tentar resumir o que aconteceu nesse episódio, no caso: nada. De verdade, nada aconteceu, apesar de duas tramas estarem acontecendo ao mesmo tempo, nada de muito importante aconteceu, apenas coisas consideravelmente “ok” rolaram. Aliás, só pra variar, o episódio foi ruim, igual os outros cinco anteriores. Mentirinha, o episódio 4 foi bom, certo?

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Já tentou introduzir algo “ruim”? Ou até quem sabe, apresentar algo de ruim para alguém? É meio complicado, não? Ao meu ver, é bastante complicado, mais do que deveria. Além de anormal, introduzir algo “ruim” não é nada “legal”, por justamente ser algo ruim. Contudo, apesar desse algo que será introduzido ser ruim, isso também é difícil de ser introduzido, por justamente ser ruim.

Basicamente escrevi nada com nada, não? É, por aí. Na verdade, minha intenção aqui era de justamente escrever nada com nada, mas por algum motivo, esse nada fez sentido, de verdade, se não entendeu, leia com mais atenção, com toda certeza vai entender. Apesar de ter sido “nada”, consegui me expressar da maneira que queria. Por que disso? Bom, esse episódio 5 de Sagrada Reset foi bem ruim, não concorda?

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Olá Leitores! aqui estou eu a comentar mais um episódio de Sagrada Reset.

Recapitulando o que aconteceu no início desse arco, o Clube de Serviço recebeu a missão de salvar um gato, entretanto, existia algo muito mais complexo por trás dessa situação toda. O episódio anterior apresentou muitas questões que são respondidas no episódio 4, que fecha esse arco.

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A palavra chave desse anime é resetar. Ela até está contida no título, mas o que é resetar? Isso é algo muito simples de responder, pois resetar é nada mais nada menos que apagar algo para reiniciar. De forma prática e didática o exemplo dos jogos de vídeo game é o melhor para explicar o reset, pois nos jogos o jogador pode voltar as fases quantas vezes quiser para refazê-las, ou seja, todas as missões realizadas pelo jogador são apagadas dando a impressão de nada aquilo ter acontecido.

O poder de Misora Haruki (protagonista feminina), que é um dos fatores que movem a trama, é fácil de ser compreendido, mas a história que gira em torno dessa habilidade não. Eu não considero a história desse anime uma porcaria ou algo similar, eu acho apenas meio complicado pois não estou acostumado com esse tipo de narrativa. Dizem que essa história se encaixa na definição “esse não é um anime para todo mundo” mas o que seria “não é para todo mundo”? A resposta é simples, significa apenas que não é uma história que vá agradar a todos pois ela não é muito acessível devido a uma narrativa complexa, cheia de diálogos e discursos filosóficos, além de não ter muito movimento.

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Esse anime é alguma coisa sobre robôs, pessoas mortas, super-poderes e como eu estou dando um azar danado nos meus artigos de primeiras impressões.

Bom, na verdade acho que tem alguma metáfora muito profunda sobre juventude, confiança, e relacionamentos interpessoais. Eu não sei, eles são japoneses, então talvez eu não tenha entendido nada mesmo. Mas tem a ver com rituais de passagem, não tem? Muitos animes adolescentes ou com protagonistas adolescentes são rituais de passagem, desde os escolares mais óbvios até jornadas insanas cheias de ação como Gurren Lagann.

Quando se é adolescente ainda não se tem controle sobre a própria vida mas já começa o processo de desenvolver um senso de justiça e um conjunto de valores morais próprios, independentes daqueles adquiridos no meio familiar, e se for pensar bem, isso é algo bastante solitário. É como sair de casa. Escolhas, essa é a palavra-chave. Adolescentes ainda não podem fazer muitas escolhas, mas já podem fazer algumas, sendo as mais importantes delas aquelas sobre com quem se relacionar, em quem confiar. Não pode ser qualquer pessoa, pode? Ao dar o primeiro passo para fora de casa e ver esse mundo vasto e assustador, é natural querer encontrar segurança em alguém que tenha valores iguais e esteja fazendo essa mesma jornada. Mas como achar essas pessoas?

Isso soa incrível, mas é só incrivelmente prepotente. Do anime, se for isso mesmo, de mim, por achar que vi algo nesse sentido, ou de ambos. A animação não ajuda. Sempre me acende uma luz de alerta quando assisto um anime desse gênero e Charlotte parece ser melhor. Parece – me que tentaram criar um clima ermo, árido, e bom, conseguiram – e esse é o problema. Os protagonistas sequer se olham enquanto conversam, parecem congelados no tempo e no espaço, é muito estranho. Mas talvez melhore conforme eles aprendem a confiar um no outro? Dá uma olhada na galeria abaixo para ter uma noção.

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