Semana passada não tivemos Houseki, pelo mesmo motivo de sempre (no caso, dos meus artigos atrasarem ou não saírem), que é o meu pc quebrar. Em outros casos, eu consertei “sozinho”, alguns com meu amigo (de graça e tal), porém dessa vez teve que ir num técnico, a placa mãe quebr… eu quebrei a placa mãe. Mas agora sobre o anime… foram dois episódios conectados diretamente entre si, assim como o 2 e 3, e foi até interessante que eles ficassem num artigo em conjunto.

Não aconteceram coisas tão importantes para o enredo nestes dois episódios, tirando a parte em que nos contam uma lenda de como surgiu este mundo onde o anime se passa. Vou tentar resumir aqui para vocês.

Antes de existirem os seres que vemos atualmente no mundo de Houseki no Kuni, existiam os humanos. Aconteceu algo na terra, na área fixa (ou onde não há mar) e os homens tiveram de migrar para o oceano. Muita coisa aconteceu a ponto deles evoluírem. Essa evolução causou uma separação em Alma, Carne e Osso. A Carne se tornou os seres que vimos neste episódio, o Rei (ou Rainha?) e seu irmão. Os Ossos transformaram-se nas pedras preciosas, os protagonistas do anime. E as Almas são os Tsukijin, seres que preocupam todos os outros vivos na terra atual. Os Tsukijin são motivados pelos sentimentos mesquinhos e antigos dos humanos, e querem aniquilar os seres de Carne e Ossos e usar de seus atributos para voltarem a ser humanos.

Não acredito que os personagens de carne serão importantes na trama, o que é uma pena, pois eu gostei deles. Já as pernas novas da Phos foi algo um pouco intrigante. O esquema de se ia dar ou não para usar aquele material foi parecido com o sistema de doação de órgão dos humanos, acontece do corpo não aceitar. E o fato dela ficar super rápida com as pernas novas talvez seja alguma propriedade do âmbar, mas eu estou com preguiça demais pra procurar saber.

Eu vou terminar o artigo por aqui, afinal Houseki não é algo tangível a extremas quantidades de palavras. Acontecem coisas até um tanto reflexivas, mas não tão legais de discutir. Não acho divertido brincar de julgar as atitudes do Rei, acho que vocês entenderam. Mas eu gostei da história do mundo, é legal ver o ser humano colocado como vilão de histórias bonitinhas.

Até a próxima galera, um abraço! <3

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