Olá, à partir desse artigo, eu contarei com um reforço que irá me auxiliar nos artigos de Index 3, então deem as boas vindas ao mais novo colaborador deste blog: Kondou-san. Ele é bastante conhecido no Anime21 por ser um um visitante assíduo no blog. Seja bem-vindo, Kondou-san! 

O episódio 11 de Toaru Majutsu no Index III foi bom e ainda serviu como episódio preparatório para os eventos extraordinários que virão pela frente. Antes de avançar para o núcleo do episódio, não posso deixar de referir o alívio cómico que a Index fez no inicio do episódio com a sua frase “Bife e Peixe”, frase que já vinha do episódio anterior (o Touma deve ter se esquecido completamente que o estômago da Index é um poço sem fundo). Passando para o que interessa, o episódio começa com a terceira herdeira ao trono Inglês, a Princesa Villian a receber uma chamada a confirmar que os alimentos destinados a ajudar a amenizar a fome e carências nutritivas de gente carenciada tinham sido entregues sem grandes ressalvas. É neste momento também que a princesa Villian é chamada para se aprontar para ir para a cerimônia que a Rainha ia dar com os representantes do Cavaleiros, da Igreja e com o Touma e a Index. Entretanto antes da cerimônia a princesa Villian tem um pequeno flashback, onde dá para ver claramente que ela tinha sido salva pelo Acqua, abrindo mais a porta do mistério envolto em tal personagem. Como já é habitual, antes da cerimônia tivemos uma pequena tour descontraída, onde o Touma e a Index através da Santa Kanzaki e do líder dos Cavaleiros, foram avisados por alto o que seria o teor de tal “cerimônia”, onde se pode destacar o planeamento de estratégias e contra-medidas contra os “supostos” responsáveis pela explosão do Euro-Túnel.

A parte da rainha Elizard foi no mínimo engraçado, já que a senhora é bem rebelde para a posição que tem, não correspondendo a imagem que normalmente temos de uma realeza (o que foi um bom alívio cômico), e ainda responde de forma pouco educada ao Líder dos Cavaleiros (e ainda brinca com a Espada Real Curtana, Símbolo Mor do seu poder, a senhora é realmente algo especial). Tal comportamento da rainha, gera um certo mal estar com o Líder dos Cavaleiros, já que no momento em que a Rainha Elizard diz em tom despreocupado que mesmo que a Espada Curtana seja destruída, bastava fazer uma cópia, tal afirmação fez com que o Líder dos Cavaleiros olhasse para ela com olhos de desaprovação. A entrada da filha primogênita da Rainha Elizard, a Princesa Riméa, comprovou o olhar de desaprovação do Líder dos Cavaleiros, já que ela mesmo afirmou que já não era fiável fazer uma cópia exacta da Espada Curtana, já que o método utilizado já tinha sido perdido no tempo. A Princesa Riméa é ou parece o completo oposto da sua mãe, ao provar-se precavida e desconfiada de tudo e todos (característica típica dos herdeiros ao trono). Passando para a segunda Princesa, a Carissa logo de cara é o completo oposto das suas irmãs, ao ser mais séria e rígida (e com claros traços de ter uma personalidade explosiva e impulsiva). Agora a parte da cerimônia/reunião, nesta podia se esperar algo sério, mas isso não aconteceu, com quebra para momentos cômicos entre a Rainha e companhia (o máximo que se pode considerar importante é o facto da Inglaterra estar isolada).

Esse é um péssimo modo de tratar uma realeza

A segunda metade do episódio, foi deveras mais interessante e abriu espaço para uma nova associação mercenária/terrorista chamada Nova Luz que parecia estar a orquestrar um plano importante em Londres e quiçá mudar de vez o status quo do país. A estratégia desse grupo foi bem interessante, ao dividir as suas forças e todas elas com a mesma mala (mas só uma delas era o verdadeiro Skidbladnir) e dentro desse artefacto poderia estar outro artefacto que mudaria o rumo da Inglaterra. Tal estratégia adotada pela “Nova Luz” lembra uma combinação de pega-pega com esconde-esconde.

Até aqui tudo bem, mas chega a ser anti-climática o modus operandi do Touma e companhia, os subordinados da Kanzaki estão sempre lá, o Touma está sempre envolvido em confusões que não lhe dizem respeito (se bem que desta vez estava bem acompanhado por uma bela Onee-san chamada Oriana). A parte final, porém foi uma surpresa agradável, desta vez o Touma nem os outros conseguiram evitar que o grupo inimigo conseguisse obter sucesso, a Lessar (uma das integrantes do grupo Nova Luz) conseguiu enganar o Touma e uma 5 garota envolvida no esquema conseguiu concluir o plano. Chega a ser meio irônico, a Lessar ser atingida por um artefacto chamado Robin Wood, o verdadeiro Robin Wood era um rebelde que nunca aceitou a forma como o povo era tratado pelo rei. O facto da Carissa ser a rebelde não foi uma grande surpresa, desde que no começo ela não achava muita graça ao modo de governação da sua mãe e nem gostava das suas irmãs e está claro que ela como era a responsável pelos assuntos militares ela teria o apoio total dos Cavaleiros.

Touma e Oriana estavam perseguindo o inimigo errado, pois o verdadeiro perigo estava mais próximo da Rainha do que se imaginava. A Carissa aplicou um golpe de Estado ao tomar o poder da própria mãe. Nesse caso ela não usou de sutilezas, mas sim o tradicional uso da força, através do poder bélico dos cavaleiros.

A princesa e o mercenário

O episódio 12 já começa bem movimentado, com a Princesa Carissa a inflamar o espírito dos Cavaleiros a lutarem e tomarem o controlo de tudo (até mesmo instituições estrangeiras como a Necessarius). Em contra medida, do outro lado ainda existem pessoas que são contra as atitudes da Carissa, sendo que um grupo de bruxas decidiu atrasar o avanço dos Cavaleiros rebeldes. O ataque dos Cavaleiros rebeldes aos aposentos da Rainha Elizard foi bem interessante, a senhora pode ser mal educada e rebelde, mas não é covarde, ela confrontou os Cavaleiros de forma imponente. A parte do Euro-túnel podia ter sido melhor, se não fosse o facto da Carissa nesse momento começar a agir como uma vilã tosca, que só queria mil e um motivos para se rebelar, quero acreditar que tal personagem não seja uma vilã caricata e sem motivações. A luta entre a Kanzaki e o Líder dos Cavaleiros pareceu ser meio fútil, já que estava na cara que a Kanzaki não teria chance de vitória, a derrota dela nem serviu para atrasar a Carissa. A perseguição da Princesa Villian foi muito interessante, afinal para a Carissa ter poder absoluto ela tem que se livrar das irmãs, a Reméa não é mais importante, pois com a atitude reservada dela ela pouco significa para o povo, mas a Villian é diferente, ela é uma princesa benevolente que se preocupa com o próximo, o povo sempre suporta regentes bons e não regentes maníacos por guerra como a Carissa. Foi bem interessante a forma como o episódio ia mostrar a decapitação da Villian, já era mesmo de ver que ela seria salva no último momento, mas ainda assim quando o Acqua apareceu foi excelente a reacção dos carrascos da Villian. Já no episódio 11, naquele pequeno flashback da princesa Villian onde mostrava a mesma a ser salva pelo William Orwell (Acqua), neste episódio 12 tivemos a confirmação que o William Orwell um suposto mercenário famoso, nunca deixaria a princesa Villian sozinha. A conversa entre o Acqua e a princesa Villian demonstrou bem que o Acqua mesmo sendo um vilão para uns, ele é o herói da princesa, quase como um Cavaleiro da Armadura brilhante (não dá para negar que o William mesmo sendo um mercenário ele tem todos os elementos de um Cavaleiro honrado).

Batalha entre dois velhos conhecidos

Vale ainda ressaltar, que dentre os membros da “Destra de Deus”, o Acqua é o mais honrado e menos caricato que os demais. Tão tal, que ele eliminou o Terra por má conduta, pois esse estava a matar pessoas inocentes a fim de aprimorar seu poder.

O líder dos Cavaleiros parece um Joker, ele não parece muito confiante na Carissa, mas entre ela e as irmãs, ele não tinha muito por onde escolher. A luta entre o Líder dos Cavaleiros e o Acqua podia ter sido melhor, tanto em termos de animação como na demonstração das motivações de cada um dos lados da luta. Mais uma vez como de costume o Touma entra outra vez em problemas, desta vez a salvar uma das garotas da Nova Luz que tinha sido feita prisioneira pelos Cavaleiros rebeldes, e tal desgraçada do Touma foi bem divertida de assistir (isso e a parte da Rainha e da sua Aia a pedirem carona na borda da estrada).

Agora é só esperar pelo próximo episódio para ver como termina este arco.

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    Até que gostei da volta Bela Loira Oriana Thompson,nossa aquela é uma Gata Lindona! Se bem ela vez sua primeira aparição na Segunda Temporada

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